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Статистика⛪️ A verdadeira arte sacra leva o homem à adoração, à oração e ao amor de Deus, Criador e Salvador, Santo e Santificador” (CIC §2502). Livros Católicos https://t.me/livroscatolicosbrasil
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“Não esqueçamos que Jesus não apenas sofreu, mas também ressuscitou na Glória; assim também nós vamos para a Glória da Ressurreição pelo caminho do sofrimento e da Cruz.” São Maximiliano Maria Kolbe
"Jesus Crucificado tem que ser a Vida da Alma; todas as três faculdades, a memória, o intelecto e a vontade, devem pertencer a Jesus Crucificado." Beata Elisabetta Renzi (1786 - 1859) Fundadora da Congregação das Irmãs Mestras Pias da Dolorosa
"A Perfeição Cristã não tem outro fim senão a Caridade, que nos une a Deus." Santo Alberto Magno, Doutor da Igreja
“Devemos estar na presença de Jesus na Eucaristia, assim como os Santos no Céu estão na presença da Essência Divina.” Santa Teresa de Ávila, Doutora da Igreja
"A Cruz é o caminho para o Paraíso, mas somente quando é carregada de bom grado." São Paulo da Cruz
"O silêncio é mais proveitoso que a fala, pois, como foi dito: "As palavras dos sábios são ouvidas até no silêncio." São Basílio Magno; Doutor da Igreja
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“Para compreender mais profundamente quem é a Imaculada, é absolutamente indispensável reconhecer o próprio nada e decidir oferecer uma oração humilde para obter a graça de conhecê-La.” São Maximiliano Maria Kolbe
São Maximiliano Maria Kolbe, mártir da caridade, prisioneiro número 16670, ofereceu-se no lugar de Franciszek Gajowniczek, que era casado e tinha um filho. “Sou um padre católico polonês. Quero morrer no lugar deste homem.”
Hoje a Igreja celebra são Maximiliano Maria Kolbe, o mártir da caridade “Por Jesus Cristo estou disposto a qualquer tipo de sofrimento. A Imaculada está comigo e ela me ajuda”, costumava dizer são Maximiliano Kolbe, sacerdote que morreu mártir em um campo de concentração nazista e cujo memória litúrgica a Igreja celebra hoje (14). São Maximiliano Maria Kolbe nasceu na Polônia em 8 de janeiro de 1894 na cidade da Zdunska Wola, que naquele tempo estava ocupada pela Rússia. Foi batizado com o nome Raimundo, na Igreja paroquial. Aos 13 anos, ingressou no seminário franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais, na cidade polonesa do Lvov, a qual, por sua vez, estava ocupada pela Áustria. No seminário, adotou o nome de Maximiliano. Finalizou seus estudos em Roma e em 1918 foi ordenado sacerdote. Texto completo: https://www.acidigital.com/noticia/52821/hoje-a-igreja-celebra-sao-maximiliano-maria-kolbe-o-martir-da-caridade
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As palavras dos Papas Dos dois esposos Deus faz uma só existência. A Bíblia usa uma expressão forte e diz «uma só carne», tão íntima é a união entre o homem e a mulher no matrimónio! Eis precisamente o mistério do matrimónio: o amor de Deus reflecte-se no casal que decide viver junto. Por isso, o homem deixa a sua casa, a casa dos seus pais, e vai viver com a sua mulher, unindo-se tão fortemente a ela que os dois se tornam — reza a Bíblia — uma só carne. (...) No sacramento do Matrimônio há um desígnio deveras maravilhoso! E realiza-se na simplicidade e até na fragilidade da condição humana. Bem sabemos quantas dificuldades e provas enfrenta a vida de dois esposos... O importante é manter viva a união com Deus, que está na base do vínculo conjugal. (...) É verdade que na vida matrimonial existem muitas dificuldades, muitas; (...) E muitas vezes o marido e a esposa tornam-se um pouco nervosos e brigam entre si. (...) Mas não devem entristecer-se por isso, pois a condição humana é mesmo assim! E o segredo é que o amor é mais forte do que o momento do litígio, e é por isso que eu aconselho sempre aos cônjuges: não deixeis que termine o dia em que discutistes, sem fazer as pazes. Sempre! (Papa Francisco, Audiência Geral de 2 de abril de 2014)
"Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?" Jesus respondeu: "Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início" #EvangelhodeHoje Mt 19,3-12
- Primeira Leitura (Ez 16,1-15.60.63) - Salmo: Responsório Is 12,2-4.5-6 (R. 1c) Evangelho (Mt 19,3-12) - Aleluia, Aleluia, Aleluia. - Acolhei a palavra de Deus, não como palavra humana, mas como mensagem de Deus o que ela é, em verdade! Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 3 alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar: "É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?' 4 Jesus respondeu: "Nunca lestes que o Criador, desde o início os fez homem e mulher? 5 E disse: 'Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne'? 6 De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe". 7 Os fariseus perguntaram: "Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?" 8 Jesus respondeu: "Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. 9 Por isso, eu vos digo: quem despedir a sua mulher - a não ser em caso de união ilegítima - e se casar com outra, comete adultério". 10 Os discípulos disseram a Jesus: "Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se". 11 Jesus respondeu: 'Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido. 12 Com efeito, existem homens incapazes para o casamento, porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender, entenda". — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
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Santo Eusébio Romano
Apoteose de Santo Eusébio, afresco em Sant'Eusebio, Roma.
Em memória de: SANTO EUSÉBIO, ROMANO 14 de Agosto Eusébio de Roma (m. c. 357) foi o fundador da igreja no Monte Esquilino, em Roma, que leva seu nome e está listado no Martirológio Romano como um dos santos venerados no dia 14 de agosto. O "Martirológio de Usuardo" o define como sendo um confessor na época do imperador ariano Constâncio II e acrescenta que ele foi enterrado no cemitério de Calisto. Alguns martirológios posteriores afirmam que ele teria sido mártir, definindo-o como um patrício romano e um sacerdote, principalmente nos martirológios latinos. Vida e obras A "Acta Eusebii", descoberta em 1479 por Mombritius e reproduzida por Baluze em sua "Miscellanea" (1678–1715), conta a seguinte história sobre Eusébio: quando o papa Libério recebeu permissão de Constâncio II para voltar para Roma, supostamente ao custo de sua ortodoxia por aceitar a fórmula ariana proposta no Concílio de Sírmio, Eusébio, um padre e defensor ardente do Credo de Niceia, pregou publicamente contra o papa e contra o imperador, chamando-os de heréticos. Quando o partido niceno, que apoiaava o antipapa Félix, foi excluído de todas as igrejas, Eusébio continuou a rezar a missa em sua própria casa. Ele foi preso e levado perante Libério e Constâncio, mas corajosamente repreendeu Libério por abandonar a fé. Por isso, foi atirado numa masmorra com pouco mais de um metro de largura (ou foi aprisionado em sua própria casa), onde passou o tempo em oração até morrer alguns meses depois. Seu corpo foi enterrado no cemitério de Calisto e seu túmulo foi marcado com uma inscrição simples: "Eusebio homini Dei" ("Eusébio, um homem de Deus"). Este ato de gentileza foi realizado por dois padres, Gregório e Orósio, amigos de Eusébio. O primeiro foi preso no mesmo local onde ficou Eusébio e morreu ali, sendo enterrado por Orósio, que revela-se como autor dos "Acta". Admite-se geralmente que estes "Atos" são uma faslificação no todo ou pelo menos em parte, escritos no mesmo espírito (se não pela mesma mão) que a nota sobre Libério no Liber Pontificalis. Os bolandistas e Tillemont notaram algumas dificuldades históricas na narrativa, especialmente o fato de que Libério, Constâncio e Eusébio jamais estiveram em Roma ao mesmo tempo. Constâncio só visitou a cidade uma vez e permaneceu lá por cerca de um mês, numa época que Libério ainda estava exilado. Alguns, aceitando a suposta falta de Libério, superam esta dificuldade afirmando que, a pedido dele, que ressentia o zêlo de Eusébio, o poder secular interferiu e prendeu-o. Não é certo que Eusébio tenha morrido depois do retorno de Libério, durante seu exílio ou muito antes desta época. Diz-se que Sant'Eusebio, a igreja em estilo basilical no Esquilino e dedicada a Eusébio, teria sido construída sobre a sua casa. Ela foi mencionada nos atos de um concílio realizado em Roma pelo papa Símaco em 498 e foi reconstruída pelo papa Zacarias. É atualmente uma igreja titular de um cardeal-presbítero e uma igreja estacional para a sexta-feira posterior ao quarto domingo na Quaresma. Antigamente estava sob os cuidados dos celestinos (uma ordem extinta) e hoje está com os jesuítas. O Calendário Tridentino trazia uma comemoração de Eusébio, logo depois da comemoração da vigília da festa da Assunção de Maria em 14 de agosto, dia no qual a liturgia principal era a da festa de São Lourenço de Roma. A edição típica de 1920 do Missal Romano omitia esta celebração e a vigília da Assunção se tornou liturgia principal juntamente com a comemoração de Eusébio. A revisão do calendário de 1969 removeu a comemoração de Eusébio, mas permitiu que ela continuasse a ser celebrada em sua basílica em Roma.