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PIE - Torta Cósmica

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  • Um discípulo perguntou ao mestre: — Mestre, quem é o cobrador de dívidas? O mestre respondeu: — Aquele que você alimenta todos os dias. — Ele está fora de mim? O mestre sorriu: — Se estivesse, seria fácil fugir. Naquela noite, o discípulo sonhou com uma figura carregando um livro. — Vim cobrar o que você me deve. No livro havia nomes, palavras, promessas, feridas, mentiras e escolhas. — Quanto eu devo?... perguntou. O cobrador fechou o livro. — Você está fazendo a pergunta errada. — Qual é a certa? — O que você fará com aquilo que fez? Ao acordar, o discípulo procurou o mestre. — Posso apagar o passado? — Não. — Então estou condenado? — Também não. — O que posso fazer? O mestre apontou para a terra. — Plante outra coisa. — E as dívidas antigas? — Repare o que puder. Peça perdão quando necessário. Abandone o caminho que produz sofrimento. E não continue criando a mesma dívida. — E se alguém já fez muito mal? — Então terá muito a transformar. — E se ninguém descobrir? O mestre olhou para ele... — Quem precisa descobrir? Silêncio. — O verdadeiro cobrador nunca esteve atrás de você, disse o mestre. — Onde ele está? — Dentro daquilo que você se tornou. E então completou... — Mas existe algo que nenhum cobrador consegue impedir. — O quê? — A escolha deste instante. O passado pode explicar você. Pode deixar marcas. Mas não precisa comandar o próximo passo. A dívida mais perigosa não é aquela que temos com o mundo. É aquela que continuamos cobrando de nós mesmos por não termos sido quem poderíamos ter sido. E talvez o pagamento mais verdadeiro não seja sofrer. Seja mudar. Porque enquanto existe consciência, ainda existe escolha. E enquanto existe escolha, o caminho ainda pode ser diferente. Paz e Luz! Terry www.praticasinternas.com.br

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  • https://www.correio24horas.com.br/em-alta/parte-do-nucleo-da-terra-muda-de-direcao-apos-decadas-cientistas-investigam-a-causa-e-tentam-prever-possiveis-danos-0826

  • Existe algo que quase sempre esquecemos... toda ação deixa uma marca. Não apenas no mundo, mas em nós. Um pensamento repetido cria um caminho mental. Uma palavra pode ferir ou curar. Uma escolha pode aproximar ou afastar. Um ato de bondade transforma quem recebe, mas também transforma quem oferece. É nesse sentido que podemos compreender o karma, não como castigo, mas como ação e depois, consequências... Tudo aquilo que fazemos, alimentamos e sustentamos cria afinidades. O bem tende a nos aproximar de estados de maior equilíbrio, confiança, compaixão e liberdade. O mal, quando cultivado conscientemente, pode nos prender ao medo, à culpa, à violência, à mentira e à necessidade de continuar repetindo aquilo que nos destrói. E essa prisão nem sempre parece uma prisão. Às vezes vem acompanhada de dinheiro, poder, influência, reconhecimento e até uma aparência de sucesso. Mas de que adianta ter poder sobre o mundo quando ainda somos escravos de nós mesmos? O mais profundo é perceber que nossas escolhas não terminam no instante em que acontecem. Continuam produzindo consequências no corpo, na mente, nas relações e, para quem compreende a existência através da reencarnação, também podem criar afinidades que atravessam diferentes experiências da consciência. Passado, presente e futuro não precisam ser vistos como sentenças imutáveis. O presente é também uma oportunidade de transformação. Se você já errou, reconheça. Se participou de algo errado, tenha coragem de sair. Se feriu alguém, repare o que puder. Não existe sabedoria em continuar uma estrada apenas porque já caminhamos muito por ela. Às vezes, a verdadeira evolução começa quando conseguimos dizer... “Eu estava errado. E daqui para frente escolho diferente.” Isso exige coragem. Porque consciência não é apenas saber o que é certo. É ter força para fazer o certo quando seria mais conveniente permanecer no erro. Observe suas ações. Observe suas palavras. Observe suas intenções. Porque cada escolha está construindo alguma coisa. Uma prisão ou uma liberdade. Uma repetição ou uma transformação. Uma vida baseada no medo ou uma existência cada vez mais consciente. No fim, talvez karma seja simplesmente a vida nos mostrando aquilo que nossas próprias escolhas estão construindo. Você está criando correntes ou abrindo caminhos? A resposta começa sempre, agora. Neste exato momento. Nesta escolha. Nesta presença... Paz e Luz! Terry

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  • https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=extracao-energia-buraco-negro&id=010170260812

  • https://super.abril.com.br/ciencia/o-que-e-a-glueball-nova-particula-descoberta-em-acelerador-na-china/

  • Talvez a humanidade tenha fracassado... Mas não necessariamente por não ter encontrado outras raças, seres, civilizações ou dimensões. Talvez tenha fracassado em algo muito mais próximo... reconhecer o outro como outro. Passamos tanto tempo procurando seres intraterrenos, intraoceânicos, interestelares ou extraterrestres que esquecemos de uma pergunta mais difícil... “Consigo conviver com aquilo que não compreendo?” Uma civilização madura não seria medida apenas pela tecnologia, pelos planetas alcançados ou pelos mistérios descobertos. Seria medida pela capacidade de não destruir aquilo que é diferente. Se existem outras inteligências no Universo, não precisam ser anjos, demônios, deuses ou salvadores. Podem simplesmente ser outras formas de existência. E isso não nos torna inferiores. Também não nos torna superiores. Somos apenas uma expressão entre inúmeras possibilidades da existência. As antigas tradições já percebiam algo que o ego frequentemente esquece... o "sagrado" não precisa ter a nossa aparência. Divindades, deidades, ancestrais, espíritos e inteligências celestes foram maneiras de diferentes povos contemplarem o Mistério. O problema começa quando transformamos o Mistério em propriedade... “Meu Deus.” “Minha verdade.” “Minha tradição.” “Meu povo.” E tudo que está fora passa a ser inimigo, inferior ou ameaça. Talvez essa seja a verdadeira falha humana. Não encontrar outras civilizações. Mas ainda não saber olhar para aquilo que é diferente sem querer dominar, idolatrar ou destruir. E se tudo participa da mesma Fonte, aquilo que não conseguimos nomear sem reduzi-lo, então humano, extraterrestre, animal, espírito ou qualquer inteligência desconhecida pertence ao mesmo grande Mistério. Isso não significa acreditar em qualquer história. Discernimento também é espiritualidade. Podemos investigar sem transformar desconhecimento em certeza. Podemos simplesmente dizer: “Eu não sei.” E continuar aprendendo. Talvez a humanidade não precise de salvadores vindos das estrelas. Precise tornar-se digna de encontrar qualquer outro ser. Começando pelo ser humano ao lado. Porque, se um dia encontrarmos uma inteligência completamente diferente da nossa, a pergunta mais importante talvez não seja: “O que eles podem nos ensinar?” Mas... “O que a maneira como tratamos uns aos outros revelará sobre quem somos?” Talvez a verdadeira evolução não seja descobrir quem existe lá fora. Seja aprender a não destruir aquilo que existe aqui dentro. E então talvez deixemos de perguntar onde a humanidade se encaixa no Universo. Porque compreenderemos... não estamos no centro dele. Estamos dentro "dele". Como todos. Como tudo. Como parte de um Mistério infinitamente maior que qualquer nome que possamos dar a Deus. Paz e Luz! Terry

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  • https://olhardigital.com.br/2026/08/11/ciencia-e-espaco/brasil-esta-no-coracao-de-uma-anomalia-do-campo-magnetico-da-terra/

  • Nada é eterno... O corpo muda. As relações mudam. As crenças mudam. Até aquilo que chamamos de “eu” está em constante transformação. O despertar começa justamente quando paramos de tentar tornar permanente aquilo que nasceu para passar. A ignorância não é simplesmente não saber. É apegar-se ao que acreditamos saber. É defender nossa história, nossa imagem, nossas certezas, como se fossem a própria realidade. É precisar ser melhor que alguém para sentir que somos alguém. Mas perceba... quem precisa ser superior ainda está preso à comparação. A árvore não tenta ser mais árvore que outra. O rio não compete com o rio. A vida simplesmente acontece. Então observe-se. Quando sentir necessidade de provar algo, pare. Quando surgir raiva, observe antes de agir. Quando quiser julgar, pergunte o que existe dentro de você que está sendo tocado. Quando acreditar que sabe, permita-se perguntar... “E se eu estiver vendo apenas uma parte?” Esse pequeno espaço entre o impulso e a reação é uma porta. Ali começa a consciência. Despertar não é saber mais. É apegar-se menos. Aprender a perder sem perder a si mesmo. Amar sem possuir. Vencer sem humilhar. Ter conhecimento sem transformar conhecimento em orgulho. Compreender que ninguém precisa ser menor para que você seja grande. Quem sabe a verdadeira evolução seja justamente deixar de competir com a existência. Porque nada precisa ser conquistado para que a Fonte seja o que é... O tempo passa. As formas passam. Nós passamos. E justamente por isso cada instante é precioso. Não tente segurar a vida. Esteja nela. Respire. Observe. Solte. Quando o ego diminui, a realidade fica maior. Quando o apego diminui, a liberdade aparece. E quando deixamos de tentar ser alguém especial diante do Todo, começamos a perceber algo profundamente simples... nunca estivemos separados daquilo que buscávamos. Talvez despertar seja apenas isso... parar de correr atrás da Fonte e perceber que, desde o princípio, era a própria Fonte que estava respirando através de nós. Paz e Luz! Terry www.praticasinternas.com.br

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  • Ser pai é uma palavra pequena para uma experiência imensa. Existem pais que geram, que adotam, que criam, que cuidam. Pais presentes fisicamente e pais que, mesmo depois de partir, continuam vivendo dentro dos filhos. Há também aqueles que se tornam pais simplesmente porque escolheram amar, proteger, ensinar e permanecer. Ser pai é, antes de tudo, ser exemplo. A criança observa muito mais do que escuta. Aprende com a forma como tratamos as pessoas, enfrentamos dificuldades, pedimos perdão, amamos, perdemos e recomeçamos. Por isso, ser pai também é cuidar da própria consciência. Não adianta ensinar um caminho que não caminhamos. E talvez uma das maiores responsabilidades de um pai seja preservar aquilo que o mundo tantas vezes tenta tirar de uma criança: a pureza do coração. A criança se encanta com o simples. Ri sem precisar de motivo. Chora e depois volta a brincar. Ainda consegue olhar para o mundo como quem está diante de um milagre. Talvez crescer não devesse significar perder isso. Talvez ser pai seja ensinar uma criança a conhecer o mundo sem permitir que o mundo mate a criança que existe dentro dela. Ensinar coragem sem perder a ternura. Força sem perder a compaixão. Maturidade sem transformar o coração em pedra. E isso também vale para nós. Porque existe uma criança dentro de cada adulto que ainda deseja ser amada, protegida, ouvida e acolhida. Um bom pai não ensina apenas a sobreviver. Ensina a viver. E talvez exista uma paternidade ainda maior: reconhecer que todos somos, de alguma forma, filhos da mesma existência. No fim, ser pai é receber uma vida como um presente, cuidar dela sem possuí-la e prepará-la para caminhar sem nós. O maior legado não é deixar uma criança parecida conosco. É ajudá-la a tornar-se plenamente ela mesma. E que, mesmo depois de adultos, nunca percamos completamente a capacidade de olhar para o mundo com aquele espanto bonito de quem ainda consegue dizer: “Que maravilha estar aqui.” Feliz Dia dos Pais. Paz e Luz! Terry www.praticasinternas.com.br

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  • Existir é uma coisa estranha... A gente nasce sem saber que nasceu. Passa anos tentando descobrir quem é. Constrói nomes, histórias, sonhos, medos e certezas. E, enquanto tenta entender a própria existência, a vida simplesmente acontece. Uma manhã qualquer. Uma conversa. Um abraço. Uma despedida. Uma lágrima que ninguém viu. Um riso que ficou guardado na memória de alguém. Talvez seja isso que torne existir tão precioso... não temos controle sobre a duração, mas temos a possibilidade de estar verdadeiramente presentes enquanto estamos aqui. Porque um dia nosso nome será apenas uma lembrança. Nossa voz deixará de ocupar o espaço. Nosso corpo retornará à matéria. Aquilo que chamamos de “eu” se transformará. E, ainda assim, alguma coisa de nós terá tocado alguma coisa do mundo. Uma palavra. Um gesto. Um olhar. Um amor. Às vezes, nem percebemos o quanto nossa existência atravessa outras existências. Talvez você tenha sido importante para alguém sem jamais ter descoberto. Talvez uma pequena gentileza sua tenha acompanhado alguém por anos. Talvez o simples fato de você ter estado aqui tenha mudado uma história que nunca conhecerá. Por isso, existir não precisa significar fazer algo grandioso. Às vezes, existir é simplesmente estar inteiro naquele instante. Sentir o vento. Olhar o céu. Escutar alguém. Perdoar. Amar. Chorar quando precisar. Rir sem motivo. E respirar conscientemente, percebendo o absurdo e o milagre de estar vivo. A gente passa tanto tempo procurando o sentido da existência que esquece uma coisa muito simples... talvez o sentido não esteja escondido atrás da vida. Talvez esteja na própria experiência de vivê-la. E quando tudo parecer confuso, lembre-se... você não precisa compreender o Universo inteiro para honrar o instante que recebeu. Hoje você está aqui. E, entre bilhões de possibilidades que poderiam não ter acontecido... você está acontecendo. Talvez isso, por si só, já seja uma pequena eternidade. Paz e Luz! Terry www.praticasinternas.com.br

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  • Há uma armadilha espiritual muito sutil... Não se apresenta como prisão. Se apresenta como liberdade. Não se chama religião. Mas, muitas vezes, funciona exatamente como uma... Trocam-se os nomes, os símbolos e as histórias, mas permanecem o apego, o fanatismo, a necessidade de pertencer e o medo de questionar. É quando a busca pela Verdade é substituída pela necessidade de estar certo. Quando o método se torna mais importante que a realização. Quando o grupo vale mais do que a consciência. Quando a identidade espiritual fala mais alto que o coração. E, sem perceber, a pessoa deixa de cultivar a si mesma para defender uma ideia sobre si mesma. O mais triste é que chega um momento em que voltar atrás parece impossível. Não porque a Verdade tenha desaparecido. Mas porque admitir um engano exige mais coragem do que continuar alimentando uma mentira. O orgulho cria justificativas. O medo constrói muros. A culpa fecha as portas. E a própria consciência começa a fabricar seu umbral... um estado em que a pessoa já não consegue enxergar além das próprias crenças, mesmo quando a realidade bate à porta. O verdadeiro umbral não começa depois da morte... esta no cultivo a todo instante. Começa quando deixamos de olhar com sinceridade para nós mesmos. Mas existe uma boa "notícia"... Enquanto houver um único instante de lucidez, o caminho continua aberto... isso é fato. Ninguém está condenado ao próprio erro. O TAO nunca fecha suas portas. A vida sempre oferece a possibilidade de recomeçar. Voltar à realidade não significa abandonar a espiritualidade. Significa abandonar as ilusões que colocamos entre nós e ela. É trocar a necessidade de ter razão pela coragem de aprender. Trocar a fantasia pela experiência. Trocar o personagem pelo ser humano. A verdadeira liberdade espiritual nasce quando já não precisamos defender quem acreditamos ser. Quando aceitamos rever nossas certezas. Quando o coração vale mais do que a ideologia. Talvez despertar não seja encontrar uma nova crença... ou algo do tipo. Talvez seja ter humildade suficiente para deixar morrer todas aquelas que nos afastam do amor, da lucidez e da compaixão. Porque o TAO não aprisiona. A Verdade não teme perguntas. E Deus jamais precisou que alguém O defendesse. Paz e Luz! Terry www.praticasinternas.com.br

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  • A verdadeira magia não começa quando alguém aprende a falar de dimensões, portais, linhagens secretas ou poderes ocultos. Começa quando uma pessoa olha para dentro e percebe: “Eu posso transformar aquilo que sou.” Transformar medo em presença. Raiva em consciência. Dor em compaixão. Ignorância em sabedoria. Ego em serviço. Isso é magia. Não a magia que impressiona. A magia que muda a forma como tratamos quem está ao nosso lado. Vivemos uma época em que muitas pessoas querem ascender sem se conhecer, despertar sem cultivar, iluminar-se sem atravessar as próprias sombras. Querem um nome cósmico, uma origem especial, um título espiritual, uma confirmação de que são escolhidas. E surgem, como sempre surgiram, inúmeras “esquizoterices”: histórias prontas, hierarquias invisíveis, promessas grandiosas e certezas que alimentam mais a identidade do que a consciência. O problema não é imaginar. Não é estudar o invisível. Não é buscar mistérios. O problema começa quando uma ideia deixa de abrir o coração e passa a aprisionar a mente. Quando a espiritualidade vira competição. Quando o despertar vira status. Quando a ascensão se torna uma escada para olhar os outros de cima. Quando alguém diz: “Eu sou mais evoluído.” Talvez tenha apenas encontrado uma maneira sofisticada de alimentar o próprio ego. A verdadeira iluminação não precisa anunciar que está iluminada. A luz não faz propaganda de si mesma. Simplesmente ilumina. O verdadeiro despertar não nos torna superiores. Torna-nos mais humildes. Mais simples. Mais responsáveis. Mais capazes de ouvir. Mais conscientes do sofrimento alheio. Ascender não é fugir da Terra. É aprender a estar nela sem viver escravizado pelo medo, pela vaidade, pelo apego e pela necessidade de ser especial. Talvez o maior mistério não seja descobrir de qual estrela viemos. Talvez seja aprender a olhar para uma pessoa sem querer controlá-la. Talvez o maior poder não seja mover energia. Seja não ferir quando temos a oportunidade de ferir. Talvez a maior iniciação não seja receber um título. Seja permanecer verdadeiro quando ninguém está olhando. A magia real não nos separa da vida. Nos devolve à vida. E, quando o cultivo é verdadeiro, algo curioso acontece... param os discursos sobre grandeza... e começa a nascer uma presença capaz de trazer paz. Porque despertar não é tornar-se alguém extraordinário. É deixar de fugir daquilo que sempre esteve aqui. A consciência. O amor. O TAO. E talvez a maior magia seja perceber que nunca precisávamos ser escolhidos. Precisávamos apenas acordar. Paz e Luz! Terry www.praticasinternas.com.br

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