BTG Pactual | Research & News
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🔷 Análises do Research no ar No novo episódio, Bruno Henriques, Research do BTG Pactual, comenta os resultados do segundo trimestre da Embraer (EMBJ3) e a revisão do guidance para 2026, mantendo a recomendação de compra. ➡️ Assista agora: https://youtube.com/shorts/xOxv3aPWCOs?si=-VL1nvP4lmHriUcX
IRB Brasil RE (IRBR3): Resultados do 2T26 O evento O IRB reportou lucro líquido GAAP de R$ 158 milhões no 2T26, alta de 55% t/t e 10% a/a, acima do esperado, com ROE de 12,5%. A receita segue como o maior desafio, mas o resultado operacional vem melhorando e a geração de capital cresce mais rápido do que os lucros. Os números do trimestre Os prêmios retidos recuaram apenas 5% a/a, bem menos que os emitidos (-14%), beneficiados por custos de retrocessão menores. O lucro de P&C avançou 58% a/a, para R$ 220 milhões, enquanto Vida, ainda em reestruturação, teve prejuízo de R$ 34 milhões. ✅Visão BTG: a tese segue positiva, sustentada por subscrição em melhora e geração de capital mais forte, sem depender de uma única reestruturação. O Projeto de Lei 3540/2026, que reduz a CSLL das resseguradoras e já passou pela Câmara, pode adicionar cerca de 10% ao valor de mercado se aprovado pelo Senado. Compra mantida, preço-alvo de R$ 67,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4bKIYRm
Ânima (ANIM3): Resultados do 2T26 O evento A Ânima reportou resultados do 2T26 acima do esperado, com números limpos e recuperação relevante de margens. A receita líquida cresceu 4% a/a, para R$1,05 bilhão, e o EBITDA ajustado subiu 12% a/a, para R$315 milhões, levando a margem a 30% (+200bps a/a). O lucro líquido ajustado avançou 31% a/a, para R$39 milhões. Os números do trimestre A Inspirali puxou o resultado, com receita líquida em alta de 10% a/a e lucro operacional 28% maior, com margem de 54,8%. A Ânima Core teve receita estável, mas lucro operacional 9% menor, com a base de alunos ainda em queda. ✅Visão BTG: resultados sólidos, com margens resilientes mesmo em ambiente regulatório mais desafiador, mas a falta de clareza sobre a alocação de capital pós-FMU mantém a cautela. Rating Neutro mantido, preço-alvo de R$ 4,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4x0a4wd
Priner (PRNR3): Resultados do 2T26 O evento A Priner teve 2T em linha com o esperado, ainda impactado pela retomada de projetos paralisados e pela interrupção de um contrato de mineração por causa das chuvas. A receita líquida cresceu 28% a/a, para R$ 463 milhões, e o EBITDA ajustado saltou 78% a/a, para R$ 72 milhões, com margem de 16% (+4,4p.p. a/a). Os números do trimestre A Siderurgia & Mineração puxou o crescimento com a entrada da SEMEP. As duas divisões que vinham pesando no resultado reagiram: Montagem Industrial cresceu 58% t/t e a EEI concluiu sua reestruturação, com margem bruta do semestre subindo 15p.p. Visão BTG: trimestre sem brilho, mas com tendências melhorando nas unidades que mais pesavam no resultado; ainda falta um crescimento de lucros mais consistente para fortalecer a tese. Compra mantida, com a ação negociando a 4x EV/EBITDA27. Preço-alvo de R$ 28,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4gwBnZ8
Compass (PASS3): Resultado 2T26 O evento A Compass teve trimestre sólido, acima do esperado após ajustes por itens não recorrentes. O EBITDA ajustado somou R$ 1,35 bilhão, ante estimativa de R$ 1,24 bilhão, e o lucro líquido ajustado veio em R$ 296 milhões, acima da projeção de R$ 250 milhões. Os números do trimestre A distribuição foi o destaque, com EBITDA de R$ 1,21 bilhão, beneficiada por controle de custos e melhor mix de volumes. A Edge também surpreendeu, com volumes crescendo 27% a/a e R$ 452 milhões de EBITDA já contratado para 2026. ✅Visão BTG: a distribuição reforça a tese de composição de valor de longo prazo, enquanto a Edge adiciona um componente extra de crescimento, ainda pouco precificado após a queda recente do papel. Compra mantida, preço-alvo de R$ 38,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4xEymM2
Cyrela (CYRE3): Lançamentos e vendas mais fortes no 2T26 O evento A Cyrela teve trimestre sólido, em linha com o esperado. A receita líquida cresceu 18% a/a, para R$ 2,5 bilhões, com margem bruta de 37,3% (+240bps a/a). O LPA avançou 17% a/a, para R$ 1,04, e o ROE anualizado ficou em 16%. Os números do trimestre A geração de caixa somou R$ 285 milhões, acima do esperado, puxada pelo forte recebimento de recebíveis e por R$ 100 milhões de uma venda de terreno. A alavancagem segue baixa, com Dívida Líquida/Patrimônio Líquido de 11%. ✅Visão BTG: resultado sólido em todas as frentes, com destaque para a geração de caixa, equivalente a um yield anualizado de 12%. Com balanço desalavancado, o BTG espera dividendos e recompras relevantes à frente, ainda pouco precificados pelo mercado. Reitera Cyrela como sua principal escolha entre incorporadoras de média e alta renda, negociando a 4x P/L estimado para 2027. Compra mantida, preço-alvo de R$ 40,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4xHoP7g
Even (EVEN3): Resultados 2T26 O evento A Even teve trimestre fraco, com LPA recorrente abaixo do esperado e consumo de caixa. A receita líquida caiu 65% a/a, para R$ 201 milhões, e a margem bruta recuou para 29,8% (-600bps a/a). O lucro de R$ 31 milhões só veio positivo por um ganho não recorrente de R$ 54 milhões com venda de SPEs; sem ele, teria havido prejuízo de R$ 24 milhões. Os números do trimestre O consumo de caixa somou R$ 83 milhões, puxado pela compra de um terreno na Vila Nova Conceição. A dívida líquida somou R$ 712 milhões, com relação Dívida Líquida/Patrimônio Líquido de 31%. ✅Visão BTG: mesmo com desconto, a 0,5x P/VPA, o BTG mantém recomendação Neutra, diante do cenário mais fraco para o segmento de média e alta renda e do ROE ainda pressionado. Preço-alvo de R$ 9,50. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4bQk172
Morning Call BTG Pactual • EUA prometem isolamento econômico ao Irã • Empréstimos bancários da China caem • Inflação da França acelera para 2,1% • Ibovespa cai pela 8ª sessão seguida https://www.youtube.com/live/pM4VkiXqkgE
🗓️AGENDA DO DIA Brasil 9h00 — IBGE: PNAD Contínua (jul) EUA 9h30 — CB: Vendas no varejo (jul) 11h00 — Univ. Michigan: Sentimento do consumidor (jul) 11h00 — Univ. Michigan: Expectativas de inflação (jul)
🇧🇷BRASIL O Ibovespa fechou ontem em queda de 0,23%, aos 167.101 pontos, após oscilar entre a mínima de 166.197 pontos e a máxima de 168.515 pontos ao longo do pregão. O índice teve um breve alívio logo após a abertura dos negócios, mas não conseguiu sustentar o desempenho positivo e voltou a ceder, acumulando a oitava sessão consecutiva de perdas em meio à forte saída de investidores estrangeiros e à piora do sentimento dos investidores locais. Desde abril, os alocadores não residentes já haviam retirado R$ 32 bilhões da bolsa brasileira, segundo dados da B3. A sequência de perdas já era a pior marca do Ibovespa desde as 13 sessões consecutivas de recuo registradas em agosto de 2023, e acendeu um alerta técnico: ao romper de uma só vez os suportes de 172.200 pontos e 168.100 pontos, o índice confirmou a tendência de baixa. O dólar à vista fechou em alta de 0,25%, cotado a R$ 5,1925, depois de oscilar entre a mínima de R$ 5,1756 e a máxima de R$ 5,1986. Já o euro comercial avançou 0,31%, fechando a R$ 5,9864. O governo brasileiro deu início ontem à análise para adoção da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, em reação à tarifa de 25% sobre exportações brasileiras anunciada pelo governo de Trump com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana, em 15 de julho. O início do processo foi informado pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aos demais membros da câmara, e o Ministério das Relações Exteriores notificou o governo americano e solicitou consultas diplomáticas, medida que, segundo o Planalto, reforça a disposição do Brasil em privilegiar o diálogo, já que o país atuou ao longo do último ano junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências contra as alegações de práticas desleais de comércio. 🏢EMPRESAS A Ambev S.A. (Ambev) aprovou o cancelamento de 279 milhões de ações ordinárias mantidas em tesouraria, sem redução do capital social, que passou a ser dividido em 15.484.664.889 ações ordinárias. A companhia informou que, com isso, o programa de recompra aprovado em 29 de outubro de 2025 foi encerrado, por ter atingido o limite de ações ordinárias previsto. A JHSF Participações S.A. (JHSF) aprovou a renovação de seu programa de recompra de ações, autorizando a aquisição de até 10% das ações ordinárias atualmente em circulação, com prazo de execução de até 18 meses e encerramento programado para 13 de fevereiro de 2028.
🌏INTERNACIONAL Os mercados operam mistos nesta sexta-feira (14), em meio à escalada da pressão dos Estados Unidos sobre o Irã. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, prometeu medidas econômicas "nunca vistas antes" contra o país, enquanto o Pentágono afirmou que o bloqueio naval sobre os portos iranianos pode se estender "indefinidamente". O tom também reflete o pregão recorde de ontem em Wall Street, quando o S&P 500 fechou no maior nível da história e caminha para a terceira semana consecutiva de alta, com a Ásia acompanhando parte dos ganhos nesta madrugada. Os futuros de Wall Street operam mistos nesta manhã, após a sessão recorde de ontem em Nova York: o contrato do S&P 500 sobe 0,07%, o do Nasdaq 100 avança 0,15% e o do Dow Jones cai 0,12%. Na Ásia, o Kospi liderou os ganhos e fechou em alta de 2,42%, enquanto o Nikkei subiu 0,59% e o Shanghai teve variação positiva de 0,01%. Já na Europa, o pregão opera dividido: o DAX ganha 0,47%, enquanto o CAC 40 recua 0,16% e o FTSE 100 cede 0,30%. O petróleo WTI avança 1,54%, a US$ 82,50 o barril, e o Brent ganha 0,96%, a US$ 87,91 o barril. Confira as cotações às 7h10: Bolsas mundiais: • S&P 500 Futuro +0,07% • Nasdaq Futuro +0,15% • Dow Jones Futuro -0,12% • FTSE -0,30% • Nikkei +0,59% • Kospi +2,42% • Shanghai +0,01% Commodities: • Petróleo WTI (set) +1,54%, a US$ 82,50 o barril • Petróleo Brent (out) +0,96%, a US$ 87,91 o barril • Ouro (dez) -0,42%, a US$ 4.402,00 por onça troy Outros: • Índice do dólar (DXY) -0,21%, a 99,65 pontos • Bitcoin -0,80%, a US$ 62.840,90 • Treasury 10 anos: 4,647%, acima de 4,641% do ajuste anterior • Treasury 2 anos: 4,154%, acima de 4,140% do ajuste anterior No campo geopolítico, Bessent disse, em entrevista à Newsmax, que os Estados Unidos vão combinar um isolamento econômico inédito ao bloqueio contínuo do Estreito de Ormuz, impedindo a entrada ou saída de qualquer navio dos portos iranianos, sem dar mais detalhes. A declaração veio depois de o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmar, ontem à noite, que as Forças Armadas americanas podem manter o bloqueio naval ao Irã "indefinidamente". O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por sua vez, declarou que pode aplicar tarifas de 25% a qualquer país que comprar bens ou serviços iranianos, direta ou indiretamente, o que pode afetar a China, principal parceira comercial do Irã. Do lado iraniano, o governo tem corrido para contornar a pressão econômica americana. O presidente do banco central do Irã, Abdolnasser Hemmati, disse ontem que o país deve aderir em breve ao Novo Banco de Desenvolvimento do Brics, buscando reforçar alianças econômicas. Na Europa, a zona do euro voltou a registrar superávit comercial em junho, de 1,8 bilhão de euros (US$ 2,08 bilhões), revertendo o déficit de 6,1 bilhões de euros registrado em maio, segundo a Eurostat, a agência de estatísticas da União Europeia. As exportações ajustadas do bloco de 21 países subiram 0,9%, enquanto as importações recuaram 2,1%, em meio à queda nas compras de energia. Já a taxa de inflação anual da França acelerou para 2,1% em julho, ante 1,8% em junho, confirmando as estimativas preliminares do Insee, o instituto de estatística do país. A alta foi puxada principalmente pelo setor de serviços, que subiu 2,2% no ano (ante 1,9% em junho), com destaque para hospedagem e serviços de alimentação, e pela energia, cujo avanço também acelerou, para 12,6%, impulsionado pelo gás e por derivados de petróleo. Na Ásia, os novos empréstimos bancários da China caíram inesperadamente em julho, recuo que ocorreu no momento em que o banco central do país busca minimizar a importância dos empréstimos como métrica financeira. O indicador ficou em patamar negativo de 340 bilhões de yuans no mês passado, ante 1,61 trilhão de yuans em junho, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira. A surpresa de julho se deveu em parte à sazonalidade, mas também reflete a fraca demanda interna por crédito, em meio à persistente crise imobiliária no país.
Eneva (ENEV3): Resultado 2T26 O evento A Eneva reportou bons resultados no 2T26, com EBITDA ajustado de R$ 1,39 bilhão, 4% acima da estimativa do BTG, e lucro líquido ajustado de R$ 144 milhões. Os números do trimestre A Celse foi o destaque positivo, com EBITDA de R$ 521 milhões, puxado pela comercialização de gás e energia. Já as térmicas do complexo R2W renderam R$ 685 milhões, 8% abaixo do esperado, e o GNL de pequena escala somou R$ 74 milhões, após a rescisão antecipada do contrato com a Vale. O que muda daqui para frente A compensação de R$ 340 milhões pelo fim do contrato com a Vale só entrou no caixa em julho e deve aparecer no resultado do terceiro trimestre. ✅Visão BTG: resultado sólido, com a comercialização de energia e gás compensando a fraqueza pontual nas térmicas R2W e no GNL. Compra mantida, preço-alvo R$ 31,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4zifDaW
Cogna (COGN3): Resultados do 2T26 O evento A Cogna reportou um 2T26 decente e em linha com as estimativas do BTG, com desempenho sólido na educação básica, resiliência na graduação da Kroton e boa expansão do lucro líquido. Os números do trimestre A receita líquida cresceu 18% a/a, para R$ 1,96 bilhão, e o EBITDA ajustado avançou 7% a/a, para R$ 589 milhões, com margem de 30,1% (-310 pontos-base a/a) pelo mix mais favorável à educação básica. O lucro líquido ajustado subiu 18% a/a, para R$ 210 milhões. Na Kroton, a receita cresceu 6% a/a, para R$ 1,3 bilhão, com captação ainda pressionada pelo EAD; na educação básica, a receita saltou 51% a/a, para R$ 650 milhões, impulsionada pelo calendário do PNLD. O que muda daqui para frente O fluxo de caixa para o acionista saltou 88% a/a, para R$ 252 milhões, e a alavancagem melhorou para 1,10x dívida líquida/EBITDA, ante 1,13x no 1T26. ✅Visão BTG: resultados decentes, com a educação básica como destaque e a geração de caixa como principal motivo para manter a visão positiva. BTG espera yield de fluxo de caixa na casa dos 15% a 19% neste ano. Compra reiterada, preço-alvo R$ 5,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4qgacVG
Melnick (MELK3): Resultados do 2T26 O evento Os resultados do 2T26 vieram acima das estimativas do BTG, com ROE de 13% ante expectativa de 10%, impulsionados por uma margem bruta maior do que a projetada. Os números do trimestre A receita líquida somou R$ 271 milhões (-20% a/a), enquanto a margem bruta atingiu 31% (+110 pontos-base a/a). O lucro líquido totalizou R$ 34 milhões (-13% a/a), com LPA de R$ 0,17, 27% acima da projeção do BTG. O que muda daqui para frente A companhia consumiu R$ 22 milhões em caixa no trimestre, reflexo da compra de terrenos e do aumento de recebíveis, e encerrou o período com dívida líquida de R$ 535 milhões, equivalente a 44% do patrimônio líquido. ✅Visão BTG: trimestre sem grandes novidades, com resultado ligeiramente acima do esperado, mas geração de caixa ainda negativa. Recomendação Neutra mantida, diante do cenário desafiador para o mercado imobiliário de média e alta renda, apesar do múltiplo baixo de 4x P/L estimado para 2027. Preço-alvo R$ 4,80. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4wp4PoA
Copasa (CSMG3): Resultado 2T26 O evento A Copasa reportou resultado abaixo do esperado no 2T26. A receita líquida ex-construção somou R$ 1,95 bilhão (+8,9% a/a), em linha com a estimativa do BTG, beneficiada pelo reajuste tarifário de 6,56% e pelo crescimento de volume em água e esgoto. Os números do trimestre O EBITDA ajustado somou R$ 762 milhões (+12% a/a), 9% abaixo da estimativa do BTG (R$ 836 milhões), pressionado por itens não recorrentes e despesas maiores que o esperado. O lucro líquido ajustado ficou em R$ 275 milhões, também aquém da projeção (R$ 384 milhões), impactado por despesas financeiras mais altas. O que muda daqui para frente A alavancagem subiu para 2,8x Dívida Líquida/EBITDA, ante 2,4x no 1T26. ✅Visão BTG: Rating Compra mantido, preço-alvo R$ 81,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/45rjh4I
Track & Field (TFCO4): Resultados do 2T26 O evento A Track&Field teve mais um trimestre forte, levemente acima das estimativas do BTG, com crescimento de sell-out e margem EBITDA praticamente estável. Os números do trimestre O SSS subiu 15,9% a/a, elevando o sell-out total a R$ 493 milhões (+20,7% a/a) e a receita líquida a R$ 280 milhões (+15,5% a/a). O EBITDA ajustado pré-IFRS16 somou R$ 66 milhões (+16% a/a), com margem de 23,5%, enquanto o lucro líquido ajustado atingiu R$ 44 milhões (+8% a/a). O que muda daqui para frente As lojas reformadas seguem com desempenho muito acima da base (+36% a/a nas próprias e +38% a/a nas franquias), e os ganhos de eficiência em despesas gerais e administrativas compensam a pressão sobre a margem bruta. ✅Visão BTG: modelo de negócios rentável, alinhamento com franqueados e estratégia de expansão bem desenhada sustentam a tese de qualidade. Rating Compra mantido, preço-alvo R$ 19,00. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/3SygQKH
📈Swing Trade | Análise Técnica — 14/08 EMBJ3 - Rompeu R$ 89,45, que virou suporte, e sustenta a alta acima de R$ 94,59, com espaço para R$ 103,56 e R$ 119,91. SPCX34 - Recuperou a média de 200 períodos, hoje suporte em R$ 44,09, e mira R$ 50,00, com resistências em R$ 54,00 e R$ 58,00. B3SA3 - Pressiona a base da lateralização em R$ 14,00; perda desse nível abre caminho para R$ 12,30, cenário revertido só com retomada de R$ 15,00/R$ 15,50. JBSS32 - Recuperou o suporte em R$ 60,80 e mira R$ 73,00, gatilho para avançar a R$ 82,00 e R$ 88,00. KLBN11 - Defendeu R$ 16,20/R$ 16,40 e retomou as médias de 21, 50 e 200 dias; rompimento de R$ 18,70 abre caminho para R$ 20,30/R$ 20,70. Confira o relatório completo: https://l.btgpactual.com/4fXXIPl
Morning Call BTG Pactual • Ucrânia ataca terminais de grãos russos • PPI dos EUA • PIB do Reino Unido cresce 0,4% • Ibovespa fecha em queda https://www.youtube.com/live/Sx1sCeNU0eg