- Последний пост
- 14 февр.
- Последнее чтение
- 15 авг.
- Постов за неделю
- 0
- Всего постов
- 20
- Тип
- открытый
- Язык
- und
- Категория
- Развлечения (по похожим)
- В каталоге с
- 12 авг.
- 1/24сутки в ленте
- —
- 1/48двое суток
- —
- 1/72трое суток
- —
Оценка по просмотрам недавних постов: пост набирает почти всё за первые сутки.
Посты
Estive ontem no RT a analisar a situação no apoio dos EUA e da UE à Ucrânia. E, há dias, analisei as recentes declarações de Volodymyr Zelensky sobre os 55.000 mortos ucranianos em combate e expliquei, em detalhe, porque é que estes números são irrealistas.
Em 1943, Franklin Roosevelt e Winston Churchill fizeram um ultimato a Salazar: ou Portugal abandonava a neutralidade e permitia o uso militar dos Açores ou os EUA e o Reino Unido ocupariam e manteriam o arquipélago. Sabia-se que havia planos para derrubar Salazar e colocar um fantoche no seu lugar que fizesse tudo o que os EUA quisessem para de futuro não terem constrangimentos geopolíticos e militares. Estive há pouco a analisar no RT o que pode a União Europeia fazer perante Trump, quais podem ser os próximos alvos de Trump - os Açores, claro - e, mais importante, porque quer Trump a Gronelândia. A comercialização e transferência de territórios entre Estados é mais comum do que parece, ocorreu em tempos recentes e não basta a Trump ter em vigor um acordo com a Dinamarca datado de 1951. É preciso mais.
A ordem internacional está concebida com base no princípio da igualdade de soberanias, à luz da qual, todos os Estados relacionam-se com base na horizontalidade (todos ao mesmo nível) e não na verticalidade (uns superiores aos demais). Neste contexto, as sanções (não confundir com represálias ou retaliações), por si só, são violações do direito internacional. Perpetuá-las com base numa interpretação adulterada do direito internacional ainda mais agrava essa violação. Não há nada no direito internacional que possa justificar posições hostis e que só visam estrangular uma economia e um povo. Caracas tem razão no que reivindica.
A União Europeia é um bicho curioso e digno de investigação: invoca as suas próprias decisões - já de si "contra legem" face aos Tratados constitutivos - para obrigar a Rússia - um terceiro Estado - a acatar o esbulho de Bruxelas. Chama-lhe "direito internacional". Quando a Rússia retalia - a única decisão verdadeiramente legal face ao direito internacional - a UE diz que não vale ("só a UE é que pode fazer o que bem entende") e Bruxelas estremece. O que vem aí vai ser pior. E Portugal vai por arrasto. Mas o que interessa é ter uns quantos idiotas nas tvs a aplaudir a hostilidade jurídico-financeira contra a Rússia, mesmo que Moscovo tenha um Oreshnik jurídico a caminho.
Estive, na passada sexta-feira, no CrossTalk, com o Peter Lavelle, a analisar o recente momento da União Europeia e a forma como Zelensky é crescentemente pressionado a convocar eleições e a aceitar o plano de paz de Trump. Deixo-vos o programa completo (em inglês), neste link.
O Banco Central da Rússia avançou com uma acção judicial contra a Euroclear, em Moscovo. A Rússia não precisa de qualquer tribunal da UE para recuperar o que é seu e que arrisca ser esbulhado. É só o início.
É uma tremenda honra, para mim, moderar o webinar que terá como convidada única Maria Zakharova - que incluirá perguntas da audiência - sobre o combate às notícias falsas e à desinformação, tanto internamente como ao nível global. É já amanhã, às 14h00 de Moscovo (11h00 de Lisboa) e será realizado em inglês. Link para o evento: https://my.mts-link.ru/j/150850767/9513319771 Contamos convosco!
O Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, comunicou ontem que a Venezuela vai retirar-se do Estatuto de Roma que estabelece o Tribunal Penal Internacional. Em boa hora Caracas decide fazê-lo! A decisão peca por tardia, sobretudo considerando que o TPI é, actualmente, uma arma geopolítica travestida de tribunal que visa privar os Estados da sua soberania ao mesmo tempo que serve os interesses ocidentais. Um tribunal orientado ideologicamente, não é um tribunal, é uma nunciatura.
Portugal vai "emprestadar" 3,3 mil milhões de euros à Ucrânia. Dizem que vamos adiantar e a Ucrânia vai amortizar, mas que a Rússia é que vai acabar por pagar. Não se iludam: é um empréstimo a fundo perdido. Pergunto: de onde é que Portugal vai tirar os seus 3,3 mil milhões?
Da série "a Ucrânia está a ganhar, só que a linha da frente move-se na direcção errada" (Mark Rutte). A televisão portuguesa é uma anedota.
A Ucrânia e os países ocidentais continuam a somar derrotas judiciais no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ). Submeteram a queixa contra a Rússia em Fevereiro de 2022 visando a condenação de Moscovo por genocídio com o desencadeamento da Operação Militar Especial. O "problema" é que, a 01.02.2024, o TIJ recusou as acusações da Ucrânia e do Ocidente contra a Rússia e passou a investigar, antes, o genocídio cometido pela Ucrânia. A 18.11.2024, a Rússia ofereceu ao TIJ mais de 10.000 páginas de prova documental que atestam o genocídio ucraniano. Kiev não gostou e impugnou a iniciativa russa. O TIJ deu ontem razão à Rússia e vai prosseguir a investigação contra a Ucrânia. Ainda há direito internacional! Tenho tido a sorte de acompanhar o trabalho da equipa de contencioso da Rússia nestes processos junto do TIJ e posso dizer duas coisas: 1- A Rússia conta com uma equipa multidisciplinar brilhante, que sabe fazer investigação e percebe de direito; 2- O Ocidente continua a confundir opiniões e agendas com factos e direito. Mas cada um ilude-se, se quiser, com o glamour das televisões ocidentais e com a censura imposta pela UE.
Foi conduzida uma sondagem em vários países europeus pelo jornal Le Grand Continent, onde foi avaliada, entre outras coisas, as relações dos seus países com Estados terceiros. Portugal não faltou. Os 14% que acham que Portugal seria capaz de se defender numa guerra com a Rússia são os que comentam nas tvs e os que usam bandeirinha da Ucrânia nas redes sociais.
ratar estas realidades complexas de forma menos pueril do que aquela com que resumiu a sua dissertação a uma guerra entre bons e maus, em que o Ocidente, aconteça o que acontecer e faça o que fizer, será sempre o bom. A propósito disto, deixo o desafio: onde andam as agências de verificações de factos e os jornalistas ocidentais no que a desmascarar as notícias falsas sobre a Rússia e a Ucrânia, promovidas por quadros oficiais da UE e dos Estados-Membros, diz respeito?
desconhecem.
Há dias, o Publico publicou esta peça sobre alegada "desinformação russa". Esta peça está repleta de falácias, descontextualizações e mistura diferentes narrativas provenientes de órgãos de comunicação social estrangeiros sem que fosse feito um verdadeiro recorte (verificação) que qualquer jornalista devia fazer. O autor da peça alega, em traços gerais, que existem duas redes de desinformação ligadas à Rússia (Pravda e Storm-1516) e que ambas estão a ser usadas para desenvolver acções nos projectos de Inteligência Artificial ocidentais com o objectivo de fazer com que adiram ao que se diz serem “narrativas do Kremlin”. O primeiro grande problema desta peça é, como se disse inicialmente, a falta de verificação dos dados utilizados. O segundo é a ausência de investigação e aprofundamento dos dados que se confiou serem verosímeis. As supostas redes “Pravda” (não confundir com o jornal “Pravda”) e “Storm-1516” não existem, nem organicamente, nem, sequer, como projecto informal. Não existe qualquer entidade, referência ou, sequer, comunicação, ainda que informal, que dê conta destes dois nomes. Ambas são puras construções ocidentais e dois conceitos criados nos últimos anos para poder dar credibilidade à narrativa ocidental de que existem projectos com nomes próprios e que são direccionados a objectivos muito específicos em matéria de comunicação, informação e tecnologias de informação. O nome “Storm-1516”, por exemplo, foi um nome criado, em 2024, pelo Threat Analysis Center da Microsoft a partir de um relatório publicado pelo Clemson’s Media Forensics Hub, em Dezembro de 2023, com o nome “Infektion’s Evolution: Digital Technologies and Narrative Laundering” estando ambos direccionados a proteger conteúdos disseminados contra o poder político e as instituições ucranianas. Já a alegada rede “Pravda” teve uma origem igualmente recente e, também aqui, estamos perante um conceito inventado por uma entidade ocidental, a VIGINUM, ou seja, o serviço técnico e operacional do Estado francês para combater ingerências digitais estrangeiras e criada para proteger o debate público de campanhas de desinformação. Também esta é uma suposta rede cujos liderança e membros se desconhecem, mas que serve para atribuir a autoria sobre qualquer notícia ou conteúdo falso, mesmo que criado por terceiros que nada tenham a ver com o Estado russo, bem como sobre qualquer tentativa de partilha de uma visão não perfilhada pelas instituições oficiais ocidentais. Impunha-se, portanto, que o Público compreendesse e partilhasse a origem destes nomes, sem ter de dá-los automaticamente ao leitor sem qualquer explicação, como se se tratassem de verdades insofismáveis já confirmadas através de evidência científica. Quem integra uma e outra? Não se sabe. Onde começam e onde terminam? Desconhece-se. Como se alinham, disciplinam e articulam? Pouco importa. Estamos perante dois conceitos que, basicamente, podem servir para justificar todo o tipo de realidades que se pretendam. No final, as entidades ocidentais que exploram estes dois nomes também não conseguem explicar concretamente do que se trata, procurando fazer crer que traduzem-se em várias entidades organizadas que se articulam para disseminar narrativas consideradas pró-russas. Na verdade, servem estes conceitos para catalogar tudo o que as instituições soberanas ocidentais não pretendem que seja conhecido ou, até, discutido. Contudo, quando vemos os métodos utilizados – ou a falta deles – para se chegar a estas conclusões, rapidamente percebemos que qualquer pessoa que partilhe uma visão diferente daquela prosseguida pelo poder político ocidental é, em teoria, membro das supostas rede Pravda ou Storm-1516 se der voz à sua ideia ou se partilhar um conteúdo de qualquer entidade oficial russa. O que tem a Federação Russa a ver com estes dois conceitos? Rigorosamente nada. Não os criou, não os orienta, nem sequer consegue compreender, até hoje, quem é que compõe estas supostas redes, uma vez que são conceitos criados por entidades ocidentais para encaixar pessoas e entidades que se
Vamos para a guerra com a Rússia? Muito bem. Mas o primeiro a ser mobilizado é o filho do cherne que entrou no Banco de Portugal pela porta do cavalo. Certo?
Este é o resultado da votação anual do projecto de resolução da Assembleia-Geral da ONU para combater a glorificação do nazismo, do neonazismo e outras formas de discriminação. Portugal votou contra. Dizem que não há nazismo, nem neonazismo para combater, deixem-no ser glorificado. 114 a favor, mais do dobro dos 52 contra. Percebem o que é a verdadeira omunidade internacional?
Até a Euroclear tenta chamar à Terra os lunáticos que dominam Bruxelas sobre os perigos de confisco de activos russos. Por cá, vemos alucinados e irresponsáveis regozijarem-se nas televisões com os seus comentários acéfalos sobre algo que pode custar ainda mais à Ucrânia e à UE
Timur Mindich, dono da produtora de televisão Kvartal, e amigo de Volodymyr Zelensky - com quem co-produziu o famoso documentário "Servo do Povo" que catapultou Zelensky para a Presidência da Ucrânia - fugiu do país após saber que várias propriedades suas foram alvo de buscas pela NABU. De chamadas interceptadas pela NABU que foram agora tornadas públicas, após ter conhecimento destas diligências da NABU, foram interceptadas conversas entre Zelensky e German Galushchenko, o Ministro da Justiça agora destituído, que sugerem que Zelensky foi avisado por Mindich.
Caso Energoatom: - Mais de 1.000 horas de conversações telefónicas interceptadas; - Diligências da NABU e da SAPO junto de pessoas próximas de Zelensky; - Publicidade das operações. Percebem porque é que Zelensky quis acabar com a independência da NABU e da SAPO?