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Devocional (14/AGO) Livro de Provérbios “O orgulhoso e arrogante chama‑se zombador; ele age com extremo orgulho.” (Provérbios 21:24 NVI) O soberbo é aquele que se julga melhor do que os outros. Coloca-se acima de todos e, por isso, sente-se no direito de zombar dos outros. O presumido se julga mais importante do que é, exalta a si mesmo acima dos demais e enche-se de indignação quando não é honrado ou tratado de forma diferenciada. A soberba não apenas eleva o homem aos próprios olhos; ela também diminui o valor daqueles que estão ao seu redor. O soberbo pode até usar palavras religiosas, mas seu verdadeiro culto é a exaltação do próprio ego. O resultado dessa arrogância, porém, é a reprovação divina. Deus resiste ao soberbo. Ele declara guerra àqueles que levantam monumentos a si mesmos. O soberbo e presumido zomba do próximo porque se sente possuidor de todas as virtudes e vê o próximo como o portador de todos os defeitos. O arrogante procede com indignação e prepotência porque pensa que todos devem se arrastar a seus pés e dar a ele a glória que julga merecer. O soberbo, porém, será humilhado, e sua zombaria voltará contra si mesmo. Quem se exalta diante dos homens acaba descobrindo que ninguém consegue sustentar para sempre o trono que construiu para si. O evangelho nos apresenta um caminho completamente diferente: o caminho da humildade de Cristo. Jesus, sendo Deus, não usou sua glória para humilhar os outros, mas esvaziou-se e assumiu a forma de servo. Na cruz, aquele que tinha todo o direito de ser exaltado escolheu se entregar por pecadores que nada mereciam. Olhar para Cristo confronta nosso orgulho e nos ensina a descer do trono do próprio ego.
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Devocional (13/AGO) Livro de Provérbios “Quem é cuidadoso no que fala evita muitos sofrimentos.” (Provérbios 21:23 NVI) Existe uma sentença popular que afirma que o peixe morre pela boca ou que boca fechada não entra mosquito. A língua desgovernada pode pôr a vida toda a perder. Por isso, precisamos colocar guardas à porta dos nossos lábios e ser tardios para falar. Dificilmente nos arrependemos daquilo que não falamos. Muitas vezes, o silêncio é preferível às palavras tolas. Falar na hora errada, com as pessoas erradas, com a motivação errada e com a tonalidade de voz errada é açoitar-nos com muitos flagelos. Palavras podem construir pontes, mas também podem levantar muros; podem curar feridas, mas também podem abrir feridas profundas. Quantos casamentos já foram desfeitos por causa de palavras irrefletidas! Quantos relacionamentos já foram estremecidos e quebrados por causa de palavras insensatas! Quantas brigas e até mortes já aconteceram por causa de palavras prenhes de malícia e ensopadas de maldade! Há palavras que, depois de pronunciadas, não podem ser recolhidas. Por isso, antes de abrir a boca, precisamos aprender a abrir o coração diante de Deus. Se quisermos preservar nossa alma de angústias, precisaremos primeiro dominar nossa língua. Mas como dominar uma língua que tantas vezes revela o que existe dentro de nós? Precisamos de mais do que autocontrole; precisamos de transformação. Jesus nos mostra que a boca fala do que está cheio o coração. É aos pés de Cristo que entregamos não apenas nossas palavras, mas também as motivações que as produzem. O Espírito Santo nos ensina a falar com graça, verdade e amor. Que hoje Jesus governe nosso coração para que nossas palavras deixem de produzir morte e passem a comunicar vida, graça e esperança.
🟠 DISCIPULADO ABERTO | PR. ISAÍAS FERNANDES Ministro agora no discipulado aberto do Pr. Flavinho: https://m.youtube.com/live/eR-TOz1rXQc?si=MBWE3aJPUI0PAO8U
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Devocional (12/AGO) Livro de Provérbios “O sábio conquista a cidade dos valentes e derruba a fortaleza em que eles confiam.” (Provérbios 21:22 NVI) Os homens costumam confiar em seus recursos, sua inteligência, seu poder ou sua posição, imaginando que essas fortalezas lhes garantem segurança. No entanto, nenhuma muralha é capaz de proteger aqueles que colocam sua confiança em si mesmos. A verdadeira segurança não está nas fortalezas que construímos, mas no Deus em quem confiamos. Até as fortalezas mais impressionantes podem ruir. Edom julgava-se invencível por habitar nas alturas dos penhascos, mas foi abatida pelo Senhor. Da mesma forma, Jeremias declara que o sábio não deve gloriar-se em sua sabedoria, nem o forte em sua força, nem o rico em suas riquezas, mas em conhecer ao Senhor (Jr 9.23-24). A maior fraqueza do ser humano é confiar naquilo que é passageiro em vez de depender daquele que é eterno. A verdadeira sabedoria nos leva à humildade. Ela nos faz reconhecer que o conhecimento sem Deus produz orgulho, a força sem Deus gera autossuficiência, e a riqueza sem Deus cria uma falsa sensação de segurança. O sábio não vence porque é mais poderoso, mas porque aprende a depender do Senhor em todas as circunstâncias. Jesus Cristo é a própria sabedoria de Deus. Pela cruz, Ele venceu o maior de todos os inimigos, não com a força das armas, mas pela obediência. Enquanto o mundo confia em suas fortalezas, Cristo nos convida a descansar nEle, nossa Rocha inabalável. Quem faz de Jesus sua segurança descobre que nenhuma fortaleza humana é tão firme quanto a graça de Deus e que nenhuma vitória é maior do que aquela conquistada por Cristo na cruz.
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Devocional (11/AGO) Livro de Provérbios “Quem segue a justiça e o amor encontra vida, justiça e honra.” (Provérbios 21:21 NVI) A vida é construída pelas escolhas que fazemos diariamente. Cada decisão é uma semente lançada ao solo do futuro. Quem escolhe o caminho da injustiça, do egoísmo e da violência colherá amargura e destruição. Mas aqueles que perseveram na justiça e cultivam o amor experimentarão os frutos de uma vida plena, marcada pela paz, pelo favor de Deus e pelo respeito das pessoas. A justiça e amor não podem ser separados. A justiça sem amor torna-se fria e impiedosa; o amor sem justiça perde sua firmeza e compromete a verdade. O discípulo de Cristo é chamado a viver ambos: defender o que é certo sem perder a compaixão, confrontar o erro sem deixar de estender graça, e agir sempre com integridade e misericórdia. Essa caminhada exige perseverança. Seguir a justiça e o amor não é um ato isolado, mas um estilo de vida. Mesmo quando o caminho parece mais difícil, Deus promete que aqueles que permanecem fiéis encontrarão verdadeira vida, experimentarão sua aprovação e desfrutarão da honra que vem do Senhor, muito mais valiosa do que o reconhecimento humano. Jesus Cristo é a perfeita união entre justiça e amor. Na cruz, a justiça de Deus foi plenamente satisfeita, e o amor de Deus foi plenamente revelado. Em Cristo fomos justificados e recebemos uma nova vida. Agora, capacitados por sua graça, somos chamados a seguir seus passos, vivendo em justiça e amando como Ele nos amou. É nesse caminho que encontramos a verdadeira vida e a honra que permanece para a eternidade.
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Devocional (09/AGO) Livro de Provérbios “Na casa do sábio há tesouros valiosos e azeite, mas o tolo devora tudo o que pode.” (Provérbios 21:20 NVI) A maneira como administramos os recursos que Deus nos confia revela nosso coração sábio ou insensato. O tolo vive apenas para o presente, consumindo tudo o que recebe sem pensar no amanhã. Já o sábio exerce domínio próprio, trabalha com diligência e age com prudência, construindo um futuro mais seguro para sua família. A prosperidade, na perspectiva de Deus, não é fruto da impulsividade, mas da fidelidade e da boa administração. A falta de previdência conduz à escassez. Assim como a formiga prepara seu sustento durante o verão para enfrentar o inverno, também somos chamados a viver com responsabilidade. Não devemos consumir todas as sementes que Deus coloca em nossas mãos. Economizar com sabedoria, investir com discernimento e repartir com generosidade são atitudes que revelam um coração prudente. No entanto, a verdadeira riqueza não é medida apenas pelo saldo bancário, mas pela fidelidade ao Senhor. Há pessoas com muitos bens e um coração vazio, enquanto outras possuem poucos recursos, mas vivem em paz, contentamento e generosidade. O sábio entende que tudo pertence a Deus e que ele é apenas um administrador daquilo que recebeu. Jesus é o maior tesouro que alguém pode possuir. Ele nos ensina a buscar primeiro o Reino de Deus e a não acumular riquezas apenas para esta vida, mas tesouros no céu. Quando Cristo governa nosso coração, aprendemos a administrar os bens com responsabilidade, a viver com contentamento e a usar aquilo que recebemos para glorificar a Deus e abençoar o próximo. Essa é a riqueza que jamais se perde.
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Devocional (07/AGO) Livro de Provérbios “Melhor é viver no deserto do que com uma mulher briguenta e irritada.” (Provérbios 21:19 NVI) O casamento foi criado por Deus para ser um ambiente de amor, parceria e descanso. No entanto, quando o relacionamento é marcado por constantes conflitos, palavras agressivas e um espírito contencioso, aquilo que deveria ser um refúgio transforma-se em um lugar de sofrimento. Por isso, o sábio afirma que é preferível enfrentar a solidão do deserto do que viver diariamente em um lar dominado pela contenda. Esse provérbio não deve ser lido apenas como uma crítica à mulher, mas como um alerta contra qualquer atitude que destrua a paz do lar. A irritação constante, a falta de domínio próprio, as discussões intermináveis e as palavras impensadas corroem o relacionamento e tornam a convivência pesada. Um casamento saudável não é construído pela ausência de problemas, mas pela presença de mansidão, perdão e sabedoria. Por isso, a escolha do cônjuge deve ser feita com oração, maturidade e discernimento. Mais importante do que beleza, sucesso ou afinidades é o caráter moldado por Deus. Da mesma forma, quem já é casado deve buscar diariamente cultivar um coração humilde e pacificador, lembrando que a felicidade no lar depende menos de encontrar a pessoa perfeita e mais de permitir que Deus transforme nosso próprio coração. Cristo é o modelo perfeito de amor e mansidão. Mesmo sendo ofendido, respondeu com graça; mesmo sendo rejeitado, ofereceu reconciliação. Quando Jesus governa o coração de um casal, o orgulho dá lugar ao perdão, a irritação é substituída pela paciência e a paz de Cristo passa a reinar no lar. Somente um casamento firmado no Evangelho pode refletir o amor que une Cristo e sua Igreja.
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