Clube Dos Homens
СтатистикаCanal Clube Dos Homens, com os melhores conteúdos do desenvolvimento masculino para você lidar bem na vida e realizar os seus objetivos: - Dicas - Avisos - Conselhos - Orientações Novas postagens aos domingos. Não deixem de ler.
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"O Clube dos Homens deseja a todos os pais um Feliz Dia dos Pais". "A paternidade é o auge da vida de um Homem: dedicação, presença e amor que se renova a cada dia. Hoje celebramos todos os pais que transformam desafios em aprendizado e fazem do amor aos filhos a maior lição de vida. Que esta data seja marcada por abraços sinceros, boas lembranças e muita alegria ao lado de quem faz a vida no lar muito mais feliz. Parabéns guerreiros, por exercerem esse papel com tanto carinho e responsabilidade". Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2731 @ClubeDosHomens
Crença sobre si mesmo “Eu sou feio”; “Eu sou desinteressante”; “As pessoas não gostam de mim”; “Não sou capaz de falar bem em público”; “Ninguém leva a sério o que falo”; “Tudo que falo é bobagem”; Crença sobre os outros/mundo “O mundo é um lugar cruel” “O mundo é um lugar perigoso” “As pessoas podem me fazer mal” “Não posso confiar em nenhum estranho” “Não há lugar para mim neste mundo de pessoas egoístas” “Se eu me descuidar, podem me fazer muito mal” Crença sobre o futuro “Ninguém vai gostar de mim na festa” “E se eu gaguejar na hora da reunião” “E se não souber o que falar com aquela garota” “Todos vão rir quando eu começar a falar” “Nunca serei uma pessoa divertida” “Estou com um péssimo pressentimento se sair hoje” VII - Tratamentos para Fobia social Existem diversos tratamentos para a Fobia Social, desde medicamentos até opções paralelas às abordagens científicas. A Terapia Cognitivo comportamental é uma psicoterapia com eficácia cientificamente comprovada no tratamento do problema. Sendo que, o psicólogo trabalha no sentido de orientar o paciente na identificação e eliminação das principais crenças disfuncionais que estão envolvidas no medo de estar em público. VIII - Técnicas da terapia Cognitivo Comportamental no tratamento da Fobia social Trata-se de uma psicoterapia breve e estruturada, com objetivo pré estabelecido entre paciente e psicoterapeuta. Para isso, o tratamento utiliza-se das seguintes técnicas: • Técnicas de relaxamento; • Treinamento de habilidades sociais; • Exposição gradativa; • Reestruturação Cognitiva; • Questionamento socrático. IX - Medicamentos para tratar a Fobia Social Normalmente alguns ansiolíticos e antidepressivos demonstram eficácia no tratamento farmacológico da timidez ou Fobia Social. Sendo ideal na maioria dos casos a combinação entre psicoterapia e psicofármacos. X - Outros tratamentos para a Fobia Social Existem tratamentos não comprovados cientificamente quanto a eficácia na cura do problema. Isso não significa que sejam ineficazes, apenas não passaram por rigorosos testes de comprovação necessários para todo conhecimento cientifico. XI - Confira os principais tratamentos paralelos para a fobia Social • Meditação; • Reiki; • Hipnoterapia; • Fitoterápicos; • Atividades coletivas. Conclusão A Fobia Social é um grave problema que afeta praticamente todas as esferas da sua vida. Contudo, a ótima notícia é que tem totalmente cura. Acabar com a timidez e o medo de estar em público é se tornar livre, ter liberdade para fazer amizades, namorar, expressar a sua opinião e crescer profissionalmente. É andar por aí de cabeça erguida sem a sensação de estar sendo atentamente observado por todos, ou com aquele incômodo nó na garganta. Espero que o artigo tenha acabado com todas as suas dúvidas sobre a Fobia Social, e o mais importante, tenha colocado você na direção certa para entender o problema e buscar as informações necessárias para receber ajuda profissional. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2728 @ClubeDosHomens
Por: Homem Alpha - Adriano Moura A Fobia Social é um problema recorrente em grande parte da população, trata-se do medo de pessoas ou de qualquer situação que envolva se socializar. Por exemplo: Apresentar um trabalho, fazer uma reunião, estar em uma festa com pessoas desconhecidas ou começar uma paquera. O problema pode trazer diversos prejuízos em todas as esferas da vida, uma vez que estamos na era da comunicação e interagir é fundamental para o sucesso profissional, social e até mesmo no relacionamento amoroso. Por isso, é de fundamental importância que você procure meios para acabar com o seu medo de estar em público… E em casos mais relevantes, considere procurar um psicólogo para te guiar na identificação e tratamento das causas do problema. I - Conseqüências da Fobia social As dificuldades mais comuns do medo de socialização, inclui: • Dificuldade em encontrar um relacionamento amoroso; • Círculo de amizades reduzido; • Solidão; • Psicopatologias como depressão e ansiedade; • Dificuldades profissionais; • Dificuldades acadêmicas; • Não conseguir se divertir em festas; • Isolamento social. O problema pode afetar diversas esferas da vida do sujeito, ou até mesmo desencadear psicopatologias mais graves como crises de ansiedade ou a depressão. Por isso, é importante ter atenção especial quando a fobia começa a incomodar bastante. II - Fobia Social tem cura? Sim! Mesmo que você tenha um medo crônico de estar em público, é totalmente possível através do tratamento psicológico. A Fobia social é um medo de estar diante de pessoas, por sua vez o medo é algo aprendido, e tudo que aprendemos também podemos desaprender. Sendo assim, através da psicoterapia o psicólogo te ajudará a eliminar as crenças que desencadearam o seu medo de estar em grupo. Portanto, fique tranquilo que você não precisa conviver com este problema que acaba gerando tantos prejuízos para a sua vida. III - Sintomas Os sintomas mais comuns da fobia social, inclui: • Medo de falar em público; • Timidez diante de pessoas desconhecidas; • Dificuldade em se posicionar nas discussões em grupo; • Número reduzido de amigos; • Desanimo para ir em festas; • Sempre ficar próximo de algum conhecido em festas; • Jamais puxar conversa com desconhecidos; • Timidez para dançar; • Evitar usar qualquer coisa que chame a atenção; • Sempre faz amizade com pessoas introvertidas; • Sensação de sempre estar sendo observado. Sendo que, o indivíduo socialmente fóbico normalmente apresenta pelo menos 4 dos sintomas elencados acima. IV - Fobia social e timidez A timidez muitas vezes pode ser situacional, ou seja, você tem vergonha de conversar com uma paquera na festa, no entanto se diverte em locais públicos. Já a fobia social engloba um medo geral de estar em grupo, gerando um considerável desconforto e uma vontade de se isolar. Tanto a timidez quanto a Fobia social são problemas que impactam negativamente em várias áreas da sua vida. Entretanto, o socialmente fóbico encontra maiores dificuldade para solucionar os seus problemas. E além disso, as consequências da Fobia Social normalmente são mais severas. V - Causas da Fobia social Diversos fatores podem levar alguém a ter medo de estar em público, confira abaixo os principais. • Educação rígida na infância; • Modelo familiar excessivamente exigente; • Baixa autoestima; • Familiares que pouco interagem; • Rejeição na infância; • Bullying; • Experiência traumática em público. VI - Fobia social e a Terapia Cognitivo-Comportamental A Terapia Cognitivo Comportamental parte do princípio teórico de que a Fobia Social está relacionada com o seu sistema de crenças. Basicamente a visão sobre si mesmo, dos outros e do futuro fazem com que você desenvolva uma série de pensamentos automáticos, que por sua vez geram desconforto e ansiedade quando está em público. Confira algumas crenças que pode levar uma pessoa a desenvolver Fobia Social ou timidez.
"Fobia Social – Você tem medo de socializar?" @ClubeDosHomens
III - A infância pesa, mas não sentencia Outro ponto central da pesquisa é o impacto da infância. Crescer em ambientes instáveis, negligentes ou inseguros molda expectativas sobre o mundo: desconfiança, hiperdefesa, medo de depender. Isso aparece na vida adulta, nos relacionamentos, no trabalho e até na forma como se lida com conflitos. A boa notícia é que a vida adulta permite reparos. Relações saudáveis construídas mais tarde — amizades sólidas, parceiros confiáveis, comunidades acolhedoras — conseguem reprogramar essas expectativas. O cérebro aprende, ao longo do tempo, que o mundo pode ser seguro de novo. Nada disso é rápido. Mas é possível. IV - Conflito não é o problema. Relação tóxica é. Toda relação relevante tem atrito. Discussões, frustrações, divergências fazem parte. O que diferencia relações saudáveis das destrutivas não é a ausência de conflito, mas a presença de afeto e respeito como base. Casais, amigos ou parceiros que discutem, mas conseguem se reorganizar emocionalmente depois, mantêm benefícios psicológicos e físicos. Já relações marcadas por ressentimento crônico, hostilidade constante ou silêncio carregado geram o mesmo efeito do isolamento: estresse contínuo. A pesquisa aponta algo contraintuitivo: permanecer em uma relação profundamente tóxica pode ser mais prejudicial à saúde do que encerrá-la. O corpo não distingue perigo físico de perigo emocional prolongado. Ambos cobram um preço. V - Conexão como estratégia de vida Talvez o maior erro cultural seja tratar relações como algo “secundário”, que sobra tempo para cuidar depois que carreira, dinheiro e metas estiverem resolvidas. O estudo mostra exatamente o contrário: relações não são consequência de uma vida bem-sucedida; elas são uma das causas. No contexto brasileiro — marcado por instabilidade econômica, pressões sociais e desigualdade — isso se torna ainda mais relevante. Ter com quem dividir o peso da vida não é luxo emocional. É estratégia de sobrevivência e saúde de longo prazo. No fim, a felicidade não está escondida em algum grande feito futuro. Ela está, de forma quase óbvia, nas pessoas com quem você constrói a sua vida agora. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2725 @ClubeDosHomens
Por: Manual Do Homem Moderno - Weslley Alves O que décadas de pesquisa revelam sobre viver melhor - A resposta é direta e desconfortável para quem aposta só em desempenho individual, a resposta é: relações humanas de qualidade. Durante muito tempo, a felicidade foi vendida como um destino individual. Um cargo melhor, mais dinheiro, reconhecimento, status. A lógica é simples: conquiste o suficiente e, em algum ponto, a sensação de plenitude chega. O problema é que, na prática, ela quase nunca chega — ou chega e vai embora rápido demais. Um dos trabalhos mais sólidos já feitos sobre bem-estar humano desmonta essa lógica. Liderado por Robert Waldinger, diretor do Harvard Study of Adult Development, o estudo acompanha pessoas ao longo de mais de oito décadas, atravessando crise econômica, guerras, envelhecimento e transformações sociais profundas. A pergunta central nunca foi “o que dá errado na vida das pessoas?”, mas sim: o que faz uma vida dar certo por tanto tempo? A resposta é direta e desconfortável para quem aposta só em desempenho individual, a resposta é: relações humanas de qualidade. I - Relações são infraestrutura emocional No Brasil, a palavra “relacionamento” costuma ser associada a vida afetiva ou familiar. Mas o que a pesquisa mostra é mais amplo: amizades, parcerias, vizinhança, colegas de trabalho, redes de apoio informais. Pessoas que constroem vínculos consistentes — não necessariamente muitos, mas confiáveis — vivem mais, adoecem menos e lidam melhor com o estresse. Isso não é discurso motivacional. É fisiologia. Quando alguém passa por um dia difícil e consegue falar com uma pessoa de confiança, o corpo literalmente se regula. Batimentos cardíacos desaceleram, níveis de cortisol diminuem, a tensão baixa. Quando isso não acontece, o organismo permanece em estado de alerta constante, o famoso “modo sobrevivência”. No longo prazo, esse estresse crônico está associado a doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, inflamações persistentes e até declínio cognitivo acelerado. Em outras palavras: bons relacionamentos funcionam como reguladores emocionais naturais. II - Não é quantidade. É qualidade. Um erro comum é imaginar que felicidade social exige uma agenda cheia ou uma vida hiperativa. O estudo mostra o oposto. Pessoas introvertidas podem ser tão saudáveis quanto extrovertidas, desde que tenham o nível de conexão que faz sentido para elas. A pergunta-chave não é “quantas pessoas eu conheço?”, mas: • Tenho alguém que eu chamaria numa emergência? • Tenho com quem dividir uma preocupação real, sem performar força? • Tenho relações onde há respeito, não apenas convivência? No Brasil urbano, especialmente em grandes centros, muita gente vive cercada de pessoas e, ainda assim, profundamente isolada. A solidão aqui não vem da ausência física, mas da falta de vínculos seguros.
"Felicidade não é conquista: é vínculo! O que décadas de pesquisa revelam sobre viver melhor". @ClubeDosHomens
6 - Não investir em aprendizado contínuo O aprendizado não termina com a escola ou a universidade; é um processo contínuo que deve acompanhar toda a vida. Não investir em novas habilidades ou conhecimentos pode nos deixar para trás, especialmente em um mundo que muda rapidamente. Seja por meio de cursos, leitura ou novas experiências, o aprendizado contínuo enriquece a vida, abre novas portas e mantém a mente aguçada. Além disso, o aprendizado contínuo pode ser uma fonte de satisfação pessoal e autoconfiança, além de aumentar a competitividade no mercado de trabalho. Manter-se curioso e aberto a novos conhecimentos é, sem dúvida, uma chave para o sucesso em qualquer idade. 7 - Viver no passado Embora recordar seja natural e muitas vezes reconfortante, viver no passado pode impedir o progresso e a felicidade no presente. Focar excessivamente em como as coisas eram, em vez de como podem ser, limita nossa capacidade de aproveitar as oportunidades atuais e planejar o futuro. Aceitar que o passado é imutável e concentrar-se em construir um presente e um futuro gratificantes permite que nos movamos em direção a objetivos significativos e satisfação pessoal. A vida é uma jornada de constante evolução, e abraçar cada etapa com otimismo e abertura pode levar a um envelhecimento bem-sucedido e feliz. 8 - Negligenciar a paixão Muitas vezes, com as responsabilidades da vida adulta, podemos nos afastar das nossas paixões e interesses. No entanto, negligenciar essas fontes de alegria e satisfação pode levar à insatisfação e ao arrependimento. Redescobrir e cultivar paixões, seja como hobbies, atividades voluntárias ou até mesmo uma segunda carreira, pode enriquecer enormemente a vida. Além disso, seguir suas paixões pode oferecer novas oportunidades de aprendizado, conexão com outras pessoas e até mesmo sucesso financeiro. Permitir-se explorar e investir em atividades que trazem felicidade é vital para manter a vitalidade e o entusiasmo pela vida, independentemente da idade. 9 - Desistir facilmente À medida que enfrentamos desafios ao longo da vida, pode ser tentador jogar a toalha quando as coisas ficam difíceis. No entanto, desistir facilmente de objetivos e sonhos pode levar a um ciclo de arrependimento e estagnação. A perseverança é uma qualidade que, embora desafiadora, é essencial para alcançar o sucesso e a realização. Encarar os obstáculos como oportunidades de aprendizado e crescimento pode mudar nossa perspectiva sobre os desafios. Estabelecer metas realistas, celebrar pequenas vitórias e buscar apoio quando necessário são estratégias que podem ajudar a manter o foco e a motivação, mesmo diante das dificuldades. 10 - Comparar-se aos outros Em uma era dominada pelas redes sociais, é fácil cair na armadilha de comparar nossa vida com a dos outros, o que pode levar a sentimentos de inadequação e insatisfação. No entanto, cada pessoa tem seu próprio caminho, repleto de desafios e conquistas únicas. Focar em sua própria jornada, celebrando seus sucessos e aprendendo com seus erros, é fundamental para o crescimento pessoal e a felicidade. Além disso, reconhecer que as redes sociais muitas vezes apresentam uma versão idealizada da vida pode ajudar a manter uma perspectiva saudável. Concentrar-se em suas próprias metas e valores, em vez de se medir por padrões externos, é uma maneira poderosa de construir autoestima e alcançar o sucesso autêntico. O sucesso na maturidade é possível, sim! À medida que envelhecemos, é natural que enfrentemos novos desafios e oportunidades. No entanto, abandonar comportamentos que nos impedem de crescer pode abrir caminho para uma maturidade mais rica e satisfatória. Seja adaptando-se à mudança ou abraçando riscos calculados, cada passo em direção à mudança pode ser transformador. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2722 @ClubeDosHomens
Por: El Hombre - Erik Wallker À medida que envelhecemos, nossas prioridades, habilidades e interesses tendem a mudar. No entanto, muitas vezes, nos apegamos a comportamentos que podem ter servido bem na juventude, mas que se tornam obstáculos ao nosso crescimento e sucesso na maturidade. Identificar e abandonar esses hábitos pode abrir caminho para uma vida mais plena e satisfatória. Este artigo explora 10 comportamentos que, se deixados para trás, podem significar a diferença entre estagnar e prosperar à medida que envelhecemos. Confira! 1 - Resistir à mudança A mudança é uma constante na vida, mas a resistência a ela pode se tornar mais pronunciada à medida que envelhecemos. Esse comportamento pode nos impedir de explorar novas oportunidades e adaptar-nos a novas realidades. Para crescer, é essencial abraçar a mudança, vendo-a como uma porta para novas experiências e aprendizados, em vez de uma ameaça ao conforto conhecido. Além disso, a capacidade de se adaptar a mudanças mostra resiliência e flexibilidade, qualidades altamente valorizadas em qualquer idade. Ao invés de se apegar ao passado, buscar entender e encontrar maneiras de se integrar às novas tendências e tecnologias pode rejuvenescer nossas perspectivas e abrir novos caminhos para o sucesso. 2 - Evitar riscos Com a idade, pode-se tornar mais cauteloso, o que é natural e muitas vezes sábio. No entanto, evitar riscos a todo custo pode levar à estagnação. Não se trata de buscar perigos desnecessários, mas de estar aberto a novas experiências e desafios que possam impulsionar o crescimento pessoal e profissional. Aprender a avaliar riscos de maneira equilibrada, considerando os prós e contras de cada decisão, é uma habilidade crucial. Isso permite que se tome decisões informadas, abrindo-se para o novo sem comprometer a segurança ou o bem-estar. 3 - Procrastinar A procrastinação é um comportamento comum que pode se tornar mais enraizado com o tempo. Adiar tarefas e compromissos importantes não só compromete a produtividade, mas também pode aumentar o estresse e a ansiedade. A chave para superar a procrastinação é desenvolver uma mentalidade orientada para a ação, estabelecendo metas claras e prazos realistas. Além disso, técnicas de gerenciamento de tempo, como a metodologia Pomodoro ou a regra dos dois minutos, podem ser extremamente úteis. Essas estratégias incentivam períodos curtos de foco intenso, intercalados com pausas, facilitando a manutenção da motivação e a conclusão de tarefas de maneira eficiente. 4 - Ignorar a saúde À medida que envelhecemos, manter um estilo de vida saudável torna-se ainda mais crucial. Ignorar a saúde física e mental pode não só diminuir a qualidade de vida, mas também impedir o sucesso em várias áreas. Uma alimentação balanceada, exercícios regulares e cuidados com a saúde mental são fundamentais para manter a energia e a capacidade de enfrentar desafios. Além disso, consultas médicas regulares e exames de rotina são essenciais para prevenir e tratar precocemente possíveis problemas de saúde. Adotar uma abordagem proativa em relação à saúde pode significar uma maturidade mais ativa e realizada. 5 - Manter relações tóxicas Relações tóxicas, sejam elas pessoais ou profissionais, drenam energia e afetam negativamente a autoestima e o bem-estar. À medida que envelhecemos, torna-se essencial avaliar as relações em nossa vida, identificando aquelas que são prejudiciais e tomando medidas para se distanciar ou melhorar esses vínculos. Cultivar relações saudáveis, por outro lado, pode oferecer suporte emocional, incentivar o crescimento pessoal e aumentar a satisfação com a vida. Rodear-se de pessoas positivas e que compartilham de valores semelhantes é um passo importante para o sucesso e a felicidade na maturidade.
"Se você quiser ter mais sucesso à medida que envelhece, diga adeus a estes 10 comportamentos". @ClubeDosHomens
Por: Tudo Para Homens Fazer sexo no carro é uma atitude bem comum e pode ser uma ótima experiência para um casal, para satisfazer os desejos e se aventurar, ou pode ser a pior coisa que vocês já fizeram. Isso vai depender de como você faz. Tendo experiência ou não na arte de transar no carro, você terá que ter muito cuidado para que tudo dê certo e, principalmente, para que ela se sinta segura e aceite o convite. Pensando nisso, resolvi criar algumas dicas de como melhorar o sexo dentro de um carro, confira: I - Escolha onde estacionar. O mais importante é saber um bom local para estacionar o carro. Ele precisa ser pouco movimentado, mas seguro e levemente iluminado. Evite locais perigosos ou com muita movimentação, pois com isso só vai estragar o clima. Geralmente, cada cidade/bairro já tem um local em que as pessoas costumam fazer, por isso, tente se informar. Não se esqueça de procurar por lugares (durante o dia) em que você possa fazer isso. Uma opção mais segura, mas que vai acabar despendendo algum trocado, são os drive-ins. Que são como motéis, onde você tem uma garagem privativa para estacionar o seu carro e aproveitar algumas horas com a sua parceira. Alguns já oferecem até banheiro e cama. II - Defina uma playlist. A transa no carro é pra ser diferente e você já pode se preparar. Tenha uma playlist separada no seu pendrive (você não usa mais CD no carro, né?), para esse momento. Escolha as músicas que você julga ideais para transar e as deixe lá, guardadas, para quando o momento for apropriado. Isso fará toda a diferença e já vai criar um clima. III - Não tenha medo das preliminares. Não é somente porque vocês estão no carro que você vai pular as preliminares. Muito pelo contrário. Esse é o momento de ter boas preliminares, mesmo antes de chegar ao local em que o carro vai ficar parado. O interessante é dar indícios do que você está querendo fazer. Faça o máximo possível para deixá-la muito excitada. Dessa forma, fica mais fácil para ela aceitar a transa no carro além de melhorar muito a experiência. (Nunca se esqueça, as preliminares são muito importantes para elas!) IV - Não precisa tirar a roupa toda. Tenha em mente que algum problema sempre pode ocorrer, por isso, não precisa tirar a roupa toda. Fique preparado para algum imprevisto. Tire o que for necessário para que a transa seja boa, estando pronto para terminar tudo se algo ocorrer. V - Encontre a melhor posição. Essa é a maior dificuldade da transa no carro. As posições. Algumas pessoas preferem no banco do passageiro, que dá para deitá-lo. Outras preferem no banco de trás (no banco do meio), pois tem mais espaço. Enfim, as possibilidades são muitas. Por isso é interessante fazer experimentos e encontrar a melhor posição para vocês, assim a experiência será muito mais prazerosa. VI - Se ela estiver de saia/vestido, é melhor ainda. A roupa dela pode facilitar ou dificultar a sua vida nesse momento. Para facilitar, é interessante que ela esteja de saia ou vestido (se ela estiver realmente querendo, quem sabe ela não aparece sem calcinha?). Essas vestes vão facilitar a vida de vocês e ela não terá que se expor muito, afinal, ainda irá continuar vestida, mas livre para fazer o que tiver interesse. VII - Ela precisa estar no clima. Tenha em mente que essas coisas não dá pra exigir, ela precisa realmente querer e estar no clima, caso contrario não vai dar certo. Se essa for uma fantasia sua, tenha em mente que será mais difícil conseguir convencer sua parceira sexual para realizá-la. Se for uma fantasia dela, as coisas podem ficar um pouco mais fáceis. Lembre-se sempre de respeitar a vontade dela e prezar pela segurança de vocês acima de tudo. Somente assim a experiência será realmente significativa e prazerosa. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2720 @ClubeDosHomens
"Dicas de Como Fazer Sexo no Carro". @ClubeDosHomens
Por: Comunidade Bela e Fúria A vida favorece os homens mais velhos. A jovialidade favorece as mulheres mas a maturidade favorece os homens. As mulheres possuem muito pouco tempo para realizar suas vontades, elas tem um prazo curto em que sua beleza está no ápice, enquanto os homens demoram mais a ganhar valor, mas este tende a manter-se durante sua velhice. Para as mulheres, o valor de mercado atinge o pico no final dos vinte anos, enquanto para os homens atinge o pico no final dos trinta. Por exemplo, os anúncios postados por mulheres e homens nessas categorias de idade receberam mais respostas, e mulheres e homens com alto valor de mercado foram mais exigente e exigente. Além disso, as mulheres mais velhas são menos desejáveis, enquanto os homens mais velhos são mais. A desejabilidade da mulher média cai dos 18 aos 60 anos. Para os homens, a desejabilidade atinge o pico em torno de 50 e depois declina. A pressão que impõem sobre sua vida de que tem que ter tudo agora foi criada para favorecer as mulheres e darem a elas o controle sobre os homens, pois te força a fazer escolhas enquanto você está em total desvantagem de barganha. A mulher jovem tem todas as cartas na mão, enquanto o homem jovem não possui nada. Sendo obrigado a se contentar com o que desejarem lhe dar. E essa sensação transitória de pouco valor cria nos homens insegurança, medo de perder a mulher, e o torna subserviente aos caprichos femininos porque ele não teve tempo para se estabelecer adequadamente na vida, com seu potencial financeiro definido e sua estabilidade emocional desenvolvida. Meus filhos, tenham calma. Você ainda não viu o homem que irá se tornar. Mas você deve começar a construir esse homem hoje. Vá para academia, estude, trabalhe duro, torne-se melhor. Eventualmente a balança irá pender para seu lado e você dará as cartas. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2718 @ClubeDosHomens
"O tempo está ao lado dos Homens". @ClubeDosHomens
Por: Homem Alpha - Adriano Moura Muitas vezes ficamos em dúvida se uma mulher está falando a verdade, e descobrir uma mentirosa não é uma tarefa fácil, pelo menos se analisarmos apenas o conteúdo do que ela está dizendo. E para não ficar com a pulga atrás da orelha, saiba que existe a linguagem corporal da mentira e é possível identificar um mentiroso apenas observando os seus sinais corporais. Por mais esperto que seja o mentiroso, ele não conseguirá evitar os sinais inconscientes emitidos pelo cérebro, sobretudo quando estamos tentando convencer com uma mentira. Então, confira a seguir os sinais da linguagem corporal de uma mulher mentirosa. Não olhar nos olhos Os sinais mais comuns na linguagem corporal da mentira é não olhar nos olhos, uma pessoa que está mentindo sente muita dificuldade em encarar aquele que está tentando convencer. Tom de voz baixo O tom de Voz de alguém que não esteja falando a verdade geralmente fica trêmulo, baixo e sem fluidez, isso ocorre porque a pessoa não possui total convicção do que está dizendo e sente medo de falar algo que faça com que a verdade apareça. Principalmente quando a mentirosa se sente pressionada. Mãos tremulas e agitadas As mãos também demonstram sinais claros de alguém que está mentindo, a ansiedade e o nervosismo faz com que a pessoa mantenha as mãos inquietas e sem saber o que fazer com elas. Outro sinal claro na linguagem corporal de uma mentirosa é colocar as mãos na frente do rosto, como se estivesse tentando esconder algo que está errado. Tom de pele A pele de quem está contando uma mentira geralmente fica vermelha ou pálida. Estímulos nervosos Colocar a mão na boca, coçar o nariz, esfregar um objeto que está nas mãos. Estes são impulsos nervosos típicos na linguagem corporal de um mentiroso. Pausas na fala A pessoa que mente tende a falar de maneira pausada, esta é uma tentativa de ganhar tempo para enriquecer a historia que está inventando. A direção do olhar Para onde a pessoa direciona o olhar é o sinal mais importante na linguagem corporal da mentira. Isto porque usamos o lado esquerdo do cérebro para criação e o lado direito para a memória. Logo, se uma pessoa direciona seu olhar para a esquerda é sinal de que está usando a imaginação, ou seja, criando uma história pra contar. Conclusão Estes são sinais importantes na linguagem corporal de uma mulher mentirosa, por isso fique atento e desconfie dela ao identificá-los. De qualquer forma, não podemos definir que alguém não diz a verdade apenas baseando em sinais, é preciso também procurar outros indícios que certificam uma possível mentira, sobretudo antes de fazer uma acusação. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2716 @ClubeDosHomens
"Como descobrir uma mentirosa através da linguagem corporal". @ClubeDosHomens
Muitas vezes, inclusive, os amigos mais próximos estão em lados “opostos” do estádio: um coração bate pelo Flamengo, o outro pelo Fluminense. O que é raro é um torcedor realmente apaixonado por esporte manter proximidade com alguém que troca de canal assim que começa o hino da Libertadores. Sob esse ponto de vista, o esporte funciona como um verdadeiro passe de entrada para novas companhias e novas conversas. Em vez de pagar uma rodada no bar, você se sustenta com conhecimento sobre gols no último segundo ou cestas decisivas no estouro do cronômetro. Em todo grupo masculino, quase sempre há alguém que assume o papel de autoridade final quando o assunto é tática ou decisões da arbitragem. Um crédito extra fica para quem tem informações “de bastidores”: transferências, uma provável escalação inicial, o time que o treinador, ou o técnico da seleção, está preparando. A partir daí, o conhecimento esportivo deixa de ser apenas entretenimento casual. Ele pode até se transformar em uma forma de status, ao menos dentro desses pequenos círculos de convivência. Uma explicação científica O esporte reúne tudo aquilo que os homens costumam carregar dentro de si. A necessidade de pertencimento e de uma identidade compartilhada caminha lado a lado com a competição. Esforço e resultados importam. Ao mesmo tempo, o esporte permite que as emoções venham à tona – até as mais expostas. Muitos homens o usam como uma forma de válvula de escape, seja praticando, seja simplesmente falando sobre ele. Essa lógica migrou para as redes sociais. Nos últimos anos, vimos a ascensão dos “influenciadores”, pessoas que valem a pena acompanhar porque têm informação, visão e confiança para compartilhá-las. Em vez de pagar uma rodada no café, hoje um like cumpre esse papel. Funciona como uma forma de reconhecimento. A moderação, no entanto, continua sendo essencial. No esporte, assim como em qualquer mesa, deve haver espaço para todos que chegam de boa-fé. Jogo e identidade O esporte e, especialmente, o conhecimento sobre esporte funciona como um código social. Em muitos sentidos, ele se tornou um dos últimos refúgios masculinos: um espaço onde a confiança se constrói e a conversa começa, mesmo entre pessoas que não se conheciam antes. No fim das contas, ainda é o único lugar em que basta mencionar uma bola que explodiu no travessão para que todos ao redor da mesa saibam exatamente de qual momento se está falando. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2713 @ClubeDosHomens
Por: Manual Do Homem Moderno - Rafael Silva Conhecer esportes não é apenas entretenimento ou curiosidade aleatória - é um código social compartilhado. Entender de esportes vai muito além de saber escalações, resultados ou estatísticas. Para muitos homens, o conhecimento esportivo funciona como uma verdadeira moeda social: ele abre conversas, cria vínculos, gera respeito e facilita a entrada em novos círculos sociais. Em bares, no trabalho, em encontros informais ou até em ambientes profissionais, falar sobre futebol, basquete ou grandes competições internacionais é uma das formas mais rápidas de criar conexão, expressar emoções e estabelecer pertencimento. Este artigo explora por que o esporte ocupa esse papel central na sociabilidade masculina – do ponto de vista cultural, emocional e até científico. Aquela sensação familiar é conhecida por qualquer pessoa que já entrou em um bar numa noite de sexta-feira ou em um café de bairro numa manhã de segunda, quando as impressões de um fim de semana esportivo agitado começam a ser organizadas. Em uma mesa, há um debate acalorado sobre a rodada do Brasileirão e se o treinador errou nas escalações e substituições. Em outra, um torcedor do Boca Juniors, preso a um ciclo de frustrações há anos, insiste em voz alta que agora, finalmente, esta é a temporada de Merentiel. Em outro canto, a conversa já avançou para os principais favoritos à Copa do Mundo de 2026, enquanto um quarto grupo revisita cada chance perdida da história do futebol brasileiro. Uma esposa ou uma namorada ciumenta pode chamar isso de “conhecimento inútil”, mas nada poderia estar mais longe da verdade. O verdadeiro valor de conhecer esportes está na facilidade com que isso permite se enturmar em praticamente qualquer lugar, sem precisar se esforçar demais. É fácil imaginar os comentários cruzando de uma mesa para outra. Logo surge uma disputa silenciosa sobre quem entende mais de esporte, quem aposta melhor, qual foi o bilhete perdido mais “doloroso” de todos os tempos. Quase sempre, alguém do grupo tem a resposta na ponta da língua. É por isso que o esporte vai muito além do jogo em si. Ele costuma funcionar como uma verdadeira moeda social, ajudando a fazer novas amizades, fortalecer as antigas ou encontrar um ponto em comum mesmo quando você entra em um ambiente sem conhecer absolutamente ninguém. Conhecimento e emoção Os homens são frequentemente acusados de não saber demonstrar emoção, de serem fechados demais, supostamente incapazes até de sofrer da maneira “correta”. Isso, claro, não é verdade. Basta lembrar de quem ainda tem viva na memória a derrota por 7 a 1 para a Alemanha ou de quem não esquece o pênalti perdido por Rodrygo contra a Croácia na Copa do Mundo de 2022. A verdade é mais simples. Para nós, é mais fácil nos comunicar por meio do esporte, expressar sentimentos a partir de algo que aconteceu em um campo ou em uma quadra. Assim como, em certos círculos, o conhecimento sobre vinhos tem peso, e em outros são a história ou a literatura, entre homens ter um repertório de informações funciona como uma moeda capaz de abrir até portas de ferro. Quanto mais você sabe, maior é o seu “poder de compra” dentro do grupo. Interesses variados ajudam. Histórias convincentes sobre jogos a que você assistiu ou apostas que deram certo elevam ainda mais o seu prestígio. Se você consegue transformar esse conhecimento em algo concreto, seja montando um bilhete de apostas bem estruturado ou se destacando em um dos muitos pub quizzes que hoje acontecem em São Paulo, Rio de Janeiro e em outras cidades brasileiras, as pessoas passam a olhar para você de forma diferente. Como os homens criam laços O esporte também pode abrir portas para novos círculos sociais. Pense bem. Volte no tempo e lembre-se de como você se aproximou dos seus melhores amigos. Se vasculhar a memória, quase sempre vai perceber que as primeiras conversas giraram em torno das cores do clube e de histórias vividas nas arquibancadas.
"Por que entender de esportes é uma moeda social entre Homens". @ClubeDosHomens
Por: El Hombre - Pedro Nogueira Na hora de flertar com uma mulher, muitos homens se sentem inseguros por acharem que não são bonitos o suficiente para despertar a atração dela. Isso é um grande erro por dois motivos. Primeiro? Mesmo não tendo uma genética digna de Ryan Gosling ou Michael B. Jordan, há vários truques para você desenvolver a sua beleza ao máximo. Além disso, o charme é um fator ainda mais determinante para você ter sucesso nos relacionamentos do que a aparência em si. Por isso hoje reunimos 6 conselhos de como ser um homem mais charmoso. 1 - AUTOCONFIANÇA Quando você confia em si mesmo, isso faz as outras pessoas confiarem também. Agora, se você for um cara inseguro, nem toda a beleza do mundo pode resolver o seu problema… Por isso desenvolva a sua autoconfiança antes de mais nada. 2 - LINGUAGEM CORPORAL Depois que você desenvolver a sua autoconfiança, você precisa também de demonstrá-la aos outros. Como fazer isso? Por meio da sua linguagem corporal. Mantenha a postura ereta, não fuja do contato visual, sorria com segurança. 3 - CONTEÚDO Um fato? Pessoas com conteúdo são mais atraentes. Quando você tem coisas interessantes para dizer durante uma conversa, isso faz as pessoas enxergarem você com outros olhos. Apenas tome cuidado para não ser falastrão. Ou seja, alguém que só fica contando vantagem e falando inutilidades. Isso tem o efeito oposto, de afastar os outros. Se for para abrir a boca, que seja para dizer coisas inteligentes. E para dizê-las, você precisa ter conteúdo. 4 - ELOQUÊNCIA Completando o tópico anterior, não adianta apenas saber “o que” falar. É preciso saber também “como” falar. Há séculos — ou melhor, milênios — a arte da oratória tem sido desenvolvida pela humanidade. Estude esse tema para saber se expressar com mais desenvoltura, assim você vai prender a atenção daqueles ao seu redor. Mas lembre-se que isso não significa falar de maneira pomposa. Adapte-se à situação. Assim como há algumas roupas mais adequadas para o escritório e outras para o bar, no caso da fala isso também se aplica. 5 - ESTILO Quando você se veste com bom gosto, automaticamente ficará mais bonito e charmoso. Pode acreditar. 6 - ELEGÂNCIA Por fim, mas não menos importante, temos a elegância. Não no sentido das roupas, uma vez que esse tópico já foi abordado anteriormente. Estamos falando de ser elegante nas atitudes. Um antigo ditado diz que charme é a capacidade de se sentir especial — e fazer com que os outros ao seu lado se sintam especiais também. Uma via de mão dupla. Se você quer ser charmoso, além de valorizar a si mesmo, deve desenvolver a capacidade de elevar o espírito daqueles ao seu redor também. Vide: https://t.me/ClubeDosHomens/2711 @ClubeDosHomens