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OS MITOS POLÍTICOS DO PODER BRANCO PAULISTA (1988 - 1992) Valor: R$ 45 + frete (calcular por email) Comprar: SuburbioIdentitario@proton.me
"Sou racista desde 1921, não imito Hitler." Sou racista desde 21. Não sei como acham que estou imitando Hitler; ele nem tinha nascido ainda. Isso me faz rir. A raça precisa ser protegida. Hoje em dia, na Itália, quase não existem mais diferenças: um homem de Bari casa com uma toscana, uma mulher da Lombardia casa com um homem de Roma, e assim por diante. Na minha própria família, todos são de regiões diferentes. Esse preconceito contra regiões está ultrapassado, e a raça é boa, até melhor. Precisamos incutir nos italianos um senso de identidade racial, para que não criem raças mistas, para que não estraguem o que há de belo em nós." 🇮🇹- Benito Mussolini, Claretta Petacci’s Diary✋
NOSSO HINO! Curiosidade: a "Terza Posizione", movimento criado pelo Fiore foi um dos principais responsáveis por tornar a expressão "Terceira-Posição" conhecida internacionalmente
"Nos faz entender que, no final, a militância, o sacrifício, a devoção, colocados em sistema, organizados bem, com uma vontade de alma, conseguindo retransmitir a todo o povo italiano que nós somos aquela alma de aço. Estamos no salotto d’acciaio (Salão de Aço): nós somos a alma de aço da nação. Se conseguirmos transmitir tudo isso, é evidente que na nossa história, no nosso futuro, iremos ter a vitória" — Francesco Polacchi, dono da marca fascista italiana Pivert. 🚩Siga o Jornal da TPP.
"Quando eu me for, o mundo ainda precisará da ideia que foi — e continuará sendo — a mais audaciosa, a mais original e a mais mediterrânea e europeia de todas as ideias. A História provará que eu estava certo." — Benito Mussolini, em seu aniversário. Fonte: aqui
"Um povo unido é um povo invencível. Nós somos esse povo. Nós somos o povo." — Luca Castellini, vice-presidente nacional da Forza Nuova.
A ideia de que todos os homens possuem as mesmas capacidades ou de que o Estado os deve tratar como unidades intercambiáveis é antibiológica […] A natureza exibe hierarquia e diferença; os sistemas liberais ignoram-no por sua conta e risco, o que leva à mediocridade e à decadência. 𝗘𝘇𝗿𝗮 𝗣𝗼𝘂𝗻𝗱, '𝘛𝘩𝘦 𝘞𝘪𝘴𝘥𝘰𝘮 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘈𝘨𝘦𝘴,' 𝘕𝘦𝘸 𝘛𝘪𝘮𝘦𝘴 (𝘔𝘦𝘭𝘣𝘰𝘶𝘳𝘯𝘦), 𝘈𝘱𝘳𝘪𝘭 1956.
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Uma foto raríssima de Benito Mussolini após a queda do Fascismo, prisioneiro do Rei na ilha de Ponza. Nesta imagem, ele recebe a Bênção de Don Capula, após ter se confessado e recebido a Sagrada Comunhão. É 5 de agosto de 1943; dois dias depois, ele será transferido para a ilha de La Maddalena, na Sardenha. Em seu próprio livro, Storia di un anno ("História de um Ano"), o próprio Mussolini escreve: «"Como havia me prometido, no fim da tarde Don Capula veio me visitar; trouxe-me um livreto religioso e dirigiu-me palavras de bondade. Sua visita foi um grande conforto para mim. Abri-lhe meu coração abatido. Ele me ouviu em silêncio; depois fez-me um longo discurso, que conseguiu despertar em mim uma fé que há muito permanecia adormecida, a fé em Deus, e isso elevou meu espírito."» — a fotografia foi gentilmente compartilhada por Alberto Bertotto, que a havia adquirido anteriormente nos Estados Unidos.
“Durante todo aquele tempo em que vivi na Alemanha, tive a sensação de uma enorme maquinaria que funcionava com maravilhosa perfeição e onde não faltava nem um pequeno parafuso [...] Eu não havia visto na Europa nada tão perfeito e exato em seu funcionamento. Estudei muito o fenômeno social e político [...] Havia surgido um fenômeno social inusitado, e era o nacional-socialismo [...] um Estado organizado para uma comunidade perfeitamente ordenada, para um povo também perfeitamente ordenado [...] a verdadeira democracia popular, a verdadeira democracia social” — Juan Perón, Relato autobiográfico, pp. 28–29 (1976) “Em toda a minha vida, e já tenho 45 anos de serviço, marchei ao passo prussiano; e quando eu era presidente da República, as tropas desfilavam nesse passo [...] Eu já conhecia a doutrina do nacional-socialismo. Havia lido muitos livros sobre Hitler. Também havia lido, não só em castelhano, mas em italiano, Mein Kampf.” — Juan Perón, Relato autobiográfico, pp. 27–28 (1976)
“Na democracia, o órgão de comando, despojado de sua soberania, carece de finalidade, convertendo-se em simples instrumento da vontade mutável de eleitores sem consciência histórica, visto que se trata de seres dessocializados. Perdido o sentimento popular de unidade de destino histórico, este deixa de ser o ponto inquestionável no qual convergem todos os membros do corpo social, para transformar-se em objeto discutível —e recusável—, que pode ser livremente qualificado. Cada grupo, cada indivíduo, julga-se autorizado a impor-lhe seu próprio rumo. A intenção comunitária não encontra expressão no poder legal, perdendo-se em explicações particulares. O Estado é unitário por definição, enquanto instrumento de direção comunitária. A unidade de comando é essencial à sua coerência funcional. “Como seria possível ao governo decidir em função da unidade comunitária, que constitui sua razão de ser, se ele mesmo estivesse dividido?” (de Mahieu). É inadmissível supor sequer a existência de facções em seu seio. A esse respeito, Legaz observa em sua Introdução à teoria do Estado Nacional-Sindicalista que “o Estado pluralista de partidos é um Estado desintegrado em forças antagônicas... por conseguinte, um Estado que não constitui uma verdadeira unidade política, um Estado desnacionalizado. Isso quer dizer que não se apoia numa realidade nacional como comunidade vital e cultural”. Anarquizado, não poderá cumprir sua missão de condutor da sociedade. Fraco, será dominado pelas forças anticomunitárias.” — Los Partidos Políticos Representantes del pueblo o de la burguesía?, p.40-42 - Federico Rivanera Carlés.
🇮🇹 FORZA NUOVA – NÚCLEO SÃO PAULO PRESENTE NA FESTA DOS CONFEDERADOS! 🇺🇸 No próximo 4 de julho, das 10h às 17h, estaremos na tradicional Festa dos Confederados em Santa Bárbara d’Oeste – SP! Assim como os italianos deixaram sua terra em busca de novas oportunidades…
🇮🇹 FORZA NUOVA – NÚCLEO SÃO PAULO PRESENTE NA FESTA DOS CONFEDERADOS! 🇺🇸 No próximo 4 de julho, das 10h às 17h, estaremos na tradicional Festa dos Confederados em Santa Bárbara d’Oeste – SP! Assim como os italianos deixaram sua terra em busca de novas oportunidades, os imigrantes americanos do Sul também cruzaram oceanos atrás de um recomeço. Ambos chegaram com pouca ou nenhuma riqueza material, mas carregavam consigo algo que nenhuma adversidade pode roubar: a fé, a cultura, a força do trabalho e o amor pela família. O que muitos não contam é que, no Brasil, italianos e americanos do Sul conviveram lado a lado, trocaram experiências, dividiram o pão e as dificuldades. Nas lavouras, nas pequenas cidades e nos campos de batalha da vida, a grande maioria dos americanos e italianos se ajudaram mutuamente, construindo não apenas suas próprias vidas, mas também as bases de uma comunidade mais forte e unida. É essa mesma chama de solidariedade, identidade e tradição que a Forza Nuova defende. Por isso, estaremos lá – não como estrangeiros, mas como irmãos que reconhecem no outro a mesma luta por dignidade e pertencimento. Venha nos encontrar, fortalecer nossos laços e celebrar a história de dois povos que, mesmo vindos de diferentes partes do mundo, encontraram no Brasil um chão comum para crescerem juntos. Data: 4 de julho Horário: 10h – 17h Local: Santa Bárbara d’Oeste – SP Garanta já o seu bilhete oficial clicando no link abaixo: 👉 https://eventiza.com.br/evento/festa-dos-americanos Forza Nuova sempre presente! Orgulho, identidade e tradição não se negociam! FN – FORZA NUOVA Núcleo São Paulo e Minas Gerais
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24 de junho de 1927, na história 🇷🇴 Há noventa e nove anos, neste mesmo dia, nasceu um dos movimentos mais singulares e inspiradores da Europa do século XX: o Movimento Legionário de Corneliu Zelea Codreanu.
Dir-se-á do revolucionário fascista que, antes de transformar a sociedade, transformou sua própria vida. O avarento pode pregar a filantropia e sair impune; o devasso pode esgueirar-se pela escuridão e ainda assim ostentar a auréola de sua capela ou de sua igreja. Mas o social-democrata não pode fazer o Fascismo. A impostura domina todas as entradas, menos esta. O Fascismo não tolera lamúrias sobre “direitos.” O mais alto privilégio que concede é a renúncia aos “direitos.” Todos, exceto o direito de servir, de sofrer, de sacrificar-se. [...] A vida oferece aos homens muitas distrações agradáveis, muitas oportunidades de fuga da aspereza dos fatos, muitos matizes sutis de experiência, muitas cores vivas. Todas elas, por ora, o fascista rejeita, não porque seja daltônico; não porque tenha uma mente bitolada, mas porque há uma revolução a fazer. Os alicerces da vida estão ameaçados, e a civilização, em sua crise, exige decisões em preto e branco. Não deve haver poses, nem demora ociosa à beira do caminho. - Credo de um Revolucionário Fascista, p.20 - A. K. Chesterton
Quem topa ver se é ele mesmo?
“Rejeitar o compromisso político radical, o ato revolucionário perigoso que restaura as coisas ao seu devido lugar e carrega em si a esperança da Ordem, enquanto se prefere o positivismo conservador por prudência cética, é fortalecer os próprios males que se afirma querer evitar.” — Fascismo e Monarquia, Joseph Mérel, 2001.