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✍🏻 𝖕𝖔𝖊𝖙𝖆𝖘 𝖆𝖓𝖔𝖓𝖎𝖒𝖔𝖘 📚

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╔╦══ ⋆ ⋆ ✦ ⋅ 🌺 ⋅ ✦ ⋆ ⋆ ══╦╗ TUDO Nestα vıdα é temporάrıo. Se αs coısαs estα̃o bem, αproveıte. Se vα̃o mαl, nα̃o se preocupe... Nαdα é pαrα sempre. ╚╩══ ⋆ ⋆ ✦ ⋅ 🌺 ⋅ ✦ ⋆ ⋆ ══╩╝

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  • 14 авг.1удалён 15 авг.

    ✅Ministração ✅Oração ✅Devocional ✅Quiz ✅Testemunhos https://t.me/+OQ8ZQou3xtxhOGY5

  • 14 авг.2удалён 15 авг.

    📖【VIDA E SAlVAÇÃO】✝️ w࣪әᥣᥴ᪶ⱺ᪶꧑‌ε “sᴇ ᴘᴏᴅᴇs?”, ᴅɪssᴇ ᴊᴇsᴜs. “ᴛᴜᴅᴏ ᴇ ᴘᴏssɪᴠᴇʟ ᴀǫᴜᴇʟᴇ ǫᴜᴇ ᴄʀᴇ. 📖 ᴠᴇʀsɪᴄᴜʟᴏs ᴅᴀ ᴘᴀʟᴀᴠʀᴀ ᴅᴇ ᴅᴇᴜs 🖼 ɪᴍᴀɢᴇɴs ᴅᴇ ғᴇ ᴇ ᴍᴏᴛɪᴠᴀᴄᴀᴏ 🎼 ʟᴏᴜᴠᴏʀᴇs ᴇ ᴀᴅᴏʀᴀᴄᴀᴏ 🎤 ᴘʀᴇɢᴀᴄᴏᴇs ᴇ ᴘᴏᴅᴄᴀsᴛ ᴄᴜʀᴛᴏs ᴅᴀ ᴘᴀʟᴀᴠʀᴀ https://t.me/vidaesalvacaoOfc

  • ​Em 1974, Irmelin DiCaprio estava sem casa na Alemanha. Grávida, sozinha e quase sem saída. Foi então que um desconhecido olhou para a situação dela e colocou cinquenta dólares em suas mãos. “Vá para a América”, ele disse. “Dê uma chance ao seu filho.” Não era uma grande quantia. Não era uma fortuna capaz de mudar uma vida. Pelo menos, não parecia ser. Mas, para Irmelin, foi o suficiente. Com aquele dinheiro, ela comprou uma passagem de ônibus. Sem quase nada no bolso, atravessou fronteiras e, com o tempo, conseguiu chegar a Los Angeles carregando pouco além da esperança e do bebê que estava prestes a nascer. A vida não ficou fácil quando ela chegou. Mesmo grávida, limpava casas. Guardava cada centavo que conseguia. Cada gasto precisava ser calculado. Cada oportunidade tinha valor. Não havia rede de apoio. Não havia garantias. Quando seu filho nasceu, foi em um hospital de caridade, que atendia gratuitamente famílias sem condições de pagar. Aquela criança era Leonardo DiCaprio. Conforme Leonardo crescia, Irmelin repetia a mesma história. Ela fazia questão de lembrá-lo de que a vida dele havia sido transformada por um gesto de bondade de um desconhecido. Alguém que parou, enxergou sua dor e decidiu agir no momento exato. Cinquenta dólares mudaram o rumo de uma família inteira. Ela queria que ele nunca se esquecesse disso. E ele não esqueceu. Hoje, Leonardo DiCaprio é um dos atores mais bem-sucedidos do mundo. Sua carreira lhe trouxe fama internacional, prêmios, reconhecimento e uma fortuna gigantesca. Mas uma coisa nunca mudou. Ele leva a mãe com ele. Tapetes vermelhos. Cerimônias de premiação. Os momentos mais importantes da sua vida. Irmelin sempre aparece ao seu lado. Ao longo dos anos, Leonardo também doou milhões de dólares, muitas vezes sem fazer alarde. Para ele, ajudar não é apenas uma escolha. É uma forma de devolver ao mundo a bondade que um dia abriu caminho para sua própria história. Em 1974, um desconhecido na Alemanha tomou uma decisão simples. Entregou cinquenta dólares a uma mulher grávida, sem casa, e disse para ela buscar um lugar melhor. Ele provavelmente nunca soube o que aconteceu depois. Mas, às vezes, o verdadeiro impacto da generosidade só aparece décadas mais tarde. E, às vezes, cinquenta dólares se transformam em um legado que dura por uma vida inteira.

  • ​Hoje, minha loja ainda luta, mas resiste. Meu filho voltou a falar comigo. Faço terapia. Aprendi a pedir ajuda. E o homem do banco? Continua lá. Muita gente passa e não vê. Alguns veem e não entendem. Poucos sentam. Mas quem senta… levanta diferente. E eu aprendi que, às vezes, o anjo da guarda não tem asas, não trabalha em hospital, não usa crachá. Às vezes, ele só ocupa um banco de madeira numa praça comum esperando alguém parar antes de cair.

  • https://t.me/+6D8dETJRLC0zMzEx

  • ​"Estamos todos na fila... A cada minuto alguém deixa esse mundo pra trás. Não sabemos quantas pessoas estão na nossa frente. Não dá pra voltar pro “fim da fila”. Não dá pra sair da fila. Nem evitar essa fila. Então, enquanto esperamos a nossa vez: Faça valer a pena cada momento vivido aqui na Terra. Tenha um propósito. Motive pessoas! Elogie mais, critique menos. Faça um “ninguém” se sentir um alguém do seu lado. Faça alguém sorrir. Faça a diferença. Faça amor. Faça as pazes. Faça com que as pessoas se sintam amadas. Tenha tempo pra você. Faça pequenos momentos serem grandes. Faça tudo que tiver que fazer e vá além. Viva novas experiências. Prove novos sabores. Não tenha arrependimentos por ter tentado além do que devia, por ter valorizado alguém mais do que deveria, por ter feito mais ou menos do que podia. Tudo está no lugar certo. As coisas só acontecem quando têm quem acontecer. Releve. Não guarde mágoas. Guarde apenas os aprendizados. Liberte o rancor. Transborde o amor. Doe amor. Ame, mesmo quem não merece. Ame, sem querer receber nada em troca. Ame, pelo simples fato de vc vibrar amor e ser amor. Mas sempre, ame a si mesmo antes de qualquer coisa.” Esteja preparado para partir a qualquer momento. Vc não sabe seu lugar na Fila, então se prepare pra deixar aqui apenas boas lembranças. Suas mãos vão embora vazias. Não dá pra levar malas, nem bens... Se prepare diariamente pra levar consigo, somente aquilo que tens guardado no coração." Lya Luft

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  • ​​Tenho setenta e cinco anos e ainda sou filha. A minha mãe tem noventa e sete. Quando a carteiro entra no nosso quintal da aldeia, ela sempre faz uma pequena pausa para nos observar. Duas mulheres de cabelos brancos sentadas num banco antigo debaixo da macieira 🌳. As duas criámos os nossos filhos, e eles partiram para as cidades à procura de uma vida melhor. As duas enterrámos os nossos maridos — homens trabalhadores, bons, cujas mãos cheiravam a terra e a cansaço honesto. Carregamos dentro de nós um século inteiro. “Mãe, olha para nós,” brinco enquanto caminhamos devagar até à cozinha de verão. “A coxa a guiar a cega.” Ela ri com aquele riso claro que me acompanha desde a infância, quando conseguia pôr comida na mesa para toda a família quase do nada e ainda partilhar com os vizinhos. Mas nem sempre é fácil. Às vezes o silêncio da casa pesa. As minhas articulações doem quando o tempo muda e eu a ajudo a levantar-se da cadeira. As suas mãos tremem tanto que já não consegue apertar os botões do seu casaco de lã favorito, e os seus olhos veem apenas nevoeiro onde antes havia o jardim. E, no entanto, todas as manhãs, antes mesmo de a chaleira começar a ferver, ela diz: “Vamos, Ana. Levantemo-nos. Recebemos mais um dia ☀️. Precisamos vivê-lo.” Olho para o seu corpo frágil, fino como um ramo seco, e pergunto-me de onde vem tanta força. Talvez eu a segure pelo braço quando entramos em casa, mas é ela quem segura a minha alma. Sobreviveu à fome, à reconstrução, às perdas e às preocupações de hoje. Decidiu que o medo é um luxo para o qual já não tem tempo. Ontem à noite, quando lhe ajeitava a manta, ela segurou a minha mão. A sua pele era fina como pergaminho antigo. “Devias descansar, minha filha,” sussurrou. “Ir para um spa, ler um livro em paz. E, em vez disso, ficas aqui comigo…” Apertei a sua mão. “Mãe, a minha vida está aqui. Não quero estar em mais lado nenhum.” Esta manhã, quando afastei a cortina para deixar entrar a luz, ela sorriu para a janela. “Vê, Ana. Mais um sol. Mais uma dádiva 🌅.” Foi então que compreendi: não cuido dela por obrigação, mas por amor. O amor não são grandes promessas. O amor é permanecer. É a honra de acompanhar alguém até casa ❤️. Tenho setenta e cinco anos. Calço-lhe as pantufas quentes. Endireito-lhe o lenço. Sento-a junto à janela. E penso como é uma bênção envelhecer ao lado da mulher que me deu a vida.

  • ​Alguma vez você já desejou que seu telefone simplesmente ficasse em silêncio? Sem notificações. Sem mensagens. Sem aquelas intermináveis fotos de gatinhos com “Bom dia”. Apenas silêncio. Era exatamente isso que Miguel queria. — Mãe, até quando isso?! — escreveu ele, irritado. — Por que você continua enviando essas fotos? Meu telefone trava! Pode escrever só o necessário? Ou ficar em silêncio se não houver novidades? Estou trabalhando. Não tenho tempo para ler poemas sobre gatinhos. Ele jogou o celular na mesa. A tela ainda brilhava — um coelhinho fofo desejava um dia ensolarado 🌞. Miguel tinha 36 anos e era engenheiro de software sênior em uma grande empresa. Sua vida era uma sequência de prazos, reuniões e um fluxo incessante de informações. Sua mãe, Teresa Martins, morava em uma pequena vila a trezentos quilômetros de distância. Há seis meses, Miguel havia dado a ela seu antigo smartphone. Desde então, suas manhãs começavam com uma xícara de café virtual e suas noites com um anjo da guarda. No início, ele respondia com emojis. Depois, passou a ficar em silêncio. Mas naquele dia ele perdeu a paciência. Teresa leu sua mensagem: “Não escreva se não houver novidades.” Ela olhou pela janela. Chuva cinzenta de outono. Quais notícias ela poderia ter? O gato Simba pegou um rato? A vizinha brigou com o carteiro? A pressão subiu de manhã? Será que isso importava para o filho que estava construindo o “futuro digital”? Ela suspirou, enxugou uma lágrima com o lenço e apagou a imagem da noite com o desejo de boa noite 💌. — Está bem, Miguel… não vou escrever, — digitou com um dedo, e guardou o celular na cômoda. Miguel apreciou o silêncio. Sem vibrações. Sem vídeos “bobos”. — Finalmente entendeu, — pensou ele. Uma semana se passou. Na sexta à noite, ele estava em um bar com amigos. — Minha mãe me mandou ontem um vídeo ensinando a conservar pepinos, — riu um colega. — Disse que seria útil! Todos caíram na gargalhada. Miguel pegou o celular. A última mensagem era dele. Status: “Visto pela última vez há 6 dias”. Seu coração apertou. Sua mãe nunca desligava o telefone. Ele discou o número. Toques longos. Novamente. E mais uma vez. Um frio pegajoso de ansiedade subiu pela garganta. Ele correu pela estrada à noite, quebrando todas as regras, ligando para a vizinha: — Tia Cláudia, onde está a mamãe?! — Oh, Miguel… não sei. Eu bati na porta alguns dias atrás, não havia luz. Achei que ela tivesse viajado… Mas Miguel sabia: ela não tinha para onde ir. Chegou à vila às três da manhã. A casa estava escura. Ele quebrou a janela sem sentir os cortes. Dentro, havia silêncio. Apenas o tique-taque de um velho relógio 🕰️. Sua mãe estava no sofá. Dormia. A mão dela estava quente. — Miguel? — sussurrou confusa. — Aconteceu algo? Ele caiu de joelhos, encostando a testa nas mãos dela. — Mãe… por que você não respondeu? Por que não escreveu? — Você disse… não escrever, — murmurou ela. — Tive medo de atrapalhar. Na cômoda, estava o celular descarregado. Ao lado, um caderno. Era seu “diário de mensagens” ✍️. Tudo que ela queria lhe enviar, mas não enviou. “Terça-feira. Sol. Lembrei do nosso passeio no parque. Amo você.” “Quarta-feira. Pressão alta, tomei o remédio. Não se preocupe, tenho orgulho de você.” “Quinta-feira. Sonhei com o papai. Cuide de você.” Miguel leu e entendeu: essas fotos, emojis, cartões ingênuos — eram sua maneira de dizer: “Estou aqui. Estou viva. Estou pensando em você.” 💖 Fim. Miguel ficou no fim de semana. Consertou a cerca, ajustou a televisão e comprou um celular novo para a mãe, com tela grande 📱. — Mãe, — disse antes de partir. — Me envie tudo. Todos os dias. — O quê exatamente, filho? — Gatos, clima, receitas, fotos… tudo. Quero saber que você tem uma boa manhã, porque isso significa que você existe. O celular apitou no caminho. Imagem: um gato ruivo de óculos com margaridas 🐱🌼

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  • 🥀🍄☀️ Linda reflexão. Vale a pena ler. _"Mestre, queria lhe perguntar algo: como faço para não me aborrecer com as pessoas_? _Algumas falam demais, outras são maldosas e invejosas_. _Algumas são indiferentes_. _Sinto ódio das que são mentirosas e sofro com as que caluniam_". _"Viva como as flores", advertiu o mestre_. _"Mas como_? _Como é viver como as flores_?", _perguntou a jovem_. _"Repare nestas flores" continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim_. _"Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas_. _Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas_. _Não é sábio permitir que os erros e defeitos dos outros a impeçam de ser aquilo que Deus espera de você_". _Precisamos entender que os defeitos deles, são deles e não seus_... _Se não são seus, não há razão para aborrecimentos_. _Exercitar a virtude é rejeitar todo mal que vem de fora_. _Isso é viver como as flores_. _Você não precisa focar nos erros alheios, justificando assim sua insatisfação com a vida e as circunstâncias_. _Tire a boa parte do adubo que chega até você_! _Seja uma flor cujo aroma é agradável aos que estão ao seu redor_. _Exale esse aroma_... _Não deixe que o seu foco esteja no adubo_... A.D

  • ​​NUNCA PENSEI NISSO ANTES: 🤔 EU SEMPRE PENSEI QUE NOÉ ESTAVA SEGURO DENTRO DA ARCA PORQUE ELE A CONSTRUIU DE ACORDO COM AS ESPECIFICAÇÕES DE DEUS. EU PENSEI QUE TALVEZ FOSSE A FORÇA DA MADEIRA DE GOPHER E A SOLIDEZ DA ARQUITETURA QUE GARANTISSE QUE AS ÁGUAS DO DILÚVIO NÃO ENTRASSEM NA ARCA. MAS HOJE ENCONTREI UM VERSO QUE MUDOU TODO ESSE PARADIGMA. VAMOS LER O QUE GÊNESIS 7:16 diz. "OS ANIMAIS QUE ENTRAVAM ERAM MACHOS E FÊMEAS DE TODOS OS SERES VIVOS, COMO DEUS HAVIA ORDENADO A NOÉ. ENTÃO DEUS O FECHOU .... NÃO PERCA ISSO ... MESMO DEPOIS QUE NOÉ CONSTRUIU A ARCA, FOI O PRÓPRIO DEUS QUEM O TRANCOU, A FIM DE FECHAR AS ÁGUAS DO DILÚVIO ... EM OUTRAS TRADUÇÕES, ESTE VERSÍCULO DIZ: "O SENHOR OS SELOU DENTRO." QUE O DEUS TODO-PODEROSO NOS SELE DENTRO DE SUA ARCA DE PROTEÇÃO ATÉ O ÚLTIMO DIA DE NOSSOS DIAS. NÃO É O FATO DE VOCÊ TER TRANCADO SUA CASA QUE O MANTÉM SEGURO À NOITE, NÃO SÃO SUAS BOAS HABILIDADES DE DIRIGIR QUE O MANTÊM SEGURO NA ESTRADA, NEM SEUS HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS ​​QUE O MANTÊM SAUDÁVEL - APENAS DEUS PODE TRANCÁ-LO E CALAR A BOCA DO DIABO QUE ESTÁ TENTANDO DEVORÁ-LO. ORAÇÃO: PAI EM NOME DE JESUS, ORAMOS PARA QUE, NESTES ÚLTIMOS DIAS DO ANO, ENQUANTO ANDAMOS PELAS RUAS E ENQUANTO DIRIGIMOS PELAS ESTRADAS, OH DEUS NOS CALE. PAI, ORAMOS POR NOSSOS FILHOS QUE, EM MEIO A PERIGOS O IRÁ TRANCÁ-LOS, IMPEDIR A INUNDAÇÃO DAS ÁGUAS DE ABUSO, ASSASSINATO, ACIDENTES, DOENÇAS E MORTE PREMATURA ... OH DEUS NOS TRANCOU, TRANCOU-NOS EM SUA ARCA DE PROTEÇÃO, EM SUA ARCA DE COMPAIXÃO. QUE DEUS NOS TRANQUE ENQUANTO O OBEDECEMOS E CONFIAMOS EM SUA PALAVRA. AMÉM! 🙏🏼

  • ​Se você comer tudo o que ganha, você ficará pobre. Se você vive pensando em festas, bebedeiras, fins de semana, você nunca vai progredir. Algumas pessoas gastam e dizem: “Amanhã você morrerá, não levará nada com você”. Outros dizem: “Viemos sem nada e partimos sem nada.” “Estamos todos indo para o mesmo buraco.” E isso é verdade: chegamos sem nada e saímos sem nada, mas isso não significa que você pode cair na mediocridade de administrar suas finanças pessoais de forma irresponsável... A Formiga e o Gafanhoto: A história conta que a formiguinha estava construindo sua casa e armazenando comida para o inverno, mas enquanto a formiguinha trabalhava, o gafanhoto se divertia muito e, além disso, estava zombando... Formiguinha boba! ele disse a ele. “Amanhã você morre e não leva nada com você.” Então chegou o inverno e o gafanhoto percebeu que não tinha teto, nem comida... Então o gafanhoto foi pedir apoio à formiga. O gafanhoto disse: “Formiguinha, por favor, me ajude, não seja má, não seja egoísta… você tem que aprender a compartilhar.” De dentro do seu abrigo, a formiguinha disse: "Então... você não estava zombando de mim? Você não disse que amanhã você morreria e não levaria nada..." Na vida você tem que escolher o que quer ser: você quer ser um gafanhoto ou você quer ser uma formiga. Pense na sua família, pense em você, amanhã você não terá a mesma força, amanhã você estará mais velho, amanhã você não conseguirá fazer todas as tarefas que faz agora. Como você quer chegar à velhice? Não existe azar na vida, existem apenas decisões… decisões que tomamos todos os dias. O que fazemos cria o nosso futuro...✍️

  • "Quando você não me ouvir mais, e o que eu disser não importar para você, eu ainda serei sua mãe... Quando você disser que estou exagerando, eu ainda serei sua mãe... Quando você responder, reclamar e discutir, eu ainda serei sua mãe... Quando achar que sabe mais do que eu, eu ainda serei sua mãe... Quando for embora, levando com você um pedaço do meu coração, eu ainda serei sua mãe... E continuarei te amando como no primeiro dia em que te segurei nos braços, porque ainda sou sua mãe... E vou orar por você, certificando-me de que suas asas sejam fortes o suficiente para voar. Sempre vou querer o melhor para você, e deixarei de lado os meus sonhos para apoiar os seus, porque ainda sou sua mãe... Sempre haverá espaço para você, e um abraço pronto para te receber. Ainda sou sua mãe... E até o meu último suspiro, carregarei o seu amor comigo. Agradecerei a Deus todos os dias pelo privilégio e pela alegria de ser chamada de SUA MÃE. Para sempre e pela eternidade, eu te amo com toda a minha vida. Que Deus te abençoe! Não te prometo estar presente por toda a sua vida, mas te prometo estar presente por todo o resto da minha. E enquanto eu tiver o privilégio de estar aqui, você sempre poderá contar comigo, porque eu serei para sempre SUA MÃE." Desconheço autoria

  • ​​Eu conheci uma garota que perdeu 20 kg em poucas semanas. Ela parou de comer, se trancou no quarto e não respondia mais nem as amigas. Não posso ter exata noção do que ela passou, mas quando ela me descreveu seus piores dias eu senti no seu olhar o tanto de dor que ela havia sentido e o quanto daquilo ela ainda carregava. Ela não disse que pensou em suicídio, mas aquela atitude de não conseguir comer, de se trancar para o mundo era exatamente isso, uma forma de morrer para o mundo, de matar a dor dentro dela. Quais os motivos para isso? Uma decepção amorosa. É claro que não foi só isso, mas foi essa decepção que trouxe tudo a tona. O cara era o porto seguro dela, ele era a força quando ela pensava em desistir. Talvez ele não tivesse maturidade para saber disso, não entendia o quanto significava para ela, não sabia que no fundo ele era tudo no que ela podia se agarrar quando o mundo a sua volta desabava. A gente nunca sabe o que se passa no outro, mas é muito importante sempre lembrarmos disso quando estamos numa relação: Nossas ações repercutem com muito mais força dentro de quem precisa e confia em nós. Se uma pessoa se entrega para alguém essa pessoa que recebe tamanha responsabilidade tem de estar pronta para assumir a bronca. Está muito fácil trair, enganar, desistir do outro e simplesmente seguir em frente. É difícil sim ser o cara que ajuda uma mulher a suportar seus piores períodos, mas é isso que difere garotos de homens. Se você não está pronto para aguentar isso então seja pelo menos sincero e assuma isso. Fazer uma mulher sofrer e depois deixar ela sozinha aguentando isso não é motivo para se gabar. Ter orgulho porque alguém sofre por você só demonstra o quanto você não está pronto para alguém. Ou você entra para ser o cara da vida dela ou pelo menos seja um pouco homem e deixe que outro cara faça isso. Pedro Loco

  • ​​TIRE UM TEMPO PRA LER ESSA HISTÓRIA!😍 Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas do colégio não falavam com ele nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas do colégio o viam franziam a testa devido a cicatriz ser muito feia… Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio. A diretoria ouviu e chegou a seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria com o menino pra que ele fosse o ultimo a entrar em sala de aula e o primeiro a sair, desse forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem pra trás. O professor achou magnifica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais pra trás. . Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, mas com uma condição: que ele compareceria na frente de todos os colegas do colégio, para dizer o porque daquela CICATRIZ. A turma concordou e no dia seguinte o menino entrou e dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar: . – Sabe turma, eu entendo vocês. Essa cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:- Minha mãe era muito pobre e pra ajudar na alimentação da casa ela passava roupa pra fora… eu tinha por volta de 7 ou 8 anos de idade…(A turma tava em silencio atenta a tudo…) o menino continuou: . – Além de mim, tinha mais 3 irmãozinhos um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha de apenas alguns dias de vida..(SILENCIO TOTAL NA SALA). Foi aí que não sei como a nossa casa que era simples e toda de madeira começou a pegar fogo.. minha mãe correu ate o quarto em que estávamos, pegou meu irmão de 4 anos o de 2 anos e eu pelo braço e nos levou pra fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira pegavam fogo e estavam muito quentes… minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e pediu que eu ficasse ali ate ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar a casa e pear a minha irmãzinha que ainda ficara no quarto em chamas.. . só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe pegar minha irmãzinha e via minha mãe gritar: “minha filha esta la dentro”! Vi no rosto da minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixavam minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi: Deixei meus irmãos e disse-lhes que não saísse de la ate eu voltar, sai entre as pessoas e sem que eles percebessem eu entrei na casa… Havia muita fumaça, estava tudo muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. . Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei ao quarto la estava ela enrolada num lençol e chorava muito. Nesse momento vi alguma coisa caindo e então me joguei sobre ela pra protege-la e aquela coisa quente tocou no meu rosto. (a turma estava quieta, atenta ao menino e envergonhada) então o menino continuou: Vocês podem ate achar essa CICATRIZ feia, mas tem alguém la em casa que a acha linda e todos os dias quando eu chego, ela minha irmãzinha a beija porque sabe que a marca do AMOR.

  • ​​AME SEU CASAMENTO . O marido voltando do serviço, encontra a mulher cozinhando. Com muitas saudades da sua amada, dá-lhe um beijinho adocicado e mais outro e outro e muitos. Muito felizes, vão para a mesa jantar, de repente o celular da mulher toca, uma mensagem do seu amigo que lhe desejava boa noite. O marido vê a mensagem e se chateia, vai ao quarto se deitar sem jantar. A mulher olha para o marido e pensa: Não! Ele não tem razão! Se chatear por uma simples mensagem? Eu não lhe vou babar, ele não é criança. A mulher janta e vai se deitar, o casal dormiu virando-se as costas naquela noite. À meia noite, a esposa fica suando com altas febres, então sem conseguir falar toca nas costas do esposo e ele de costas, com um ar de não me incomode, tira a mão da esposa. A mulher sem mais ar, morre de ataque cardíaco. De manhã, ele acorda, prepara sua coisas para ir trabalhar, toma um banho e vai para empresa. A esposa ainda estava na cama, então o homem repara nela e não lhe parecia muito bem, mas ele ignora e pensa: Não lhe vou dirigir a palavra, até que ela o faça primeiro! Então, se veste, toma café e e vai para o serviço. À tardinha, quando o esposo voltava do serviço, viu em uma loja um lindo relógio que o encantou bastante, e comprou para dar a sua esposa. Ao chegar em casa, o marido estava feliz, ia dar um relógio a sua esposa amada e dizer o quanto lhe amava, o quanto era apaixonado por ela e lhe encher de muitos beijos. Então, ele abre a porta e vai até a cozinha, pois ele estava pronto para surpreender a sua amada com um ótimo jantar, mas vê que o pequeno café ainda estava ali; sua esposa não o tinha tomado, então ele triste pensa: Ainda está chateada comigo!!! Ela nem tomou o pequeno café da manhã. Então, o homem vai para o quarto deixar a sua pasta de trabalho, e vê que a esposa ainda estava na cama deitada na mesma posição. Assustado, repara nela e alguma coisa lhe diz que ela estava morta. Então o esposo chora, chora muito e mais um pouco. Grita de desespero, mas a esposa estava morta... Não leve o orgulho para o quarto!! O tempo é muito curto para brigas. Cuida bem do seu amor!!! Ame sua mulher ou marido, dê-lhe mimos, encha os de beijos.paulo o poeta

  • ​​Ele se chamava Noah. Tinha 17 anos, mas seus olhos traziam rugas invisíveis de quem já havia enfrentado o que muitos jamais ousariam sonhar. Perdeu os pais aos doze. Passou de abrigo em abrigo até que a rua se tornasse seu único lar. Vivia de recolher latinhas, de pequenos bicos, e da generosidade que o mundo raramente oferecia. Ainda assim, nunca se tornou amargo. Tinha o corpo franzino, a alma calejada… e um sorriso capaz de aquecer um dia inteiro. Naquela tarde, o céu estava pesado, cinza como aço. Um frio cortante fazia o asfalto parecer gelo. Noah revirava uma lixeira atrás de papelão seco, quando ouviu um som sutil, quase sufocado, vindo da praça vazia: um choro. Curioso e alerta, seguiu o som até um banco escondido sob uma árvore pelada. Lá estava ela: uma senhora de cabelos brancos como neve antiga, encolhida sob um casaco fino demais para enfrentar o inverno. Tremia. Chorava baixinho. Parecia invisível ao mundo — e talvez fosse. — “A senhora tá bem?” — Noah perguntou com cuidado, com aquela voz gentil de quem já foi ignorado demais pra tratar alguém assim. Ela ergueu os olhos devagar. Olhar úmido. Alma cansada. — “Estou só… com frio. E cansada de esperar.” — “Tá esperando alguém?” — “Me deixaram aqui. Disseram que voltavam. Mas… não voltaram.” Noah abaixou os olhos. Conhecia bem aquele sentimento. Ser deixado pra trás. Esquecido como se nunca tivesse importado. Sem pensar, tirou seu único casaco — já puído, gasto — e envolveu os ombros frágeis da senhora. — “Vem comigo. Tem um abrigo ali na esquina. Eles dão sopa quente hoje. E tem cobertor. A senhora vai se sentir melhor.” Ela hesitou. Não estava acostumada com gestos assim. Mas os olhos dele não mentiam. Levantou-se devagar, e ele a segurou com delicadeza, como se segurasse algo precioso. Porque era. Enquanto caminhavam, Noah falou. Contou sobre os amigos do abrigo, sobre Dona Sônia, que cuidava da cozinha e deixava ele repetir o prato escondido. Disse que às vezes ria só de ver os outros contando piadas ruins. Falava com brilho. Falava como quem acredita que, mesmo no caos, ainda dá pra encontrar beleza. A mulher sorriu. Pela primeira vez em dias. Ao chegarem, a coordenadora do abrigo reconheceu Noah de longe. Sabia quem ele era. Sabia o quanto, mesmo com tão pouco, ele era capaz de dar tanto. Recebeu a senhora com carinho. Chamou-a de Dona Estela. Nos dias seguintes, Noah aparecia sempre. Levava flores achadas nos jardins públicos. Contava histórias bobas. Ajudava a pentear os cabelos brancos da velha senhora com os dedos, porque escova ela não tinha. Chamava-a de “minha estrela”. Ela passou a chamá-lo de “meu menino”. E ali, naquele abrigo de paredes frias, nasceu algo que não se compra, nem se explica: Um afeto de alma. Um amor sem sangue, mas com raízes profundas. Dona Estela, que um dia teve filhos e netos — mas foi esquecida como um quadro antigo num sótão — reencontrou a alegria no olhar de um garoto que ninguém quis. Noah, que nunca teve família, encontrou nos braços frágeis daquela senhora o abraço mais verdadeiro que a vida já lhe deu. A verdade é que a vida às vezes separa o que nasceu pra se encontrar. Noah não era apenas um menino de rua. Estela não era apenas uma idosa abandonada. E naquele encontro improvável, eles reconstruíram um ao outro. Ela lembrou que ainda podia ser amada. Ele descobriu que ainda podia pertencer a alguém. Porque às vezes, o que mais precisamos não é de comida, nem de abrigo — é de alguém que nos enxergue. Que nos acolha. Que nos chame pelo nome, mesmo quando o mundo nos esquece. E você? Já olhou ao redor com olhos de empatia? Já estendeu a mão para alguém que parecia invisível?

  • ​​🕊️ O Menino da Alma: A Verdadeira Filha Era Ele Imagine uma mulher que sonhava com filhos, não apenas um ou dois, mas uma casa cheia de vozes infantis e cheiro de pão no forno. Agora imagine que ela deu à luz cinco meninas iguais, todas com olhos claros como manhãs de primavera. Mas, no fim da vida, quem segurava sua mão não era nenhuma delas... era um menino — negro, de olhos igualmente claros, mas com algo ainda mais raro: uma fidelidade que nem o tempo conseguiu apagar. Tudo começou em uma pequena cidade chamada Alvorada dos Campos, no interior de Minas Gerais. Helena, doce, forte, e cheia de fé, casou-se jovem com Eduardo, um lavrador honesto que sonhava em ver os filhos correndo pelos cafezais. Após anos de tentativas e tratamentos, veio o susto bonito: Helena estava grávida de quíntuplas. A cidade se comoveu. As rádios falavam do milagre. Helena chorou muito, mas nunca de arrependimento. Manuela, Bruna, Heloísa, Ester e Tainá nasceram fortes, saudáveis, loirinhas como o pai, com olhos tão azuis quanto o céu depois da chuva. A felicidade durou até o dia em que Eduardo não voltou da roça. Um acidente com o trator tirou sua vida. Helena, agora viúva, virou tudo sozinha. Vendia pães, costurava, fazia unhas, e ainda encontrava tempo para cantar para as filhas dormirem. Numa madrugada gelada, voltando do trabalho, Helena ouviu um som fraco. Achou que fosse um gato, mas era um bebê. Negro, enrolado num pano rasgado, olhos claros como um milagre esquecido. Estava abandonado embaixo de uma árvore. Ela o acolheu sem pensar duas vezes. No hospital, ninguém o reconheceu. Então, Helena disse: “Se o mundo não te quer, eu quero. Você é meu agora.” E o chamou de Tiago. Tiago cresceu entre as irmãs que pouco se pareciam com ele. Mas Helena nunca deixou que se sentisse diferente. Ela dividia o que tinha por seis. Amor, comida, atenção, bênçãos. O mundo, infelizmente, não via Tiago da mesma forma. Na escola, diziam que ele não era irmão de verdade. Mas Helena respondia sempre: “Filho não é só quem nasce do ventre, é quem mora no coração.” As meninas cresceram e seguiram seus caminhos. Foram estudar, casar, viajar. Só Tiago ficou. Ele cuidava da casa, das finanças, e principalmente... de Helena. Quando ela adoeceu, com um câncer já avançado, Tiago largou tudo para cuidar dela. Preparava os chás, trocava as roupas, lia seus livros preferidos. Dormia ao lado da cama, segurando sua mão. As filhas foram avisadas... algumas responderam. Outras, nem isso. No último dia de vida, Helena sussurrou algo que ficou gravado no coração de Tiago: “Meu filho, você é o amor que eu plantei e Deus colheu pra mim.” Helena partiu, mas deixou uma missão: Tiago criou o Instituto Alma Mãe, um lar para acolher crianças rejeitadas. Com trabalho duro, apoio da comunidade e muita fé, transformou sua dor em abrigo. Ganhou prêmios, saiu em jornais, mas nunca se achou especial. Até que um dia, no hospital onde sua mãe o registrou, encontrou um bebê de olhos azuis, abandonado. Chorava baixinho, como se já esperasse ser deixado ali. Tiago o segurou e disse: “Você vai se chamar Rafael. E eu vou te mostrar o que é ser amado.” Hoje, Rafael corre pelos corredores do abrigo. E Tiago, aquele menino que foi rejeitado, se tornou o homem que acolhe. Porque, como dizia Helena: “Amor de verdade não tem cor, não tem sangue, tem alma.”