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VERITAS REFORMANS

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Sejam Bem vindos! ✍🏻 Proclamar o Evangelho do Rei Jesus Cristo. 🏆Filosofia, Teologia e Apologética; 👑Pós Milenismo; 📚Literatura Reformada.

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  • “Porque, como na multidão dos sonhos há vaidade, assim também nas muitas palavras. Portanto, tema a Deus.” — Eclesiastes 5:7 Eclesiastes 5 não está falando simplesmente sobre o perigo de conversar demais. O contexto é muito mais profundo: é sobre como nos aproximamos de Deus no culto. O capítulo começa dizendo: “Guarda o teu pé quando entrares na Casa de Deus” (Ec 5:1). Em seguida, o autor aconselha a ouvir mais e falar menos, advertindo contra palavras precipitadas diante do Senhor. A expressão “vaidade” significa aquilo que é vazio, sem substância, ilusório. No contexto, a advertência é contra uma religiosidade cheia de palavras, promessas e votos, mas sem verdadeira reverência diante de Deus. É possível estar no culto, cantar, orar, fazer grandes declarações e ainda assim tratar Deus de maneira superficial. Por isso, Salomão termina dizendo: “Portanto, tema a Deus.” O temor do Senhor é a resposta para a vaidade religiosa. Quem realmente reconhece quem Deus é não precisa impressioná-lo com discursos. Aproxima-se com humildade, escuta sua Palavra e leva a sério aquilo que diz diante dele. O texto também nos confronta com uma pergunta: quando você entra na presença de Deus, está realmente adorando ou apenas falando? Há uma diferença entre palavras que nascem de um coração quebrantado e palavras usadas para criar uma aparência de espiritualidade. Deus não se impressiona com a quantidade das nossas palavras. Ele vê a verdade do coração. No culto, portanto, não devemos buscar impressionar pessoas, produzir uma imagem espiritual ou fazer promessas impulsivas. Devemos nos colocar diante do Senhor com temor. O verdadeiro culto não é medido pela quantidade de palavras que dizemos, mas pela reverência com que nos colocamos diante de Deus.

  • O tempo está nas mãos de Deus Texto base: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3:1 O homem deseja controlar a vida, prever o futuro e eliminar as incertezas. Mas Eclesiastes nos confronta com uma verdade: somos criaturas limitadas vivendo dentro do tempo, enquanto Deus é eterno e governa todas as coisas. O Pregador apresenta os contrastes da existência: nascer e morrer, plantar e colher, chorar e rir, buscar e perder, falar e calar. Ele não está dizendo que tudo o que acontece é moralmente correto, mas que nenhuma fase da vida está fora da providência de Deus. A grande luta humana é querer compreender tudo o que Deus faz. Temos dentro de nós o desejo pelo eterno, buscamos propósito e significado, mas nossa visão é limitada. Deus enxerga a história completa; nós vemos apenas uma parte. Por isso, somos chamados a confiar. Nem sempre entenderemos o motivo de cada estação, mas podemos descansar naquele que conduz todas as coisas com sabedoria. A resposta do Pregador é viver com temor a Deus, fazer o bem e receber cada momento como um presente do Senhor. O tempo muda, as circunstâncias passam, mas os propósitos de Deus permanecem. A verdadeira paz não está em controlar todos os momentos da vida, mas em confiar no Deus eterno que governa o tempo.

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  • https://youtu.be/8Qr7ff9EC8I?is=GUwNYGY9TbcvV9h0

  • “Qual é a sua vocação? Sua vocação é a coisa mais importante que você pode fazer e na qual seria mais difícil de ser substituído. Sua ocupação é o que paga suas contas. Raramente essas duas são a mesma coisa. Jesus foi carpinteiro por um tempo (Marcos 6.3). Paulo fazia tendas (Atos 18.3). Não nos lembramos deles pelas suas ocupações. Paulo era fazedor de tendas. Ele se sustentava com o dinheiro que ganhava em seu trabalho. Seu trabalho sustentava sua vocação. Seu trabalho sustenta sua vocação. Mas qual é a sua vocação? Qual é a coisa mais importante em sua vida na qual seria mais difícil substituí-lo?” — Liberte-se das dívidas; Gary North

  • https://youtu.be/zygt-rftCVg?is=-IDKNIyv85Tgu-vk

  • https://youtu.be/zygt-rftCVg?is=-IDKNIyv85Tgu-vk Demorou, mas chegou: minha análise do meu debate com Hugo Badini! *CURTA! COMENTE E COMPARTILHE!*

  • https://youtu.be/DnzFFyn9OeI?is=9X2LKGtJvf8lEgFj

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  • O Maior Dom Não É Possuir, Mas Desfrutar Eclesiastes 2:26 — “Porque Deus dá sabedoria, conhecimento e prazer à pessoa que lhe agrada; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte e amontoe, a fim de dar àquele que agrada a Deus. Também isto é vaidade e correr atrás do vento.” Ao longo de Eclesiastes 2, o Mestre descreve sua busca pelo sentido da vida. Ele se entrega aos prazeres, realiza grandes obras, acumula riquezas, amplia seu conhecimento e alcança tudo o que muitos sonham conquistar. No entanto, ao olhar para o resultado de toda essa jornada, conclui que nenhuma dessas realizações é capaz de oferecer significado permanente. Tudo é passageiro, “vaidade e correr atrás do vento”. Nos versículos anteriores, o Mestre lamenta uma das maiores ironias da existência: depois de uma vida inteira de trabalho, o homem precisa deixar tudo para quem vem depois, sem saber se essa pessoa será sábia ou insensata. Não são poucos os pais que sacrificam a saúde, o tempo e a juventude para construir um patrimônio que, mais tarde, será desperdiçado por filhos rebeldes ou irresponsáveis. É nesse contexto que surge o versículo 26. O maior dom de Deus não é simplesmente possuir bens, mas receber sabedoria para desfrutá-los com contentamento. Quem vive apenas para acumular jamais encontra descanso, porque sempre acredita que falta mais alguma coisa. A verdadeira alegria não nasce da quantidade do que se possui, mas do relacionamento com Deus, que concede tanto o sustento quanto a capacidade de desfrutar os seus dons. Sem Ele, até as maiores conquistas acabam escapando de nossas mãos e se mostram tão passageiras quanto o vento.

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  • O Homem Passa, o Mundo Permanece Eclesiastes 1:2–3 “Vaidade de vaidades, diz o Pregador. Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. Que proveito alguém tem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol?” Muitos entendem esse texto como uma afirmação de que a vida não tem sentido. No entanto, essa não é a ideia central do capítulo. A palavra hebraica hevel, traduzida por “vaidade”, descreve aquilo que é passageiro, como um sopro ou uma névoa. Por isso, a pergunta que conduz todo o capítulo é: “Que proveito alguém tem de todo o seu trabalho?” A resposta é construída pelas imagens que seguem. As gerações vêm e vão, mas a terra permanece. O sol nasce e se põe. O vento continua seu percurso. Os rios correm sem cessar para o mar. Enquanto a criação segue seu curso, o homem desaparece. Até sua memória é esquecida. O contraste é claro: a criação permanece; o homem e suas realizações são transitórios. Assim, o Pregador conclui que nenhum esforço humano produz um ganho permanente “debaixo do sol”. O problema não é o trabalho, mas a expectativa de que ele possa vencer o tempo, a morte ou garantir um legado eterno. Só Deus oferece aquilo que realmente permanece.

  • https://youtu.be/4n2IWpc2Aek?is=TJ4pqlU1Ed3bRSgz

  • A Profecia como Evidência do Único Deus Em Isaías, a profecia não é um espetáculo para despertar curiosidade sobre o futuro. Seu propósito é autenticar que o Senhor é o único Deus verdadeiro. Enquanto os ídolos nada sabem nem podem anunciar o que virá, Deus desafia as nações: “Anunciem-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que vocês são deuses” (Is 41:23). Nenhum ídolo responde ao desafio. Por isso, o Senhor declara: “Quem há, como eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que esse anuncie e exponha diante de mim as coisas que estão para vir” (Is 44:7). Somente aquele que governa a história pode revelá-la antes que aconteça. Essa é a razão de Isaías 43:12: “Eu anunciei, salvei e fiz ouvir… vocês são as minhas testemunhas.” Israel é testemunha de que Deus anunciou seus atos antes de realizá-los. O cumprimento da profecia autentica tanto o Deus que falou quanto o profeta que transmitiu sua palavra. O próprio Senhor explica esse propósito: “Desde a antiguidade anunciei as coisas; elas saíram da minha boca… de repente agi, e elas aconteceram” (Is 48:3). A história confirma a revelação. O Novo Testamento mostra que esse princípio alcança seu clímax em Cristo. Após a ressurreição, Jesus declarou: “Era necessário que se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24:44). A vida, morte e ressurreição de Jesus confirmaram que Deus havia anunciado seus atos séculos antes. Se Deus ainda concede profecias em sua providência, elas continuam tendo esse mesmo propósito: homens anunciam, em nome de Deus, acontecimentos que depois se cumprem, demonstrando que o Senhor governa a história. A profecia verdadeira não existe para glorificar o profeta, mas para glorificar o Deus que conhece o fim desde o princípio e confirma sua Palavra pelo cumprimento do que anunciou.

  • https://www.youtube.com/live/0Zj_k-mFY1s?is=jxW87bPYeggtGnQ9

  • Os brinquedos mudam. O coração, nem sempre. Nas Confissões, Santo Agostinho conta que era espancado quando criança porque deixava de estudar para brincar de bola. Anos depois, percebeu a hipocrisia: muitos dos adultos que o castigavam eram dominados pelo orgulho, pela inveja e por disputas sem importância. Então escreveu: ”…fui espancado quando menino… para que, como homem, eu pudesse jogar de forma mais imprópria?” Quantas vezes condenamos nos outros aquilo que também existe em nós? Os brinquedos mudam, mas o coração, muitas vezes, continua o mesmo. — Santo Agostinho, Confissões, p. 13.