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Clóvis de Barros Filho

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Bem vindos ao meu canal do Telegram, alunos e amigos! A filosofia é a busca humana pelo saber. E consequentemente é a arte de bem viver. Filosofia deve gerar felicidade! E cada um de nós precisa descobrir o que nos faz realmente feliz e o buscar...

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3 сент. 2025 г.
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  • Drauzio Varella fala sobre ateísmo para Gilberto Gil

  • 3 сент. 2025 г.2 0464из karnalvideos

    Cuidado com a paixão. Pode destruir lares e vidas pois é uma alteração química no cérebro e causa vício e dependência A química da paixão é um processo fascinante que envolve uma série de reações no cérebro. Tudo começa com a atração e o interesse por outra pessoa, o que desencadeia a liberação de certos hormônios e neurotransmissores. ​Fase 1: A atração e o desejo inicial ​Nessa fase, o cérebro é inundado por dois neurotransmissores principais: ​Dopamina: Conhecida como o "neurotransmissor do prazer", a dopamina é liberada quando antecipamos algo bom. No contexto da paixão, ela nos dá aquela sensação de euforia e motivação para buscar a pessoa amada. A dopamina ativa os centros de recompensa do cérebro, criando um ciclo vicioso de prazer e desejo. ​Norepinefrina: Relacionada à adrenalina, a norepinefrina é responsável por nos deixar em estado de alerta. É ela que causa aqueles sintomas físicos da paixão, como o coração acelerado, as mãos suadas e a dilatação das pupilas. ​Fase 2: A paixão e a "loucura" inicial ​A medida que a paixão se aprofunda, a química cerebral muda um pouco. ​Serotonina: A serotonina é um neurotransmissor que afeta o humor e a ansiedade. Durante a paixão, os níveis de serotonina tendem a diminuir. Níveis baixos de serotonina são associados a pensamentos obsessivos, o que explica por que a pessoa amada pode ocupar tanto a nossa mente nesse estágio. ​Feniletilamina (PEA): É uma substância natural que estimula a produção de dopamina e norepinefrina. A PEA é muitas vezes chamada de "droga do amor" porque é responsável por aquela sensação de euforia e "estar nas nuvens" que sentimos no começo de um romance. ​Fase 3: O apego e a conexão a longo prazo ​Com o tempo, a intensidade inicial da paixão dá lugar a um sentimento de apego e conexão mais duradouro. Nessa fase, os hormônios do amor entram em ação: ​Ocitocina: Conhecida como o "hormônio do abraço", a ocitocina é liberada com o toque físico, como abraços e carícias. Ela promove sentimentos de confiança, intimidade e apego, fortalecendo o vínculo entre o casal. ​Vasopressina: A vasopressina também está associada à monogamia e ao comportamento de formação de laços. Juntamente com a ocitocina, ela ajuda a manter a conexão e a fidelidade a longo prazo. ​Em resumo, a paixão é uma complexa cascata de reações químicas que nos levam de uma simples atração a um profundo e duradouro vínculo. É uma prova de como nosso cérebro e corpo trabalham em conjunto para criar uma das emoções mais poderosas da experiência humana.

  • 30 авг. 2025 г.1 5801из karnalvideos

    Um ateu pode ter consciência de que a fé é uma necessidade humana. ​O ateísmo, por definição, é a falta de crença em divindades. No entanto, ser ateu não significa que a pessoa seja incapaz de entender ou observar o comportamento humano. A necessidade de fé, seja ela religiosa ou não, é um fenômeno social e psicológico amplamente estudado e documentado. ​Um ateu pode reconhecer que a fé (não necessariamente em um deus) desempenha um papel importante na vida de muitas pessoas, oferecendo: ​Sentido e propósito: A fé pode ajudar as pessoas a encontrar um significado maior para a vida. ​Conforto e esperança: Em momentos de dificuldade, a fé pode ser uma fonte de conforto e esperança. ​Comunidade: A participação em uma comunidade de fé pode proporcionar um senso de pertencimento. ​Valores morais: Para muitas pessoas, a religião e a fé são a base de seus valores morais e éticos. ​Essa consciência não é incompatível com o ateísmo. Uma pessoa ateia pode entender esses aspectos e ainda assim não sentir a necessidade pessoal de ter fé em uma divindade para encontrar sentido, conforto ou valores em sua própria vida. ​

  • ​A gnose, para Carl Jung, não é apenas um sistema de crenças históricas, mas sim uma experiência psicológica e um caminho para a totalidade. Jung não se limitou a estudar o gnosticismo como uma antiga "heresia" cristã, mas o via como uma manifestação de uma necessidade humana fundamental: o desejo por um conhecimento direto e pessoal do divino. ​Aqui estão os pontos principais sobre como Jung interpretou e se relacionou com a gnose: ​1. Gnose como Conhecimento Interior, não Fé ​Para Jung, a gnose (do grego gnosis, "conhecimento") se opõe à pistis (fé). Enquanto a fé é uma crença em algo externo, a gnose é um saber interno, uma revelação que vem de dentro do próprio indivíduo. Essa revelação não é intelectual, mas uma experiência profunda e transformadora, que Jung comparava com o que ele chamava de individuação. ​Ele acreditava que a psique humana contém uma "centelha divina" — o Si-mesmo (Self) — que é a totalidade da personalidade. A busca gnóstica, portanto, seria a busca por essa centelha, integrando o consciente e o inconsciente para alcançar a plenitude. ​2. Símbolos Gnósticos como Arquétipos da Psique ​Jung via os mitos e símbolos gnósticos como expressões arquetípicas do inconsciente coletivo. O que os gnósticos descreviam em sua cosmologia (a história da criação, o mundo material imperfeito, o Deus supremo e o Demiurgo) era, para Jung, uma representação simbólica da própria jornada psíquica: ​O Demiurgo: Nas mitologias gnósticas, o Demiurgo é o criador do mundo material, muitas vezes visto como uma divindade inferior e imperfeita. Jung interpretou o Demiurgo como o ego humano, que se considera o centro da existência e se aliena do Si-mesmo, levando à arrogância e à sensação de separação. ​O Anthropos (Homem Primordial): A figura do Anthropos, o ser humano primordial e unificado, era vista por Jung como um arquétipo do Si-mesmo. O objetivo da jornada gnóstica de "resgate da centelha" seria a redescoberta e a realização desse estado de totalidade. ​3. "Sete Sermões aos Mortos" e a Gnose de Jung ​A conexão mais direta de Jung com a gnose está em seu próprio texto, "Sete Sermões aos Mortos" (Septem Sermones ad Mortuos). Escrito em 1916 e atribuído ao gnóstico Basilides de Alexandria, o texto é uma manifestação direta da "confrontação com o inconsciente" de Jung. Nele, ele explora a união dos opostos, o conceito de Abraxas (uma divindade que une o bem e o mal) e a busca pela totalidade. ​Este trabalho reflete a visão de Jung sobre a necessidade de aceitar e integrar a escuridão (Sombra) e a luz. Para ele, a verdadeira gnose não é um ascetismo que rejeita o mundo material, mas sim um processo de reconciliação dos contrários. ​4. Gnose e o Processo de Individuação ​Em última análise, Jung via a gnose como um precursor histórico e filosófico de seu próprio conceito de individuação. A individuação é a jornada psicológica para a totalidade, onde o indivíduo se torna completo ao integrar os aspectos conscientes e inconscientes da sua psique. ​Tanto a gnose quanto a individuação buscam um conhecimento profundo e transformador que não pode ser alcançado por dogmas ou crenças externas. Ambos os caminhos levam o indivíduo a se encontrar com o divino dentro de si, a "conhecer a si mesmo" em um nível mais profundo para encontrar seu próprio sentido e propósito. ​Dessa forma, Jung não era um gnóstico no sentido religioso estrito, mas via o gnosticismo como uma valiosa fonte de insights para a psicologia e a jornada humana em busca de sentido.

  • O "eterno retorno" é um dos conceitos mais desafiadores e impactantes da filosofia de Friedrich Nietzsche. A ideia, apresentada de forma poética e provocadora, não se trata de uma teoria cosmológica literal, mas sim de um experimento mental ou um teste existencial. Em essência, Nietzsche propõe a seguinte pergunta: "E se, um dia ou uma noite, um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: 'Esta vida, como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la mais uma vez e inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro, e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há de retornar para ti, e tudo na mesma sucessão e sequência...'" A partir daí, ele questiona: qual seria a sua reação? Duas reações possíveis Nietzsche acreditava que a resposta a essa pergunta revelaria a atitude fundamental de uma pessoa em relação à sua própria vida. As reações poderiam ser basicamente duas: * Pavor e desespero: Se a ideia de reviver tudo exatamente como foi, sem a possibilidade de mudança, te enche de horror, isso significa que você não ama a sua vida. O arrependimento, a insatisfação e o peso de suas escolhas te levariam a rejeitar essa repetição. * Alegria e afirmação: Se, ao contrário, essa ideia te fizesse exclamar "Sim! Mais uma vez!", isso significaria que você afirma a sua vida em sua totalidade, com todas as suas alegrias, tristezas, erros e acertos. É a aceitação radical da própria existência. O que o eterno retorno significa na prática? O eterno retorno não é uma profecia ou um convite para o fatalismo. Pelo contrário, é uma ferramenta para reavaliar a vida no presente. Ele nos força a encarar cada decisão e cada momento com a máxima seriedade, como se essa ação fosse ecoar por toda a eternidade. Nietzsche usa esse conceito para criticar a moralidade tradicional, que, segundo ele, muitas vezes nos leva a adiar a felicidade e a viver em função de uma recompensa futura (em uma vida após a morte, por exemplo). Em vez disso, o eterno retorno nos convida a: * Amar o destino (amor fati): Aceitar e amar tudo o que acontece, não apenas o que é agradável, mas também o sofrimento, as dificuldades e os fracassos. Ver a vida como uma obra de arte que se repete infinitamente, e portanto, digna de ser amada em cada detalhe. * Transvalorar os valores: Questionar os valores impostos pela sociedade e pela religião, e criar os seus próprios, a partir de uma perspectiva que afirme a vida aqui e agora, e não em um além. Em resumo, o eterno retorno de Nietzsche é um chamado para viver de tal forma que você desejaria reviver cada instante. É um desafio ético e um convite para uma afirmação radical da existência humana, com toda a sua beleza e toda a sua tragédia.

  • O eterno retorno de Nietzsche

  • 6 авг. 2025 г.902из felipeponde

    Você costuma sentir dor de cabeça ao ler Nietzsche? pode ser uma experiência comum, e há várias razões para isso. As ideias dele são densas e exigem um a concentração intensa, o que pode causar fadiga mental. O estilo de escrita de Nietzsche é aforístico e poético, com frases curtas e diretas, mas que frequentemente contêm múltiplas camadas de significado. Isso força o leitor a reler trechos, ponderar sobre as palavras e fazer conexões, um processo que pode ser mentalmente exaustivo. Além disso, os conceitos dele, como a vontade de poder, o eterno retorno e o super-homem, são profundamente desafiadores. Eles podem confrontar diretamente nossas crenças e valores, gerando uma espécie de "tensão cognitiva" que, em alguns casos, pode se manifestar fisicamente como uma dor de cabeça. A combinação de uma leitura intensa e a exposição a ideias complexas e até mesmo perturbadoras pode ser o gatilho para a dor. Como amenizar a dor de cabeça ao ler Nietzsche? * Pausas frequentes: Faça pausas a cada 20-30 minutos. Levante-se, beba água e descanse os olhos. Isso ajuda a relaxar a mente e o corpo, evitando a sobrecarga. * Leitura ativa: Não apenas leia as palavras, mas interaja com elas. Sublinhe, faça anotações e tente resumir os conceitos com suas próprias palavras. Isso torna a leitura mais ativa e menos passiva, o que pode ajudar a processar as informações de forma mais eficaz. * Contexto: Antes de mergulhar nos textos dele, tente ler sobre o contexto histórico e filosófico em que Nietzsche vivia. Isso pode facilitar a compreensão e reduzir a sensação de estar "perdido" nas ideias, o que pode aliviar a tensão. * Comece por obras mais acessíveis: Se você está começando, obras como Genealogia da Moral ou Além do Bem e do Mal podem ser mais diretas do que Assim Falou Zaratustra, por exemplo. * Pondere a possibilidade de ser algo físico: Se a dor persistir, pode ser útil verificar se há problemas de visão ou se o ambiente de leitura (iluminação, postura, etc.) está adequado. A leitura de Nietzsche é, muitas vezes, uma maratona mental. É importante dar o tempo e o espaço necessários para que a sua mente absorva as ideias sem se exaurir.

  • "Os Irmãos Karamazov" é o último e um dos mais importantes romances do escritor russo Fiódor Dostoiévski, publicado em 1880. A obra é um complexo drama familiar que se desenrola em meio a questões filosóficas, religiosas e existenciais profundas. É considerado um dos maiores clássicos da literatura mundial. Enredo Principal A trama central gira em torno da família Karamazov, cujo patriarca, o cínico e devasso Fiódor Pavlovitch Karamazov, é assassinado. A história se transforma em um intenso drama de tribunal, no qual o principal suspeito é seu filho mais velho, Dmitri. A investigação do crime e o julgamento subsequente expõem não apenas os segredos da família, mas também as complexas motivações e filosofias de cada personagem. O enredo não se limita à resolução do assassinato, servindo como uma estrutura para Dostoiévski explorar questões universais sobre a natureza humana, a moralidade, a existência de Deus, o livre-arbítrio e o pecado. Personagens Principais O livro é movido pela dinâmica entre os três irmãos Karamazov e o pai. Cada um deles representa uma faceta diferente da alma humana e da sociedade russa da época: * Fiódor Pavlovitch Karamazov: O pai, um libertino e parasita social que enriqueceu e, com sua decadência moral, simboliza a corrupção e a depravação. * Dmitri Fiódorovitch Karamazov: O filho mais velho, um oficial do exército impulsivo, passional e temperamental. Ele vive uma vida de excessos e representa o conflito entre o desejo sensual e a busca por redenção. * Ivan Fiódorovitch Karamazov: O filho do meio, um intelectual cético e racionalista que debate a existência de Deus e a moralidade. Sua famosa tese, "se Deus não existe, tudo é permitido", é um dos pilares filosóficos da obra. * Alexei Fiódorovitch Karamazov (Alyosha): O filho mais novo, um jovem monge com uma fé genuína e uma bondade quase inocente. Ele serve como o centro moral da história, tentando mediar os conflitos familiares e oferecendo compaixão. * Pavel Smerdyakov: O filho bastardo de Fiódor, criado como servo da família. Ele é um personagem ambíguo e ressentido, que personifica o lado mais sombrio da razão e do desespero. Temas Abordados "Os Irmãos Karamazov" é uma obra de grande densidade filosófica, explorando temas como: * A Fé versus a Dúvida: O conflito entre a crença religiosa e o ateísmo, exemplificado nas discussões entre Ivan e Alyosha. * A Culpa e a Redenção: O livro questiona a natureza da culpa e se o sofrimento pode levar à redenção e ao crescimento espiritual. * Livre-Arbítrio e Moralidade: Através das ideias de Ivan, Dostoiévski explora se a moralidade humana pode existir sem a base da fé em um poder superior. * A Natureza Humana: A obra se aprofunda nos "abismos" da alma humana, mostrando a capacidade para o bem e o mal, para o amor e o ódio, presentes em cada indivíduo. O romance é uma reflexão profunda sobre a condição humana, a família, a sociedade russa e as complexidades da moral. A maestria de Dostoiévski reside na sua capacidade de transformar um drama familiar em uma investigação sobre as questões mais profundas da existência.

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  • O prefácio de "Os Irmãos Karamazov" é um texto curto, porém essencial, escrito por Fiódor Dostoiévski. Nele, o autor se dirige diretamente ao leitor para introduzir a obra e o seu protagonista, Alexei Fiódorovitch Karamazov, também conhecido como Alyosha. Dostoiévski descreve Alyosha como um herói incomum, que pode parecer "estranho" e até "inexplicável" para a maioria das pessoas. Ele antecipa que o leitor pode não encontrar em Alyosha um protagonista tradicional, cheio de grandes feitos ou uma trajetória linear. Em vez disso, Dostoiévski o apresenta como um "atuante, porém indefinido" herói de nosso tempo, alguém que, por sua busca de uma verdade maior, se destaca dos demais. O autor também levanta a questão da natureza do realismo, defendendo que a verdade de um romance não se encontra apenas nos eventos cotidianos. Ele argumenta que há uma realidade mais profunda, que ele explora na vida de Alyosha. Dessa forma, o prefácio serve como um guia de leitura, pedindo ao leitor que tenha uma mente aberta para a complexidade do personagem e para a profundidade filosófica que a história irá abordar. Basicamente, o prefácio é um convite para mergulhar em uma história que vai além do convencional e que desafia o leitor a enxergar a complexidade humana e espiritual através dos olhos de um personagem que, à primeira vista, pode parecer simples, mas é o verdadeiro centro moral da trama.

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  • Canal Livre - Completo Boa Noite, Alunos e Amigos!! @clovisbarrosfilho

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  • O universalismo é um conceito amplo que defende que certas ideias, princípios ou valores têm validade e aplicabilidade universais, ou seja, se aplicam a todos os seres humanos, independentemente de sua cultura, religião, origem ou contexto histórico. Esse conceito é fundamental em diversas áreas: * Filosofia e Ética: A ideia de que existem valores morais universais que todos deveriam seguir. Um exemplo clássico é o imperativo categórico de Immanuel Kant, que propõe uma regra moral que deve ser aplicada a todos em todas as situações. No campo dos direitos humanos, o universalismo é a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma que todos os indivíduos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. * Religião e Teologia: Em certas religiões, o universalismo é a crença de que a salvação ou a redenção é destinada a todos os seres humanos, e não apenas a um grupo seleto ou aos seguidores de uma fé específica. * Política e Direitos: O universalismo político se manifesta na defesa de uma cidadania global ou de uma comunidade supranacional, onde os direitos e deveres são aplicados a todos os cidadãos do mundo. O universalismo muitas vezes é colocado em contraste com o relativismo, que argumenta que a verdade e os valores são relativos a cada cultura ou indivíduo. A tensão entre o universalismo e o relativismo é um debate central em várias disciplinas, pois levanta questões sobre se é possível defender princípios globais sem desconsiderar a diversidade cultural e as particularidades de cada sociedade. @clovisbarrosfilho

  • LIÇÕES E VIDA...

  • Felicidade é aqui e agora _ Clóvis de Barros Filho _ TEDxSaoPaulo

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  • Felicidade ou morte (CPFL) Bom domingo, alunos e amigos!! @clovisbarrosfilho

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