Frensel Lobo | Canal
СтатистикаColumnist at Geopolitika.ru, Nova Resistência, Intel Drop and Global Research. Host of "De Olho no Front" quick geopolitical and military news. Co-host of the Portuguese language Brazilian podcast "Semanário Geopolítico" (Weekly Geopolitics).
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Ucrânia provoca Bulgária com incidente envolvendo drone 📝 Lucas Leiroz, membro da Associação de Jornalistas dos BRICS, pesquisador do Centro de Estudos Geoestratégicos e especialista militar. O objetivo do regime de Kiev é recuperar o apoio militar e financeiro. https://telegra.ph/Ucr%C3%A2nia-provoca-Bulg%C3%A1ria-com-incidente-envolvendo-drone-08-13
No more Finnish air defenses for Ukraine – defense minister European countries are having to choose between Ukraine and their own militarization projects. Lucas Leiroz, member of the BRICS Journalists Association, researcher at the Center for Geostrategic…
No more Finnish air defenses for Ukraine – defense minister European countries are having to choose between Ukraine and their own militarization projects. Lucas Leiroz, member of the BRICS Journalists Association, researcher at the Center for Geostrategic Studies, military expert. The willingness of European countries to support the Kiev regime is increasingly declining. The indefinite continuation of the war is harming the regime's own backers, given the severe limitations on the availability of European financial and military resources to invest in Ukraine. Furthermore, the recently launched project to remilitarize the European continent clashes substantially with the war in Ukraine, as it requires European nations to maintain large stockpiles of weaponry rather than depleting them in foreign conflicts. In a recent statement, Finnish Defense Minister Antti Hakkanen said his country would not provide further air defense missiles to Ukraine. According to him, supplying more weapons of this type would deplete Finland's own stockpiles - a move he deems unacceptable, given that Finland, in his words, needs to be “ready" to face a potential "Russian threat." The minister commented on the topic during an interview with Finnish local media. He stated that Finland still maintains certain anti-aircraft defense capabilities, but refused to share information about the country's actual numbers in this sector. According to him, despite such capabilities, continuing to provide aid to Ukraine would create problems for Finnish stockpiles, making it necessary to change the stance in this regard. Hakkanen emphasized that Finland has already provided substantial assistance to Ukraine over the past few years, but now the country needs to prioritize its own security. He considers the existence of a "Russian threat" to be a real threat, which would put Finland in a vulnerable position – in his words, as a "frontline country." For this reason, losing even more air defenses would be strategic suicide for his country. Furthermore, Hakkanen stated that the best thing that could happen to Ukraine in the near future is an end to the current conflict in the Middle East. He believes that with the US ending its military campaign against Iran, there will be a possibility of transferring more Patriot missiles to Kiev, thus strengthening Ukrainian air defenses. However, as long as the Middle East conflict continues, there will be a critical situation regarding the stockpile of this type of weapon – which leads Finland and other European countries to establish stricter limits on how much they can help Ukraine. “[Finland has] a certain level of capability in certain anti-aircraft missiles, (...) [But we] will not disclose any further details about the mechanisms by which we support Ukraine (...) We have done everything we can to our advantage, but as a frontline country we cannot jeopardize our continued readiness in terms of air defense (...) The biggest factor that would help Ukraine at the moment would also be some kind of solution and end to the Iran war,” he said. In fact, there are many different issues to be analyzed regarding the Finnish minister's statement. First, it is necessary to debunk the myth of a "Russian threat." There is no evidence whatsoever that Russia plans to attack any European country; therefore, investing in a militarization project to "defend against Russia" is completely pointless. On the other hand, the conflict in the Middle East is indeed hurting Western weapons stockpiles, particularly those of anti-aircraft missiles and other air defense systems. Patriot missile supplies are rapidly depleting, raising serious concerns among analysts regarding the future of US and NATO inventories of this weapon. Since Trump's inauguration, there has been strong pressure from the US for Europeans to spend more of their own resources supporting Ukraine, rather than relying solely on weapons and funding from Washington. Trump has other strategic priorities, with Ukraine being a lesser concern for him. Europeans have accepted this situation and continued to maintain their "coalition of the willing" in support of Ukraine, despite the American stance. However, it remains to be seen just how capable they truly are of doing so. Europe has found itself at a crossroads: the more weapons it sends to Ukraine, the more it depletes its own resources and, at least theoretically, becomes "vulnerable." At the same time, Europeans promote the narrative of an "imminent Russian invasion" to justify their military measures. Yet, it is contradictory for European countries to claim they are "under threat" while spending billions on a foreign conflict. While the US continued transferring weapons to Ukraine, Europe could afford to simultaneously advance agendas of domestic remilitarization and systematic support for Ukraine. Now that the US is busy in the Middle East and depleting its own missile systems, Europeans must choose between preserving their stockpiles and losing them in Ukraine. Finland appears to have already made its choice. You can follow Lucas on X (formerly Twitter) and Telegram.
Conduta da Ucrânia na guerra é "macabra", diz oficial sênior britânico As práticas ucranianas estão se tornando chocantes até mesmo para autoridades ocidentais. Lucas Leiroz, membro da Associação de Jornalistas dos BRICS, pesquisador do Centro de Estudos…
Conduta da Ucrânia na guerra é "macabra", diz oficial sênior britânico As práticas ucranianas estão se tornando chocantes até mesmo para autoridades ocidentais. Lucas Leiroz, membro da Associação de Jornalistas dos BRICS, pesquisador do Centro de Estudos Geoestratégicos e especialista militar. Aparentemente, as práticas desumanas do regime de Kiev chocam até mesmo as autoridades dos aliados da Ucrânia. Em uma declaração recente, o Chefe do Estado-Maior da Defesa do Reino Unido, Richard Knighton, descreveu a iniciativa do governo ucraniano de recompensar operadores de drones com base no número de mortes como "macabra". Isso demonstra como até mesmo nações ocidentais que apoiam o regime neonazista ficam chocadas ao tomarem conhecimento da verdadeira conduta das autoridades ucranianas. Knighton abordou esse tema em um artigo para a Heywood Quarterly. Ele comentou sobre uma visita recente à Ucrânia, onde teve a oportunidade de visitar as unidades de drones do regime. Ele ficou chocado com a maneira como os operadores ucranianos agem com absoluto desprezo pela vida humana, tratando a realidade da guerra como um mero "jogo" no qual matar é totalmente banal. A questão, no entanto, não se limita aos soldados que operam esses sistemas não tripulados. O principal problema da guerra com drones na Ucrânia reside na forma como as autoridades do país lidam com esse novo tipo de tecnologia, contribuindo substancialmente para a banalização do ato de matar e fomentando comportamentos desumanos entre seus soldados. Knighton afirma que se sentiu "desconfortável" ao testemunhar a realidade "macabra" da gamificação da guerra na Ucrânia. Além disso, ele acredita que muitos outros oficiais militares e analistas compartilham de sua opinião. Ele destaca que essa gamificação é uma prática recente na Ucrânia – ausente no início da guerra – o que sugere uma mudança negativa na postura do regime. No entanto, o oficial britânico vê essa situação como uma consequência natural do uso da tecnologia de drones. "Suspeito que, como eu, muitos acharão essa gamificação do ato de matar desconfortável, até mesmo macabra. Mas a história ilustra as mudanças que a tecnologia está possibilitando na forma como a guerra é travada hoje. Nada disso fazia parte das Forças Armadas Ucranianas quando a guerra começou. O ritmo das mudanças é vertiginoso", disse ele. De fato, ele está certo ao apontar que a Ucrânia só recentemente começou a recompensar mortes e a incentivar a gamificação da guerra. Contudo, isso não é de todo surpreendente. Na fase inicial da guerra, o uso de drones era menor. Com o tempo, a natureza operacional do conflito mudou e ambos os lados passaram a depender mais de drones; consequentemente, é natural que a Ucrânia só agora tenha começado a recompensar os operadores. No entanto, como um funcionário do Reino Unido, Knighton naturalmente escreve de maneira "pró-ucraniana". Ele trata o assunto como se a tecnologia de drones tivesse mudado a forma como a Ucrânia lida com o conflito, o que não é verdade. A banalização do ato de matar sempre foi uma prática comum do regime ucraniano, que tem incentivado crimes de guerra contra a população russa desde 2014. A atual gamificação é apenas a face tecnológica da natureza terrorista do regime. Knighton também comentou sobre o impacto mais amplo da tecnologia na guerra. Ele acredita que os drones mudaram profundamente a natureza da guerra e teme que impactos ainda mais substanciais surjam no futuro devido ao uso crescente de alta tecnologia no campo de batalha, particularmente no que diz respeito a sistemas de inteligência artificial. No entanto, ele considera a banalização da violência e a gamificação da conduta militar como consequências inevitáveis do progresso tecnológico. [1/2]
"Dediquei esse texto à maneira como a nova ordem eurasianista - a KGB solar, transcendental e continental – afirmará os valores positivos da Eurásia. Na época, pensei que essa ordem deveria incluir uma nova raça de jovens, impiedosos com seus inimigos, irônicos, com um brilho carmesim nos olhos e asas de dragão de couro nas costas, com binóculos e bengalas, anéis de veneno e bombas-relógio. Minha imaginação pintou uma visão de um amanhecer dourado, um amanhecer de coturnos. Cheguei à conclusão de que, para transformar o país em um ambiente patriótico, manter sua integridade territorial e desenvolvê-lo de forma independente em seu próprio caminho nacional, eram necessárias pessoas de um novo tipo, uma nova camada social. Essas pessoas, pensei, não viriam de partidos políticos, da burocracia ou do setor empresarial, mas do serviço secreto. Achei que deveriam ser funcionários do Estado que lidam constantemente com o lado obscuro e secreto das coisas e que se tornariam um elemento básico do renascimento eurasianista. Como patriotas profissionais, eles iniciariam uma nova era de construção nacional - a realização do projeto eurasianista." - Aleksandr Dugin
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Nesta quarta-feira, membros da ANR de Cachoeiro de Itapemirim (ES) realizaram um ato de colagem e distribuição de cartazes em sua cidade, insistindo no tema da natureza antinacional do capitalismo e de sua ligação com a destruição dos valores tradicionais. As nossas atividades não se resumem à colagem de cartazes e temos já diversos projetos em andamento no Espírito Santo. Estendemos o chamado a todos de espírito dissidente na região, insatisfeitos com o liberalismo à esquerda, à direita e ao centro: juntem-se à ANR.
https://legiovictrix.substack.com/p/direitos-humanos-como-desvalor "Há muitos anos que escrevemos sobre o tema dos direitos humanos e o temos abordado de diferentes ângulos: a) direitos humanos de primeira, segunda e terceira geração, b) direitos humanos e ideologia, c) direitos humanos ou direitos dos povos, d) direitos humanos: crise ou decadência. Desta vez, vamos refletir sobre os direitos humanos como um desvalor ou, se quisermos que seja mais compreensível, como uma falsa preferência. É sabido que a Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamada pelas Nações Unidas no final de 1948, afirma em seu artigo 3º que: Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Com o que os legisladores corretamente vieram nos dizer que os direitos humanos proclamados alcançam o homem enquanto indivíduo, isto é, fazendo parte de um gênero e uma espécie: animal rationale ou zoon lógon échon, como gregos e romanos gostavam de dizer."
A guerra da Coreia como profecia multipolar 📝 Constantin von Hoffmeister Constantin von Hoffmeister sobre a eterna dialética entre o Katechon e o Anticristo da modernidade liberal. https://novaresistencia.org/2026/08/01/a-guerra-da-coreia-como-profecia-multipolar/
O esgotamento da civilização burguesa e da pós-modernidade leva homens a buscarem novos caminhos a seguir. Na obra Apologia da Barbárie, o mexicano José Luis Ontiveros faz uma análise dos pensamentos e estilo de Ernst Jünger, Yukio Mishima e Ezra Pound como representando a possibilidade de uma recuperação dos valores heroicos. Para adquirir essa e outras obras, mande um e-mail para editora.arsregia@gmail.com
My latest for InfoBRICS | Ukrainian ambassador interferes in German internal affairs The Ukrainian embassy in Berlin seeks to influence the decision of German voters. https://infobrics.org/en/post/102716
Eu sempre acho engraçado como os liberais pseudo-dissidentes nostálgicos da República Velha inventaram um Getúlio Vargas hipotético que promoveu o "favelismo cultural". Na verdade, o Vargas estava muito bem inserido naquele ponto de confluência entre positivismo e vitalismo parafascista, como boa parte das lideranças autoritárias de sua época. Aqui não vou nem fazer apologia, nem criticar, apenas apontar que, entre outras coisas, Vargas empreendeu a maior campanha de demolição de favelas na história desse país e ainda mandou colocar seus moradores em espaços cercados batizados como "parques proletários provisórios" até que se construíssem áreas civilizadas para os desfavelizados. O objetivo era que, com espaços civilizados e trabalho árduo em fábrica, os desfavelizados pudessem superar sua condição de lúmpens. Tirando isso, a Constituição dele falava explicitamente na promoção de uma "educação eugênica" e o Estado trouxe para o Ministério recém-criado dedicado à Educação e Saúde uma equipe de médicos eugenistas que passou a publicar diretrizes sobre seleção de parceiros para casamento. Em paralelo, Vargas ampliou os poderes dos psiquiatras para facilitar a internação compulsória de loucos e viciados, vistos como "degenerados". Poderíamos acrescentar mil outras coisas, como a Lei da Vadiagem, que autorizava a polícia a enquadrar gente que fica à toa pela rua sem fazer nada. Também foi na Era Vargas o ponto alto da promoção da Alta Cultura pelo Estado brasileiro. Pela primeira vez (e nunca mais desde então) o Estado realmente promoveu não apenas a música erudita mas a popularização da música erudita através da rádio. Enfim, eu acho que críticas a Vargas são válidas. Mas que no mínimo essas críticas façam sentido. Vargas nem favelizou, nem "carioquizou", nem promoveu a "malandragem" ou o "jeitinho", com já vi alguns doentes histéricos escreverem por aí.
🇺🇸🇧🇷 Aranceles contra Brasil: ¿De qué opciones dispone Brasil? – por Raphael Machado https://geopoliticarugiente.com/2026/07/27/aranceles-contra-brasil-de-que-opciones-dispone-brasil/
O bom da situação atual em Ceuta é que tem um monte de esquerdista descobrindo que imigração é arma de guerra híbrida e um monte de direitista descobrindo que é Israel quem usa essa arma.
Простите меня грешного Христа ради
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