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LUIZ FELIPE PONDÉ️️

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  • Drauzio Varella fala sobre ateísmo para Gilberto Gil

  • 3 сент. 2025 г.4672из karnalvideos

    Cuidado com a paixão. Pode destruir lares e vidas pois é uma alteração química no cérebro e causa vício e dependência A química da paixão é um processo fascinante que envolve uma série de reações no cérebro. Tudo começa com a atração e o interesse por outra pessoa, o que desencadeia a liberação de certos hormônios e neurotransmissores. ​Fase 1: A atração e o desejo inicial ​Nessa fase, o cérebro é inundado por dois neurotransmissores principais: ​Dopamina: Conhecida como o "neurotransmissor do prazer", a dopamina é liberada quando antecipamos algo bom. No contexto da paixão, ela nos dá aquela sensação de euforia e motivação para buscar a pessoa amada. A dopamina ativa os centros de recompensa do cérebro, criando um ciclo vicioso de prazer e desejo. ​Norepinefrina: Relacionada à adrenalina, a norepinefrina é responsável por nos deixar em estado de alerta. É ela que causa aqueles sintomas físicos da paixão, como o coração acelerado, as mãos suadas e a dilatação das pupilas. ​Fase 2: A paixão e a "loucura" inicial ​A medida que a paixão se aprofunda, a química cerebral muda um pouco. ​Serotonina: A serotonina é um neurotransmissor que afeta o humor e a ansiedade. Durante a paixão, os níveis de serotonina tendem a diminuir. Níveis baixos de serotonina são associados a pensamentos obsessivos, o que explica por que a pessoa amada pode ocupar tanto a nossa mente nesse estágio. ​Feniletilamina (PEA): É uma substância natural que estimula a produção de dopamina e norepinefrina. A PEA é muitas vezes chamada de "droga do amor" porque é responsável por aquela sensação de euforia e "estar nas nuvens" que sentimos no começo de um romance. ​Fase 3: O apego e a conexão a longo prazo ​Com o tempo, a intensidade inicial da paixão dá lugar a um sentimento de apego e conexão mais duradouro. Nessa fase, os hormônios do amor entram em ação: ​Ocitocina: Conhecida como o "hormônio do abraço", a ocitocina é liberada com o toque físico, como abraços e carícias. Ela promove sentimentos de confiança, intimidade e apego, fortalecendo o vínculo entre o casal. ​Vasopressina: A vasopressina também está associada à monogamia e ao comportamento de formação de laços. Juntamente com a ocitocina, ela ajuda a manter a conexão e a fidelidade a longo prazo. ​Em resumo, a paixão é uma complexa cascata de reações químicas que nos levam de uma simples atração a um profundo e duradouro vínculo. É uma prova de como nosso cérebro e corpo trabalham em conjunto para criar uma das emoções mais poderosas da experiência humana.

  • Polímata (do grego polymathēs, "aquele que aprendeu muito") é uma pessoa cujo conhecimento não se restringe a uma única área, mas se estende por diversos campos do saber. O termo descreve alguém com vasto conhecimento em múltiplas disciplinas, que pode incluir ciências, artes, humanidades e outras áreas. ​Essa capacidade de ter conhecimento em várias áreas e de criar conexões entre elas é frequentemente associada à ideia do "homem renascentista" ou homo universalis, uma figura idealizada do Renascimento que buscava desenvolver suas habilidades intelectuais e artísticas ao máximo. ​O exemplo mais famoso de polímata é Leonardo da Vinci, que foi um gênio em campos tão diversos como a pintura, a escultura, a arquitetura, a música, a matemática, a engenharia, a anatomia, a geologia e a botânica. Outros polímatas notáveis incluem: ​Aristóteles: Filósofo, cientista, lógico e biólogo grego. ​Benjamin Franklin: Inventor, cientista, escritor, editor e diplomata americano. ​Isaac Newton: Físico, matemático, astrônomo, teólogo e autor inglês. ​A essência de um polímata não é apenas a quantidade de conhecimento, mas a habilidade de integrar e aplicar esse conhecimento de forma criativa para resolver problemas e inovar em diferentes campos. #luizfelipeponde

  • 30 авг. 2025 г.276из karnalvideos

    Um ateu pode ter consciência de que a fé é uma necessidade humana. ​O ateísmo, por definição, é a falta de crença em divindades. No entanto, ser ateu não significa que a pessoa seja incapaz de entender ou observar o comportamento humano. A necessidade de fé, seja ela religiosa ou não, é um fenômeno social e psicológico amplamente estudado e documentado. ​Um ateu pode reconhecer que a fé (não necessariamente em um deus) desempenha um papel importante na vida de muitas pessoas, oferecendo: ​Sentido e propósito: A fé pode ajudar as pessoas a encontrar um significado maior para a vida. ​Conforto e esperança: Em momentos de dificuldade, a fé pode ser uma fonte de conforto e esperança. ​Comunidade: A participação em uma comunidade de fé pode proporcionar um senso de pertencimento. ​Valores morais: Para muitas pessoas, a religião e a fé são a base de seus valores morais e éticos. ​Essa consciência não é incompatível com o ateísmo. Uma pessoa ateia pode entender esses aspectos e ainda assim não sentir a necessidade pessoal de ter fé em uma divindade para encontrar sentido, conforto ou valores em sua própria vida. ​

  • ​A gnose, para Carl Jung, não é apenas um sistema de crenças históricas, mas sim uma experiência psicológica e um caminho para a totalidade. Jung não se limitou a estudar o gnosticismo como uma antiga "heresia" cristã, mas o via como uma manifestação de uma necessidade humana fundamental: o desejo por um conhecimento direto e pessoal do divino. ​Aqui estão os pontos principais sobre como Jung interpretou e se relacionou com a gnose: ​1. Gnose como Conhecimento Interior, não Fé ​Para Jung, a gnose (do grego gnosis, "conhecimento") se opõe à pistis (fé). Enquanto a fé é uma crença em algo externo, a gnose é um saber interno, uma revelação que vem de dentro do próprio indivíduo. Essa revelação não é intelectual, mas uma experiência profunda e transformadora, que Jung comparava com o que ele chamava de individuação. ​Ele acreditava que a psique humana contém uma "centelha divina" — o Si-mesmo (Self) — que é a totalidade da personalidade. A busca gnóstica, portanto, seria a busca por essa centelha, integrando o consciente e o inconsciente para alcançar a plenitude. ​2. Símbolos Gnósticos como Arquétipos da Psique ​Jung via os mitos e símbolos gnósticos como expressões arquetípicas do inconsciente coletivo. O que os gnósticos descreviam em sua cosmologia (a história da criação, o mundo material imperfeito, o Deus supremo e o Demiurgo) era, para Jung, uma representação simbólica da própria jornada psíquica: ​O Demiurgo: Nas mitologias gnósticas, o Demiurgo é o criador do mundo material, muitas vezes visto como uma divindade inferior e imperfeita. Jung interpretou o Demiurgo como o ego humano, que se considera o centro da existência e se aliena do Si-mesmo, levando à arrogância e à sensação de separação. ​O Anthropos (Homem Primordial): A figura do Anthropos, o ser humano primordial e unificado, era vista por Jung como um arquétipo do Si-mesmo. O objetivo da jornada gnóstica de "resgate da centelha" seria a redescoberta e a realização desse estado de totalidade. ​3. "Sete Sermões aos Mortos" e a Gnose de Jung ​A conexão mais direta de Jung com a gnose está em seu próprio texto, "Sete Sermões aos Mortos" (Septem Sermones ad Mortuos). Escrito em 1916 e atribuído ao gnóstico Basilides de Alexandria, o texto é uma manifestação direta da "confrontação com o inconsciente" de Jung. Nele, ele explora a união dos opostos, o conceito de Abraxas (uma divindade que une o bem e o mal) e a busca pela totalidade. ​Este trabalho reflete a visão de Jung sobre a necessidade de aceitar e integrar a escuridão (Sombra) e a luz. Para ele, a verdadeira gnose não é um ascetismo que rejeita o mundo material, mas sim um processo de reconciliação dos contrários. ​4. Gnose e o Processo de Individuação ​Em última análise, Jung via a gnose como um precursor histórico e filosófico de seu próprio conceito de individuação. A individuação é a jornada psicológica para a totalidade, onde o indivíduo se torna completo ao integrar os aspectos conscientes e inconscientes da sua psique. ​Tanto a gnose quanto a individuação buscam um conhecimento profundo e transformador que não pode ser alcançado por dogmas ou crenças externas. Ambos os caminhos levam o indivíduo a se encontrar com o divino dentro de si, a "conhecer a si mesmo" em um nível mais profundo para encontrar seu próprio sentido e propósito. ​Dessa forma, Jung não era um gnóstico no sentido religioso estrito, mas via o gnosticismo como uma valiosa fonte de insights para a psicologia e a jornada humana em busca de sentido.

  • ​Se apaixonar não tem idade! A paixão é um sentimento que pode surgir em qualquer fase da vida, desde a adolescência até a terceira idade, e não há um "prazo de validade" para isso. A maneira como nos apaixonamos e o que buscamos em um relacionamento podem mudar com o tempo, mas a capacidade de sentir essa emoção permanece. ​Aqui estão algumas diferenças e semelhanças da paixão em diferentes fases da vida: ​Na juventude: A paixão tende a ser mais intensa e idealizada. As emoções são fortes, e a vida pode parecer girar em torno da pessoa amada. A inexperiência pode levar a decisões impulsivas, mas a energia e a descoberta são inebriantes. ​Na vida adulta: A paixão pode ser mais pragmática, pois as pessoas geralmente têm mais responsabilidades (carreira, família, etc.). As prioridades mudam, mas isso não diminui a intensidade do sentimento. Na verdade, a paixão pode ser combinada com uma conexão mais profunda e uma visão de futuro compartilhada. ​Na terceira idade: O amor e a paixão nessa fase são extremamente válidos e importantes. Muitas pessoas redescobrem o amor após a viuvez ou o divórcio. A paixão na terceira idade pode trazer muitos benefícios, como combate à solidão, aumento da autoestima e estímulo à saúde física e mental. ​O mais importante é que o amor e a paixão são possíveis enquanto a pessoa estiver aberta a vivenciá-los. Não importa quantos anos você tenha, a capacidade de se conectar emocionalmente com alguém e de se apaixonar é uma parte natural da experiência humana.

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  • O "eterno retorno" é um dos conceitos mais desafiadores e impactantes da filosofia de Friedrich Nietzsche. A ideia, apresentada de forma poética e provocadora, não se trata de uma teoria cosmológica literal, mas sim de um experimento mental ou um teste existencial. Em essência, Nietzsche propõe a seguinte pergunta: "E se, um dia ou uma noite, um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: 'Esta vida, como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la mais uma vez e inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro, e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há de retornar para ti, e tudo na mesma sucessão e sequência...'" A partir daí, ele questiona: qual seria a sua reação? Duas reações possíveis Nietzsche acreditava que a resposta a essa pergunta revelaria a atitude fundamental de uma pessoa em relação à sua própria vida. As reações poderiam ser basicamente duas: * Pavor e desespero: Se a ideia de reviver tudo exatamente como foi, sem a possibilidade de mudança, te enche de horror, isso significa que você não ama a sua vida. O arrependimento, a insatisfação e o peso de suas escolhas te levariam a rejeitar essa repetição. * Alegria e afirmação: Se, ao contrário, essa ideia te fizesse exclamar "Sim! Mais uma vez!", isso significaria que você afirma a sua vida em sua totalidade, com todas as suas alegrias, tristezas, erros e acertos. É a aceitação radical da própria existência. O que o eterno retorno significa na prática? O eterno retorno não é uma profecia ou um convite para o fatalismo. Pelo contrário, é uma ferramenta para reavaliar a vida no presente. Ele nos força a encarar cada decisão e cada momento com a máxima seriedade, como se essa ação fosse ecoar por toda a eternidade. Nietzsche usa esse conceito para criticar a moralidade tradicional, que, segundo ele, muitas vezes nos leva a adiar a felicidade e a viver em função de uma recompensa futura (em uma vida após a morte, por exemplo). Em vez disso, o eterno retorno nos convida a: * Amar o destino (amor fati): Aceitar e amar tudo o que acontece, não apenas o que é agradável, mas também o sofrimento, as dificuldades e os fracassos. Ver a vida como uma obra de arte que se repete infinitamente, e portanto, digna de ser amada em cada detalhe. * Transvalorar os valores: Questionar os valores impostos pela sociedade e pela religião, e criar os seus próprios, a partir de uma perspectiva que afirme a vida aqui e agora, e não em um além. Em resumo, o eterno retorno de Nietzsche é um chamado para viver de tal forma que você desejaria reviver cada instante. É um desafio ético e um convite para uma afirmação radical da existência humana, com toda a sua beleza e toda a sua tragédia.

  • O eterno retorno de Nietzsche

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  • Você costuma sentir dor de cabeça ao ler Nietzsche? pode ser uma experiência comum, e há várias razões para isso. As ideias dele são densas e exigem um a concentração intensa, o que pode causar fadiga mental. O estilo de escrita de Nietzsche é aforístico e poético, com frases curtas e diretas, mas que frequentemente contêm múltiplas camadas de significado. Isso força o leitor a reler trechos, ponderar sobre as palavras e fazer conexões, um processo que pode ser mentalmente exaustivo. Além disso, os conceitos dele, como a vontade de poder, o eterno retorno e o super-homem, são profundamente desafiadores. Eles podem confrontar diretamente nossas crenças e valores, gerando uma espécie de "tensão cognitiva" que, em alguns casos, pode se manifestar fisicamente como uma dor de cabeça. A combinação de uma leitura intensa e a exposição a ideias complexas e até mesmo perturbadoras pode ser o gatilho para a dor. Como amenizar a dor de cabeça ao ler Nietzsche? * Pausas frequentes: Faça pausas a cada 20-30 minutos. Levante-se, beba água e descanse os olhos. Isso ajuda a relaxar a mente e o corpo, evitando a sobrecarga. * Leitura ativa: Não apenas leia as palavras, mas interaja com elas. Sublinhe, faça anotações e tente resumir os conceitos com suas próprias palavras. Isso torna a leitura mais ativa e menos passiva, o que pode ajudar a processar as informações de forma mais eficaz. * Contexto: Antes de mergulhar nos textos dele, tente ler sobre o contexto histórico e filosófico em que Nietzsche vivia. Isso pode facilitar a compreensão e reduzir a sensação de estar "perdido" nas ideias, o que pode aliviar a tensão. * Comece por obras mais acessíveis: Se você está começando, obras como Genealogia da Moral ou Além do Bem e do Mal podem ser mais diretas do que Assim Falou Zaratustra, por exemplo. * Pondere a possibilidade de ser algo físico: Se a dor persistir, pode ser útil verificar se há problemas de visão ou se o ambiente de leitura (iluminação, postura, etc.) está adequado. A leitura de Nietzsche é, muitas vezes, uma maratona mental. É importante dar o tempo e o espaço necessários para que a sua mente absorva as ideias sem se exaurir.

  • 6 авг. 2025 г.201из clovisbarrosfilho

    O universalismo é um conceito amplo que defende que certas ideias, princípios ou valores têm validade e aplicabilidade universais, ou seja, se aplicam a todos os seres humanos, independentemente de sua cultura, religião, origem ou contexto histórico. Esse conceito é fundamental em diversas áreas: * Filosofia e Ética: A ideia de que existem valores morais universais que todos deveriam seguir. Um exemplo clássico é o imperativo categórico de Immanuel Kant, que propõe uma regra moral que deve ser aplicada a todos em todas as situações. No campo dos direitos humanos, o universalismo é a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma que todos os indivíduos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. * Religião e Teologia: Em certas religiões, o universalismo é a crença de que a salvação ou a redenção é destinada a todos os seres humanos, e não apenas a um grupo seleto ou aos seguidores de uma fé específica. * Política e Direitos: O universalismo político se manifesta na defesa de uma cidadania global ou de uma comunidade supranacional, onde os direitos e deveres são aplicados a todos os cidadãos do mundo. O universalismo muitas vezes é colocado em contraste com o relativismo, que argumenta que a verdade e os valores são relativos a cada cultura ou indivíduo. A tensão entre o universalismo e o relativismo é um debate central em várias disciplinas, pois levanta questões sobre se é possível defender princípios globais sem desconsiderar a diversidade cultural e as particularidades de cada sociedade. @clovisbarrosfilho

  • 5 авг. 2025 г.198из clovisbarrosfilho

    LIÇÕES E VIDA...

  • https://youtu.be/EgtssF3aARw?si=_IT3t46ibGod85Dl

  • видео или голосовое, без подписи

  • 28 июл. 2025 г.269из clovisbarrosfilho

    Felicidade ou morte (CPFL) Bom domingo, alunos e amigos!! @clovisbarrosfilho

  • "Quem desdenha quer comprar" é um ditado popular muito comum na língua portuguesa. Ele significa que alguém que critica, menospreza ou demonstra desinteresse por algo ou alguém, na verdade, sente um desejo ou admiração ocultos por aquilo ou por essa pessoa. Entendendo o Ditado A ideia por trás do ditado é que o desdém (o ato de desprezar ou demonstrar superioridade) pode ser uma estratégia para disfarçar um interesse genuíno. É como se a pessoa estivesse tentando se convencer ou convencer os outros de que não se importa, quando, no fundo, o que ela realmente quer é ter ou ser aquilo que critica. Pode ser motivado por: * Inveja: A pessoa critica algo que deseja ter, mas não pode ou não conseguiu. * Disfarce: Alguém que quer "jogar duro" ou se fazer de difícil para não demonstrar interesse imediato, talvez para conseguir uma vantagem ou por vergonha. * Autoengano: A pessoa tenta convencer a si mesma de que não quer algo, mesmo que no fundo o deseje. Exemplos no Dia a Dia * "Ele vive falando mal daquele carro de luxo, mas quem desdenha quer comprar! Tenho certeza que ele adoraria ter um igual." * "Ela sempre critica as pessoas que se vestem de forma extravagante, mas repare como ela sempre está atenta aos detalhes. Quem desdenha quer comprar!" * Um adolescente que fala mal de uma banda popular, mas é pego ouvindo as músicas dela escondido. Em resumo, o ditado nos convida a olhar além das aparências e a considerar que, por vezes, a crítica pode ser um sinal de um desejo oculto.

  • A frase "Ninguém quer ver a felicidade de ninguém" expressa um sentimento de que as pessoas não se importam ou até mesmo não gostam de ver os outros felizes. Este é um ditado popular que geralmente é dito em momentos de frustração ou desilusão com as relações humanas. Embora possa parecer um pensamento pessimista, ele reflete a percepção de que, em algumas situações, a inveja ou a competição podem prevalecer sobre a empatia e a solidariedade. É importante lembrar que nem sempre essa afirmação é uma verdade absoluta. Existem muitas pessoas que genuinamente se alegram com a felicidade alheia. No entanto, a frase serve como um lembrete de que, infelizmente, nem todos compartilharão de sua alegria. Se você está sentindo que as pessoas ao seu redor não querem ver a sua felicidade, talvez seja um bom momento para refletir sobre suas relações e buscar apoio em quem realmente se importa com você. https://t.me/felipeponde

  • 27 июл. 2025 г.159из canaldocortella

    A questão de um curso avançado de teologia levar à perda da fé é complexa e não há uma resposta única. Na verdade, pode acontecer tanto de a fé ser aprofundada e fortalecida, quanto de ser questionada ou até mesmo perdida, dependendo de diversos fatores. Como um curso de teologia pode aprofundar a fé: * Conhecimento aprofundado: A teologia oferece ferramentas para um estudo mais profundo da Bíblia, da história da igreja, das doutrinas e da filosofia da religião. Isso pode trazer uma compreensão mais rica e fundamentada da fé, respondendo a dúvidas e solidificando crenças. * Discernimento: Ao expor a diferentes interpretações e correntes de pensamento, a teologia ajuda a desenvolver um senso crítico para discernir entre o que é sólido e o que pode ser uma distorção. Isso pode proteger o indivíduo de falsas doutrinas e superficialidades. * Integração da fé e da razão: A teologia busca conciliar a fé com a razão, mostrando que o conhecimento e a intelectualidade podem estar a serviço da espiritualidade. Isso pode ser libertador para quem busca um entendimento mais completo da sua fé. * Conexão com a tradição e a comunidade: O estudo teológico conecta o indivíduo a uma rica tradição de pensamento e a uma comunidade de fé que busca compreender e viver sua espiritualidade de forma mais consciente. * Fortalecimento da espiritualidade: Quando a teologia é integrada à vida devocional, à oração e à prática da fé, ela pode ser um instrumento poderoso para uma conexão mais profunda com Deus e para a transformação pessoal. Como um curso de teologia pode levar a questionamentos ou à perda da fé: * Exposição a diferentes perspectivas: Um curso avançado de teologia, especialmente em instituições acadêmicas, pode expor os alunos a críticas textuais, abordagens históricas e filosóficas que questionam interpretações tradicionais ou dogmas. Isso pode gerar uma crise de fé se o aluno não estiver preparado para lidar com essas divergências. * Docentes com abordagens "liberais" ou descompromissadas: A presença de professores que não têm uma fé pessoal ou que adotam posturas muito críticas e céticas pode influenciar negativamente a fé dos alunos, especialmente se estes não tiverem uma base sólida. * Foco excessivo no intelectualismo: Se o estudo da teologia se torna puramente acadêmico, desconectado da prática da fé, da oração e da comunidade, pode levar a um "esfriamento" espiritual. O conhecimento sem a devoção pode se tornar árido e vazio. * Ausência de vocação ou imaturidade na fé: Jovens que ingressam em cursos de teologia sem uma vocação clara ou com uma fé ainda imatura podem não ter a estrutura emocional e espiritual para lidar com os desafios intelectuais e existenciais que o estudo teológico pode apresentar. * Choque com interpretações anteriores: Ao se deparar com a complexidade e as nuances dos textos bíblicos e das doutrinas, o estudante pode ter a sensação de que foi "enganado" por interpretações simplistas ou fundamentalistas anteriores, o que pode abalar sua confiança na fé. Em resumo: Perder a fé em um curso avançado de teologia não é uma consequência inevitável, mas é uma possibilidade que existe para alguns. A teologia, por si só, não "mata" a fé; pelo contrário, quando bem conduzida, ela pode enriquecê-la imensamente. A chave está em como o estudo é abordado. Uma teologia que se distancia da oração, da piedade, do serviço e da comunidade, ou que adota uma postura puramente cética e intelectualista, pode sim levar a um distanciamento da fé. Por outro lado, uma teologia que busca compreender Deus e Sua Palavra com humildade, integrando o conhecimento à vida espiritual e prática, tem o potencial de fortalecer e aprofundar a fé. É importante que o estudante de teologia esteja consciente desses desafios e busque um equilíbrio entre o rigor acadêmico e o cultivo da sua vida espiritual.