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  • Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro

  • Fechamento: Ibovespa tenta reação, mas fecha 9º pregão seguido em baixa e acumula perda de 3,2% na semana; dólar encosta em R$ 5,22 A bolsa voltou a cair, engatando o nono pregão consecutivo de perdas, com os investidores cautelosos diante de uma nova pesquisa eleitoral Genial Quaest, esperada para agora à noite. O mercado monitora ainda a decisão do governo de aplicar a Lei da Reciprocidade contra os EUA em função das novas tarifas anunciadas. O Ibovespa reduziu as perdas na reta final, mas fechou em leve baixa de 0,10%, aos 166.934,20 pontos, sem saber o que é subir neste mês, acumulando perda de 6,22% no período. Somente nesta semana, a desvalorização é de 3,23%. O giro desta 6ªF ficou em R$ 22,4 bilhões. Entre as blue chips, Petrobras apresentou alta tímida (PN +0,45%, a R$ 42,09; e ON +0,21%, a R$ 46,83), em dia de alta ao redor de 1,5% do petróleo, enquanto a Vale recuou (-0,83%; R$ 71,30), contrariando o minério de ferro (+0,42%). Já os principais bancos fecharam majoritariamente no azul: Itaú PN subiu 1,80% (R$ 39,00), BTG unit +1,51% (R$ 51,00), BB +0,93% (máxima de R$ 18,38) e Santander unit +0,34% (R$ 29,93). Bradesco PN foi exceção e caiu 0,72% (R$ 16,54). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -7,68% (R$ 4,93), após o balanço trimestral, em meio a negociação com credores. Yduqs, que também anunciou números trimestrais, vem a seguir com -5,18% (R$ 7,32), acompanhada de CPFL Energia (-4,49%; R$ 41,29). Do lado positivo, Minerva ficou no topo com +5,26% (R$ 3,20), seguida de Hapvida (+4,99%; R$ 6,73) e Embraer (+2,43%; R$ 99,02). O dólar à vista subiu 0,52%, para R$ 5,2199. (Márcio Anaya)

  • Giro das 15h: Ativos domésticos seguem sofrendo com fuga do risco eleitoral; Wall Street realiza lucros recentes O movimento de liquidação dos ativos domésticos se repete nesta 6ªF, com o investidor estrangeiro à frente das vendas dos ativos de risco (Ibovespa -1,29%, aos 164.938 pontos) e das compras de dólar (à vista +0,96%, a R$ 5,2430). A curva de juros também sente hoje o movimento de aversão ao risco com mais força do que em outros dias desta semana, com a ponta longa acumulando quase 30 pb de prêmio (Jan/29 a 14,480%; Jan/33 a 14,835%). O mercado aguarda nova pesquisa eleitoral Genial Quaest no final de dia e repercute da decisão do governo Lula de “comprar briga” com Trump, ao anunciar a aplicação da Lei da Reciprocidade. Também faz preço a declaração de um dos “caciques” do Centrão, Gilberto Kassab. Em encontro com empresários ontem à noite em São Paulo, o presidente do PSD afirmou que Flávio Bolsonaro “não tem a menor chance” e que o Centrão está com Lula. Em Wall Street, após o S&P500 renovar seu recorde de fechamento, investidores embolsam ganhos recentes (Dow Jones -0,25%; S&P500 -0,26%; Nasdaq -0,44%), com novos ataques no Oriente Médio motivando a cautela e impulsionando o petróleo (Brent/outubro +1,39%, a US$ 88,28). (Téo Takar)

  • Giro das 12h: Ibovespa tem nova sessão de aversão ao risco Apenas 15 ações sobem no Ibovespa perto do meio-dia, entre elas, Petrobras (ON +0,86%; PN +0,98%) em sessão de petróleo bastante instável (brent +0,70%) em meio a ameaças dos EUA de impor, na próxima semana, medidas para sufocar economicamente o Irã. Há pouco o índice caminhava para seu nono dia consecutivo de queda, aos 165.649,50 pontos (-0,87%). Riscos fiscais combinados à fuga de capital externo às vésperas das eleições acionam cautela. Às 18h sai pesquisa eleitoral da Quaest. Em Wall Street, as bolsas operam estáveis (Dow Jones -0,16%; S&P 500 -0,06% e Nasdaq -0,18%), com maior chance de que o Fed mantenha as taxas inalteradas no curto prazo após dados benignos de inflação na semana somados a quedas na confiança do consumidor americano e nas vendas no varejo. O dólar avança a R$ 5,2203 (+0,53%), na contramão do exterior, e os juros futuros sobem. O índice DXY perde 0,43% (99,531). (Ana Katia)

  • Abertura: Dólar e juros sobem com 'risco Brasil' O dólar avança à máxima de R$ 5,2239 (+0,60%) e os juros futuros acompanham, com alta maior nos vencimentos longos, em meio ao risco Brasil, por preocupações com o fiscal e a proximidade da eleição presidencial de 2026. A fuga de capital segue no radar, descolando o real de outras moedas emergentes, e o processo brasileiro de reciprocidade ao tarifaço americano é outra camada observada. O mercado também aguarda nova pesquisa da Quaest ainda hoje. O dólar está mais fraco hoje ante pares e emergentes, assim como os rendimentos dos Treasuries de curto prazo após dados de inflação tirarem a urgência do Fed em aumentar juros. No longo prazo, o viés é de alta porque o impasse na guerra continua. O DXY cai 0,32% (99,649). O Ibovespa perde 0,38% (166.460,34). (Ana Katia)

  • 14 авг.1 2423

    Vai rolar: Alívio externo não chega no Brasil [14/08/26] Depois de o CPI e o PPI aliviarem as pressões inflacionárias e adiarem para dezembro as apostas de uma alta do juro pelo Fed, o mercado acompanha hoje as vendas no varejo e o sentimento do consumidor de Michigan. No Brasil, a Pnad Contínua e a nova pesquisa Quaest dividem as atenções, em um momento em que o risco fiscal e a eleição passaram a cobrar prêmio dos ativos domésticos. O ambiente ganhou uma fonte adicional de tensão à noite, com a decisão do governo de abrir processo para aplicar a Lei da Reciprocidade contra os Estados Unidos. Na temporada de balanços, investidores repercutem os números do Nubank, que disparou no after hours em Nova York. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 06h00 – Zona do euro: PIB (2ª leitura do 2º tri) ▪️ 06h00 – Zona do euro: Balança comercial (jun) ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pnad Contínua (trimestre encerrado em jun) ▪️ 09h30 – EUA: Vendas no varejo (jul) ▪️ 11h00 – EUA: Universidade de Michigan – Índice de sentimento do consumidor (preliminar de ago) ▪️ 14h00 – EUA: Baker Hughes – Poços e plataformas em operação Eventos ▪️ Brasil: Quaest divulga pesquisa Balanços ▪️ Brasil/após o fechamento – Casas Bahia, Cosan, Vibra Energia, Jalles Machado e Marisa

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  • Fechamento: Ibovespa cai com ajustes após balanços e saída de capital externo Em mais um pregão volátil, a bolsa apresentou leve queda nesta 5ªF, com o mercado digerindo diversos balanços corporativos divulgados ontem à noite, em meio ao rearranjo de carteiras e saída de capital externo. No fechamento, o Ibovespa marcou 167.100,95 pontos, com baixa de 0,23% e giro de R$ 22,4 bilhões. As ações do BB foram o destaque negativo entre os bancos, com perda de 4,16% (R$ 18,21), após o resultado trimestral. Bradesco PN recuou 0,48% (R$ 16,66), Itaú PN -0,31% (R$ 38,31), enquanto BTG unit avançou 1,29% (R$ 50,24) e Santander unit +0,71% (R$ 29,83). As ações da Vale caíram firme (-1,75%; R$ 71,90), superando a baixa do minério de ferro (-0,21%), ao passo que Petrobras reagiu de forma moderada (PN +1,09%, a R$ 41,90; e ON +0,89%, a R$ 46,73), em dia de baixa superior a 2% do petróleo. Hapvida desabou 33,09% (R$ 6,41) e liderou com folga as perdas do índice, após o demonstrativo financeiro frustrar os analistas. Minerva vem a seguir com -7,60% (R$ 3,04), acompanhada de Sabesp (-7,04%; R$ 24,28), outras que divulgaram ontem seus balanços trimestrais. Do lado positivo, as primeiras posições também foram de empresas que anunciaram resultados: MRV ficou no topo com +14,29% (R$ 4,80), seguida de Cogna (+7,88%; R$ 2,19) e Rede D’or (+6,31%; R$ 34,54). O dólar à vista subiu 0,25%, para R$ 5,1930. (Márcio Anaya)

  • Giro das 15h: Bolsas operam mistas em NY, com techs puxando ganhos; Ibovespa cai e dólar sobe de novo com saída de estrangeiros As bolsas em NY operam mistas nesta 5ªF (Dow Jones -0,04%; S&P500 +0,54%; Nasdaq +0,76%), com o Dow Jones pressionado pela forte queda da Cisco (-9,2%) após o balanço, enquanto o S&P caminha para novo recorde de fechamento, apoiado pelas techs (Sandisk +15,9%; Super Micro Computer +6,4%; Micron +6,3%; Marvell +5,2%). O PPI estável em julho se junta ao CPI dentro do esperado, reforçando as apostas (65,6%) de manutenção dos juros pelo Fed em setembro, o que enfraquece o dólar globalmente (DXY -0,05%, para 99,966 pontos). Por aqui, o Ibovespa volta a cair (-0,25%, aos 167.075 pontos) em uma sessão bastante volátil, com os balanços ditando as maiores altas (MRV +13,1%; Cogna +6,4%) e maiores baixas do índice (-Hapvida -28,3%; Minerva -8,5%; Sabesp -7,5%). O dólar à vista volta a subir (+0,24%, a R$ 5,1925), afetado pela saída de investidores estrangeiros e também pelo desmonte de posições compradas em real por fundos locais, segundo apuração do Valor. Os juros futuros registram leve queda (DI Jan/27 a 13,740%; Jan/29 a 14,220%), apesar do ruído eleitoral e das vendas no varejo restrito em junho (+0,5%) melhores que o esperado (+0,2%). (Téo Takar)

  • Giro das 12h: Após testar recuperação, Ibovespa cede com ações de peso e fuga de estrangeiros O Ibovespa tentou recuperação mais cedo, fazendo máxima de 168.515,49. Há pouco cedia levemente a 167.185,19 (-0,18%), com queda nas ações ligadas a commodities e a saída de estrangeiros, que segue no radar. Vale perde 1,04% e Petrobras é mista (ON -0,32%, PN +0,22%) em sessão de queda de mais de 2% no petróleo, por sinais de demanda fraca prevalecendo sobre o impasse nas negociações de paz. Rede D'Or (+6,25%) e CSN (+3,24%) estão entre os melhores desempenhos após balanços, enquanto BB (-1,79%) registrou lucros abaixo do esperado. Entre os dados, varejo, publicado mais cedo, veio acima da expectativa. Nos EUA, inflação americana (ontem CPI e hoje, PPI) se mostrou benigna e favoreceu apostas de que o Fed mantenha juros inalterados em setembro e outubro no CME. Isso apoia bolsas, estabiliza o dólar, mesmo que em patamar alto, e derruba os rendimentos dos Treasuries. Dow Jones sobe +0,24%; o S&P 500 +0,74% e o Nasdaq +0,96%. O DXY cai -0,17%, aos 99,847 pontos. Aqui, o dólar sobe a R$ 5,1851 (+0,10%) e os juros caem. (Ana Katia)

  • Abertura: Dólar e juros se estabilizam em linha com exterior monitorando dados de inflação e varejo O dólar se estabilizou há pouco, a R$ 5,1787 (-0,02%), depois de abrir em alta em meio à continuidade da fuga de capital externo diante da proximidade das eleições brasileiras. A moeda enfraquece ante pares e emergentes em sessão de queda acima de 2% no petróleo, apesar da estagnação das negociações sobre Ormuz. Os juros futuros abriram em alta, mas passaram a ceder na primeira meia hora de negociação, em linha com os rendimentos dos Treasuries. O DXY cai agora a 99,846 pontos (-0,17%), depois de bater máxima de 100,083 pontos, reagindo a dados de inflação que corroboram a expectativa de menor pressão sobre o Fed para agir em setembro. Depois do CPI dentro do previsto, ontem, o PPI americano apontou desaceleração em julho acima do estimado. Pedidos semanais de auxílio-desemprego aumentaram, mas estão em níveis historicamente baixos. Aqui, varejo cresceu 0,5% em junho, superando as previsões (+0,3%). O Ibovespa sobe 0,18% (167.795,68). (Ana Katia)

  • Vai rolar: PPI nos EUA e varejo no Brasil põem juros à prova [13/08/26] Depois de o CPI americano trazer algum alívio, o PPI de hoje coloca novamente à prova as apostas de que o Fed poderá manter as taxas em setembro, enquanto o impasse em Ormuz continua sustentando os riscos para a inflação e a volatilidade do petróleo. No Brasil, a desaceleração da atividade ganha novo teste com as vendas do comércio de junho, em meio à expectativa de mais um corte da Selic em setembro. Os ativos locais, porém, continuam fragilizados pela saída de estrangeiros e pela proximidade eleitoral, que reforça os riscos fiscais. Na temporada de balanços, o mercado repercute os números do Banco do Brasil e da Suzano e espera, após o fechamento, Nubank e Cemig. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 06h00 – Zona do euro: Produção industrial (jun) ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Mensal do Comércio (jun) ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Levantamento Sistemático da Produção Agrícola ▪️ 09h30 – EUA: Inflação do PPI (jul) ▪️ 09h30 – EUA: Pedidos de auxílio-desemprego Eventos ▪️ 09h15 – EUA: Beth Hammack (Fed) discursa ▪️ 09h40 – EUA: Tom Barkin (Fed) discursa ▪️ 14h30 – Brasil: Gabriel Galípolo participa da abertura do evento de 30 anos do FGC ▪️ 16h15 – Brasil: DF e União participam de reunião de conciliação no STF sobre socorro ao BRB ▪️ 20h00 – Peru: Decisão de política monetária ▪️ Brasil: PoderData divulga pesquisa eleitoral Balanços ▪️ Brasil/antes da abertura – Bradespar, JHSF e Banrisul ▪️ Exterior/antes da abertura – Antofagasta ▪️ Brasil/após o fechamento – Stone, Nubank, Braskem, Cemig, MBRF, Azul, CPFL, Cyrela, IRB, Raízen, Yduqs, 3Tentos, Compass, Even, Heringer, Light, M. Dias Branco, Petz Cobasi e Grupo Mateus

  • Encerramento das transmissões Agradecendo pela sua companhia, desejamos uma boa noite! BDM Lite é o canal gratuito do BDM Online no Telegram. Clique aqui e conheça todos os produtos BDM ▪️Atendimento ao cliente (11) 95653-9007 (WhatsApp) ou pelo email atendimento@bomdiamercado.com.br ▪️Instagram Siga o perfil do BDM no Instagram ▪️Rede X (ex-Twitter) Acompanhe os posts do Bom Dia Mercado na Rede X, antigo Twitter ▪️Linkedin Siga o perfil clicando aqui ▪️YouTube Veja todos os vídeos do BDM no Canal do Youtube 👉🏻 Siga o Bom Dia Mercado no Channel do WhatsApp. São 70 mil pessoas que recebem diariamente as principais notícias do mercado financeiro

  • Fechamento: Ibovespa fica quase estável em dia negativo para Petrobras e bancos Em uma sessão bastante volátil, o Ibovespa terminou quase estável, com leve baixa de 0,23%, aos 167.491,07 pontos. Os investidores se mantêm cautelosos diante do cenário eleitoral e da situação fiscal do país. O volume financeiro ficou em R$ 24,2 bilhões no pregão desta 4ªF, dia de vencimento de índice futuro e exercício de opções sobre o indicador. Entre as blue chips, Petrobras voltou a cair (PN -0,50%, a R$ 41,45; e ON -0,45%, a R$ 46,32), diante de um petróleo estável em patamares elevados. Os principais bancos também recuaram majoritariamente: Itaú PN -1,46% (R$ 38,43), BB -1,45% (mínima de R$ 19,00), BTG unit -1,06% (R$ 49,60) e Bradesco PN -0,30% (R$ 16,74). Santander unit foi exceção e subiu 0,34% (R$ 29,62). Já a Vale registrou ganho de 0,74% (R$ 73,18), superando o minério de ferro (+0,14%). Braskem PNA liderou as perdas do Ibovespa com -7,80% (R$ 5,20), seguida de Direcional (-4,72%; R$ 10,49), que ontem divulgou balanço do 2TRI. Totvs vem a seguir com -4,15% (R$ 29,32). Do lado positivo, Embraer ficou no topo com +4,00% (R$ 96,18), acompanhada de CSN Mineração (+3,95%; R$ 5,79), que hoje à noite divulga seus resultados. Gerdau PN figura em terceiro com +2,98% (R$ 24,88). O dólar subiu 0,37%, para R$ 5,1799. (Márcio Anaya)

  • Giro das 15h: Bolsas sobem em NY após CPI, com techs puxando ganhos; Ibovespa para de cair e dólar estaciona em R$ 5,16 As bolsas em NY operam em alta (Dow Jones +0,07%; S&P500 +0,31%; Nasdaq +0,62%), com investidores avaliando o CPI de julho (+0,1%) dentro do esperado, o que reduz as chances de o Fed subir os juros em setembro. Entre os destaques do dia, Super Micro Computer dispara 18,3% após o balanço e impulsiona outras ações de tecnologia, como Sandisk (+8,3%) e Micron (+7,4%). Por aqui, o Ibovespa (+0,09%, aos 168.029 pontos) interrompe sequência de quedas e opera em leve alta, em dia de vencimento de índice futuro e exercício de opções sobre o índice. O dólar à vista também segue de lado (+0,03%, a R$ 5,1628), após a forte saída de estrangeiros nos últimos dias, preocupados com o cenário eleitoral e o quadro fiscal. Os juros futuros operam mistos, com curtos perto da estabilidade (DI Jan/27 a 13,750%) e longos em alta moderada (Jan/33 a 14,550%). (Téo Takar)

  • 12 авг.1 2301

    Giro das 12h: Ibovespa tem sessão volátil após queda forte da véspera O Ibovespa oscilou muito pela manhã, em clima mais defensivo após a forte queda de 2,5% da véspera, aos 167.549,74 pontos (-0,19%), enquanto NY é mista (Dow Jones -0,03%, S&P 500 +0,19% e Nasdaq +0,56%), com alta nas empresas de IA e após inflação dentro do esperado. O índice brasileiro fez mínima de 167.141,82 pontos e máxima 168.309,55, sem muito apoio de suas ações de maior peso. Petrobras cai (ON -0,28%; PN -0,05%) em sessão de petróleo em queda (brent -0,46%) na incerteza de um acordo entre EUA e Irã; Vale sobe +0,91% com minério, assim como outras empresas do setor, e bancos estão mistos (Itaú -0,51%; Bradesco PN +0,24%). A volatilidade é atribuída ao cenário eleitoral, o que motivou redução de recomendação pelo JP Morgan, e foi associado a fuga de capital externo. Em NY, após resultados e previsões, a CoreWeave dispara 18% e a SMC, +13%, renovando otimismo com o setor. CPI dos EUA apontou para inflação benigna, o que aliviou pressão sobre o FOMC para subir juros no curto prazo (61,9% apostam em taxas inalteradas em setembro/CME). DXY é estável aos 99,789 pontos (-0,04%) e rendimento dos Treasuries recuam, em especial o da Note de 2 anos, mais sensível à política. Aqui, as taxas sobem moderadamente e o dólar tem alta de 0,22% frente o real, a R$ 5,1720. (Ana Katia)

  • Abertura: Dólar e juros oscilam apesar do CPI benigno O dólar se estabiliza a R$ 5,1646 (+0,07%), após oscilar entre R$ 5,1791 e R$ 5,1367 à altura da divulgação do CPI americano, descolado do movimento frente outras moedas emergentes, enquanto o DXY cai a 99,699 pontos (-0,13%). Os juros futuros também oscilam muito e há pouco subiam na contramão dos rendimentos dos Treasuries, que recuam após os dados de inflação. CPI dos EUA de julho veio em linha, desfazendo apostas em uma postura mais agressiva do Fed (no CME, as chances de manutenção das taxas sobem a 61,6%, de 51,6% ontem). Aqui, o rebaixamento do Brasil pelo JP Morgan e a proximidade das eleições segue pesando. Além disso, resultados da CoreWeave (+19% no pré-mercado em NY) e da Super Micro Computer (+10%) ajuda a tirar atratividade dos mercados domésticos. Já o petróleo tem queda discreta por incertezas sobre um acordo no Oriente Médio. O Ibovespa cai 0,09% (167.717,96). (Ana Katia)

  • 12 авг.1 3873

    Vai rolar: Eleição entra no preço [12/08/26] A eleição entrou de vez no preço dos ativos brasileiros, depois que o JPMorgan reduziu sua recomendação para o País e alertou para o aumento da volatilidade até outubro. O movimento reforçou a saída de estrangeiros da B3, justamente quando a ata do Copom manteve setembro em aberto e o IPCA confirmou a melhora da inflação corrente, mas deixou dúvidas sobre os próximos meses. Lá fora, a guerra entre Estados Unidos e Irã continua sem sinal de acordo e mantém o Brent perto de US$ 90, aumentando a importância do CPI americano de hoje para as apostas sobre os juros do Fed. A agenda tem ainda Serviços no Brasil, relatórios da Opep e AIE, e muitos balanços, incluindo BB e CSN. (Rosa Riscala) 👉 Confira abaixo a agenda de hoje Indicadores ▪️ 05h00 – França: AIE – Relatório mensal de petróleo ▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Mensal de Serviços (jun) ▪️ 09h30 – EUA: Inflação do CPI (jul) ▪️ 11h30 – EUA: DoE – Estoques de petróleo ▪️ 14h30 – Brasil: BC – Fluxo cambial semanal ▪️ Áustria: Opep – Relatório mensal de petróleo Balanços ▪️ Brasil/após o fechamento – BB, CSN, CSN Mineração, Suzano, Casas Bahia, Equatorial, Hapvida, MRV, Rede D'Or, Rumo, Sabesp, Copasa, Minerva, SLC Agrícola, Ultrapar, Americanas, Azzas, Cogna, CVC, Eneva, Kepler Weber, Positivo, Qualicorp e Vittia

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  • 11 авг.1 2191

    Fechamento: Ibovespa cai 2,5% após rebaixamento do Brasil pelo JP Morgan, com cena eleitoral no radar; dólar vai a R$ 5,16 A bolsa caiu forte hoje, dia marcado pelo rebaixando da recomendação do Brasil para “neutra” pelo JP Morgan, citando uma conjuntura com juros elevados e déficit fiscal. No fechamento, o Ibovespa marcou 167.874,64 pontos, com queda de 2,50%. O giro foi maior em relação aos últimos pregões, de R$ 23,6 bilhões. O cenário eleitoral também pesou sobre os negócios, após pesquisa CNT/MDA mostrar Lula com ampla vantagem sobre Flávio Bolsonaro tanto no 1º como no 2º turno da corrida ao Planalto. Entre as blue chips, destaque para as perdas dos bancos: BTG unit desabou 5,81% (R$ 50,13), segunda maior baixa do índice, após divulgação do balanço trimestral, BB caiu 3,74% (R$ 19,28), Itaú PN -3,51% (R$ 39,00) e Bradesco PN -2,27% (R$ 16,79). A exceção foi Santander unit, com alta de 0,92% (R$ 29,52). A Vale também caiu firme (-2,02%; R$ 74,40), superando a desvalorização do minério de ferro (+1,26%), enquanto o recuo de Petrobras (ON -1,44%, a R$ 46,53; e PN -1,35%, a R$ 41,66) contrariou a alta de pouco mais de 1% do petróleo. Usiminas PNA liderou as perdas do índice com -7,54% (R$ 6,62), com RD Saúde em terceiro (-5,68%; R$ 18,28). Do lado positivo, CSN Mineração ficou no topo com +2,01% (R$ 5,57), seguida de Natura (+1,49%; R$ 8,20) após resultados trimestrais. MBRF figura em terceiro com +1,38% (R$ 16,16). O dólar à vista subiu 0,98%, para R$ 5,1608. (Márcio Anaya)

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