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Daniel Ferraz

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  • Daniel Ferraz pinned «Meus caros amigos, O e-book “Catolicismo e Perenialismo: Ensaio sobre a Falsa Tradição”, em seus dois tomos, está com preço promocional de R$ 50,00 via PIX. Para adquiri-lo, basta realizar o PIX para canaldanielferraz@gmail.com e enviar o comprovante para…»

  • Em seguida à nossa superlive, teremos um tema, digamos, “inédito”, tanto no canal quanto nas discussões sobre catolicismo e esoterismo. Falaremos sobre o dogma da Theotókos contra o esoterismo pérfido do Eterno Feminino e suas influências antigas e modernas. Em breve, será disponibilizada a apostila gratuita para estudo prévio! Vamos seguir firmes com este trabalho!

  • Pessoal, Segue o link da nossa transmissão de amanhã! Aguardo todos vocês às 14h! :) https://www.youtube.com/watch?v=yggyXSzu9zQ

  • https://youtu.be/l3eLKW9xvlA?is=Yh56vfT06Q9-8PT_

  • Pessoal, Faremos nossa superlive sobre Filosofia Política e a Crise da Modernidade neste sábado (15), às 14h. Preparem vossos cafezinhos, pois será uma live longa, seguindo o conteúdo que foi apresentado na apostila. Aguardo todos vocês!

  • Meus caros amigos, O e-book “Catolicismo e Perenialismo: Ensaio sobre a Falsa Tradição”, em seus dois tomos, está com preço promocional de R$ 50,00 via PIX. Para adquiri-lo, basta realizar o PIX para canaldanielferraz@gmail.com e enviar o comprovante para esse mesmo e-mail. Assim que receber a confirmação, enviarei o livro o mais rapidamente possível. E uma observação importante: aqueles que ainda não possuem as apostilas gratuitas e o meu livro “A Confraria dos Malditos” podem apenas mencionar isso no e-mail ao enviar o comprovante. Enviarei, junto com os dois tomos de “Catolicismo e Perenialismo”, todo esse material. Essa redução no valor se deve, neste momento, a uma necessidade financeira familiar. Por isso, além de possibilitar que mais pessoas tenham acesso ao trabalho, essa aquisição também me ajudará a atravessar mais este período. Que Deus os abençoe!

  • https://www.youtube.com/watch?v=SXDhnBM0_38

  • Minha participação hoje na transmissão do canal Tropa84. Os fundamentos revolucionários da direita e da esquerda. https://www.youtube.com/watch?v=hnm2Q7wBHBs

  • 7 авг.435121

    Mais um trecho do meu novo livro "Catolicismo e Perenialismo - Ensaio sobre a falsa tradição". Ainda não adquiriu? Basta fazer um pix de R$100,00 para o e-mail canaldanielferraz@gmail.com e enviar o comprovante! "Uma das forças mais sedutoras do pensamento de René Guénon reside naquilo que ele chama de “metafísica pura” — uma ciência do ser absoluto, uma doutrina do real que não depende da razão discursiva, da religião institucional ou da experiência psicológica. Em sua visão, a metafísica não é uma construção filosófica nem uma teologia revelada: é a intuição direta e imediata do Uno supremo, anterior a toda dualidade, a toda distinção e a todo limite. Essa metafísica pura, que ele distingue tanto da filosofia grega quanto da teologia cristã, inspira-se claramente nas doutrinas orientais, especialmente no Advaita Vedanta. O que ela busca é a identificação do ser individual com o Brahman — a Realidade última, impessoal, incondicionada, infinita e sem atributos (nirguna). Guénon aceita plenamente a máxima vedântica: tat tvam asi — “tu és aquilo”. O homem, para ele, não é uma criatura chamada à salvação, mas uma manifestação do Uno, cujo destino é dissolver-se de novo no princípio originário do qual emergiu por ilusão. A crítica cristã começa aqui. Porque essa metafísica, apesar de sua altura conceitual, é a negação direta da distinção fundamental entre Criador e criatura. Ela suprime a alteridade, a liberdade e a pessoalidade que constituem o coração da Revelação. Ao dissolver o ser humano na unidade sem diferença, ela nega o mistério do amor — pois o amor supõe dois. Ao reduzir o real ao absoluto impessoal, ela torna impossível o dom de si, a entrega, a reciprocidade. Em última instância, ela nega a possibilidade da Encarnação: pois um Deus que é só Ser absoluto não pode descer, sofrer, redimir — Ele só pode absorver. O fascínio pelo Uno, portanto, é — em Guénon — uma fuga da Cruz. A beleza formal de sua doutrina é inegável; mas ela está a serviço de um silêncio radical sobre Cristo. Seu Absoluto não ama. Seu Princípio não fala. Seu Uno não salva."

  • Leiam com calma e entendam todas as nuances de um autor que escrevia seus artigos como "Esfinge" - "Decifra-me ou Devoro-te". E entendam, com caridade, a importância de um livro desse teor nos dias atuais no Brasil. Obrigado.

  • 5 авг.477113

    Chegamos, assim, ao ponto em que toda a arquitetura guenoniana deve enfrentar aquilo que procurava transcender. O Cristianismo não apresenta Cristo como símbolo privilegiado de uma verdade metafísica anterior a Ele, mas como o próprio Verbo eterno feito carne; não apresenta a Igreja como uma forma tradicional entre outras, mas como sociedade fundada pelo próprio Cristo para conservar e transmitir o depósito recebido; não apresenta a Revelação como expressão exterior de uma doutrina esotérica primordial, mas como ato gratuito mediante o qual Deus comunica ao homem verdades que ultrapassam as capacidades naturais de sua inteligência. Entre a Tradição primordial guenoniana e a Revelação cristã existe, portanto, uma alternativa metafísica e teológica que nenhuma linguagem de correspondências simbólicas consegue eliminar. Ou o Verbo verdadeiramente entrou na história e a história recebeu d'Ele um centro objetivo, ou devemos procurar acima do próprio Cristianismo uma realidade tradicional mais universal que explique e relativize sua pretensão de unicidade. Aceitar simultaneamente ambas as coisas significaria violar o próprio princípio de não contradição. É precisamente nesse ponto que a beleza simbólica do “Centro Supremo” encontra seu limite diante da sobriedade da sã filosofia e da extraordinária concretude do dogma católico: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.”

  • 5 авг.356101

    É precisamente aqui que aparece um elemento profundamente coerente com toda a economia católica: a visibilidade da Igreja corresponde à própria lógica da Encarnação. O Verbo não permaneceu como um princípio metafísico oculto por detrás das religiões. O Verbo fez-se carne e habitou entre nós (Jo 1,14). Deus entrou realmente na história, falou mediante palavras humanas, escolheu homens concretos, instituiu sinais sacramentais, fundou uma Igreja visível, padeceu publicamente sob Pôncio Pilatos, morreu numa Cruz e ressuscitou corporalmente. Há na economia cristã uma concretude que se opõe radicalmente à tentação de procurar, para além da história, uma verdade religiosa superior aos acontecimentos pelos quais o próprio Deus quis revelar-se. O Cristianismo não ensina que devemos escapar da história para encontrar uma verdade suprarreligiosa escondida atrás das diferentes tradições; ensina que a própria Verdade entrou na história. É justamente sob essa luz que deve ser julgada a sedução intelectual exercida pelo sistema guenoniano. Guénon percebe corretamente a necessidade da tradição contra o individualismo, da hierarquia contra a dissolução igualitária e da transcendência contra o materialismo moderno. Todavia, procura essas realidades numa estrutura supostamente superior às religiões históricas precisamente quando o Catolicismo afirma que Deus já lhes concedeu uma forma objetiva e concreta mediante a Revelação, a Encarnação e a constituição da Igreja. O problema fundamental do Perenialismo, portanto, não consiste em possuir “tradição demais”, mas em não levar suficientemente às últimas consequências o mistério da Encarnação. Diante do Centro Supremo, o católico encontra Cristo; diante de uma tradição primordial reconstruída mediante correspondências entre diferentes religiões, encontra a Revelação confiada à Igreja; diante da iniciação reservada a determinados círculos, encontra o Evangelho destinado a todas as nações; diante de uma autoridade espiritual suprarreligiosa, encontra a autoridade publicamente conferida por Cristo aos Apóstolos e singularmente a Pedro. Por essa razão, Roma e Agartha não podem ser tratadas simplesmente como dois centros espirituais concorrentes, como se estivéssemos escolhendo entre duas formas equivalentes de autoridade religiosa. A oposição encontra-se num plano muito mais profundo. Se a plenitude da Revelação entrou verdadeiramente na história em Jesus Cristo e foi confiada à Igreja por Ele fundada, nenhuma Tradição primordial pode colocar-se acima dessa Revelação sem necessariamente relativizá-la. Se, ao contrário, existe uma tradição metafísica universal da qual o Cristianismo constitui apenas uma manifestação particular, então a pretensão católica acerca da singularidade de Cristo e da Igreja deve necessariamente ser abandonada. O princípio de não contradição impede que ambas as proposições sejam verdadeiras simultaneamente e sob o mesmo aspecto.

  • 5 авг.291101

    Encontramo-nos, portanto, diante de uma oposição que não pode ser resolvida mediante uma simples conciliação terminológica. A doutrina católica afirma uma Revelação pública cuja plenitude encontra-se em Jesus Cristo; o sistema guenoniano procura reconhecer uma Tradição primordial metafísica anterior às formas religiosas históricas e capaz de explicá-las a partir de um princípio superior. Esses dois princípios não podem ocupar simultaneamente o mesmo vértice lógico. Se Cristo é verdadeiramente o Verbo Encarnado, a plenitude da verdade religiosa não pode encontrar-se numa metatradição situada acima do Cristianismo, porque aquilo que fosse superior à Revelação realizada pelo próprio Verbo deveria possuir uma dignidade epistemológica e metafísica superior ao próprio ato histórico mediante o qual Deus se revelou aos homens. Para conservar sua estrutura, o Perenialismo precisa, portanto, relativizar inevitavelmente o Cristianismo enquanto uma das manifestações particulares de uma realidade tradicional mais universal. É precisamente nesse ponto que a aparente reverência guenoniana pelas religiões começa a revelar sua incompatibilidade radical com a afirmação cristã. A dificuldade não permanece apenas no campo teológico. Ela penetra diretamente na metafísica. Para Santo Tomás de Aquino, Deus é Ipsum Esse Subsistens, o próprio Ser subsistente, absolutamente simples e transcendente a toda criatura. Entre Deus e os entes criados existe participação analógica, jamais continuidade substancial. Também a ordem sobrenatural procede da iniciativa absolutamente livre de Deus, de maneira que o homem não alcança o sobrenatural mediante o desenvolvimento autônomo de uma capacidade esotérica escondida em sua natureza, mas porque Deus gratuitamente se revela e o eleva pela graça. O movimento característico do sistema iniciático tende a inverter essa ordem ao fazer do símbolo o caminho para a iniciação, da iniciação o caminho para um conhecimento reservado e desse conhecimento a via de acesso aos princípios superiores. A economia católica possui uma estrutura inteiramente diversa: Deus revela-se, o homem recebe pela fé aquilo que Deus revelou, a graça eleva a natureza e a inteligência, iluminada pela fé, pode contemplar mais profundamente as verdades que lhe foram comunicadas. A prioridade permanece sempre do lado de Deus, nunca de uma ascensão iniciática da inteligência humana. A própria concepção guenoniana de autoridade apresenta outra dificuldade considerável. Toda autoridade doutrinal que pretenda garantir objetivamente a conservação da verdade precisa ser reconhecível enquanto autoridade. Uma instância cuja existência não pode ser publicamente determinada, cujos representantes não podem ser identificados com certeza e cujo conteúdo doutrinal necessita ser reconstruído mediante comparações entre símbolos e tradições encontra enorme dificuldade para desempenhar precisamente a função que lhe foi atribuída, isto é, garantir a integridade da transmissão espiritual. A sucessão apostólica apresenta uma estrutura diametralmente oposta. Pedro é historicamente identificável; os Apóstolos são identificáveis; seus sucessores podem ser reconhecidos; o ensinamento é publicamente professado; os sacramentos possuem sinais sensíveis; os concílios formulam proposições determinadas; o Magistério pode declarar objetivamente aquilo que pertence ou não ao depósito da fé. A Igreja, portanto, possui a capacidade de dizer publicamente: isto recebemos, isto cremos e isto ensinamos.

  • 5 авг.275121

    DEMONSTRAÇÃO DE EXPOSIÇÃO E REFUTAÇÃO DA TESE DO "REI MUNDO" OU "CENTRO SUPREMO", apenas como exemplo do método do livro: A primeira coisa que deve ser reconhecida em René Guénon é justamente aquilo que torna seu pensamento intelectualmente sedutor: sua percepção de que uma civilização não pode subsistir espiritualmente sem princípio, hierarquia, transmissão e autoridade. Contra o individualismo moderno, Guénon compreende que a verdade não nasce da opinião privada do indivíduo e que uma tradição autêntica não pode ser fabricada arbitrariamente por cada geração. Há, portanto, em seu diagnóstico da modernidade, a percepção de um problema verdadeiro. A ruptura começa quando deixamos de contemplar aquilo que Guénon combate e passamos a perguntar positivamente qual autoridade possui realmente o direito de transmitir a verdade acerca de Deus e por quais critérios essa autoridade pode ser reconhecida. É precisamente aqui que devemos abandonar momentaneamente o fascínio produzido pela linguagem simbólica guenoniana e regressar aos primeiros princípios da lógica aristotélica. Nenhuma conclusão pode possuir maior certeza do que aquela permitida pelos princípios dos quais procede. Se Guénon afirma a existência de uma Tradição primordial universal, transmitida através de diferentes formas tradicionais e conservada por uma autoridade espiritual superior às particularidades históricas dessas mesmas formas, torna-se inevitável perguntar como sabemos que esse Centro Supremo existe e mediante qual autoridade reconhecemos a autenticidade da doutrina que lhe é atribuída. Se sua existência é demonstrável racionalmente, deve ser demonstrada por argumentos cujas premissas possam ser conhecidas e examinadas. Se é conhecida por revelação, torna-se necessário determinar quem revelou sua existência e quais sinais garantem a autenticidade dessa revelação. Se, finalmente, seu conhecimento depende da própria tradição iniciática, surge uma dificuldade lógica ainda mais profunda, pois a iniciação será considerada verdadeira porque procede da Tradição, enquanto a Tradição será considerada verdadeira porque é transmitida pela iniciação. Temos, assim, aquilo que a tradição lógica aristotélica reconhece como uma forma de petitio principii: aquilo que deveria ser demonstrado reaparece, sob outra forma, entre as próprias premissas da demonstração. Essa dificuldade torna-se ainda mais grave quando confrontamos a construção guenoniana com a Revelação cristã. Nosso Senhor Jesus Cristo não prometeu à humanidade uma autoridade espiritual invisível escondida por detrás das religiões, nem confiou a conservação da verdade revelada a um centro iniciático cuja existência somente pudesse ser reconhecida mediante símbolos e correspondências tradicionais. Cristo fundou uma sociedade concreta, escolheu Apóstolos concretos e confiou uma missão igualmente concreta a São Pedro quando lhe disse: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,18). Posteriormente, ordenou aos Apóstolos que ensinassem todas as nações, transmitindo aquilo que deles havia exigido e prometendo permanecer com sua Igreja até a consumação dos séculos (Mt 28,19-20).

  • https://www.youtube.com/watch?v=pwpcnjxtKiE&t=1s Link da Live: https://www.youtube.com/watch?v=kKEXUBm67fw Para adquirir o e-book “Catolicismo e Perenialismo” (614 páginas em formato A4), basta realizar um PIX no valor de R$ 100,00 para a chave canaldanielferraz@gmail.com e enviar o comprovante para este mesmo e-mail. Enviarei o e-book o mais breve possível. Que Deus o recompense!

  • Daniel Ferraz pinned «Para adquirir o e-book “Catolicismo e Perenialismo” (614 páginas em formato A4), basta realizar um PIX no valor de R$ 100,00 para a chave canaldanielferraz@gmail.com e enviar o comprovante para este mesmo e-mail. Enviarei o e-book o mais breve possível. Que…»

  • Para adquirir o e-book “Catolicismo e Perenialismo” (614 páginas em formato A4), basta realizar um PIX no valor de R$ 100,00 para a chave canaldanielferraz@gmail.com e enviar o comprovante para este mesmo e-mail. Enviarei o e-book o mais breve possível. Que Deus o recompense!

  • Olá, meus amigos. Um Santo domingo a todos! Hoje, às 15h, teremos transmissão no canal. Aguardo vocês! Link: https://www.youtube.com/watch?v=kKEXUBm67fw

  • Tenho trabalhado insistentemente em assuntos que autores especialistas tratam a respeito do gnosticismo histórico, metafísico e teológico. Porém, como muitas dessas obras estão em língua francesa e parte delas em língua inglesa, é fato que devemos — e muito — ao Prof. Orlando Fedeli a difusão desse conhecimento. Contudo, seja pelo modo polemista do professor, seja por não ter catalogado e estruturado sua doutrina em uma unidade coesa, cabe aos seus alunos — diretos ou indiretos — realizar esse trabalho. Modéstia à parte, creio estar fazendo isso de maneira inédita no Brasil. Digo de maneira inédita porque, além de utilizar o método do Prof. Fedeli, tive de conciliar outros intelectuais que não necessariamente concordavam com o professor, mas que também defendiam posições antignósticas e antimodernistas. Por mais que essas questões não tenham apelo para o público do "homem-massa", como dizia Ortega y Gasset, elas são de grande valia para as almas — sobretudo para os católicos — que tanto anseiam compreender o fundamento da Revolução.

  • Engatilhado ao conteúdo já disponibilizado e a superlive que marcaremos, já estou trabalhando num dos assuntos que já foram tratados por muitas pessoas, mas não de uma maneira bem estruturada, que é a questão da verdadeira Mariologia em contraste com a gnose do Eterno Feminino. Aguardem, pois será mais um grande trabalho do canal!