Editora Triregnum
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доля реакций к просмотрам- 28 окт.HAVIA CHANCES REAIS DE RESTAURAÇÃO DO TRONO? Nos anos que seguiram à Proclamação da República, o Brasil mergulhou em um charco de incerteza. Do outro lado do Atlântico, a Princesa Isabel, já exilada em terras francesas, observava com o coração dividido o destino da pátria que um dia governara. O trono que perdera em 1889 — não por ambição, mas por um gesto de compaixão e justiça, a assinatura da Lei Áurea — ainda a chamava em sonhos. Petrópolis era um tema recorrente em seus diálogos, cuja saudade lhe consumia. E houve, por breves momentos, quem acreditasse que a coroa poderia voltar a brilhar. Em seu refúgio no castelo d’Eu, a princesa acompanhava as notícias vindas do Brasil: revoltas militares, instabilidade política, perseguições. A nova República cambaleava, e em muitos lares — especialmente entre antigos abolicionistas e fiéis monarquistas — ressurgia uma nostalgia do Império, uma esperança de retorno. O autor da obra que publicaremos descreve Isabel nesse período como “rainha sem trono, mas com fé inquebrantável”. Cartas e emissários amigos cruzavam o Atlântico; discursos em clubes monarquistas pediam a volta de D. Pedro III, o filho da princesa. A imprensa republicana, inquieta, falava de “movimentos restauradores” e “conspirações legitimistas”. Em 1893 e 1894, durante a Revolta da Armada e outras crises do novo regime, os restauradores acreditaram que o Brasil poderia chamar de volta a dinastia dos Bragança. Isabel, prudente e resignada, jamais apoiou levantes armados. Preferia — nas palavras do autor — “vencer pela oração e pelo tempo”. Mas em seu círculo mais íntimo, animavam-se as conversas sobre o jovem herdeiro, D. Pedro de Alcântara, como símbolo de uma restauração pacífica. Porém, a sorte do Brasil recaia em berço macabro de sociedades secretas: “O vento republicano soprou mais forte que a saudade da monarquia”. A restauração fracassou antes mesmo de nascer. Tanto mais, a I Guerra Mundial e a enxurrada de tronos extintos sob os auspícios dos inimigos da Santa Igreja dissolveram as esperanças de restauração. Os monarquistas estavam divididos; o povo, cansado; e o governo republicano, vigilante na manutenção de seu golpe. Campos Salles, presidente entre 1898 e 1902 desferiu um golpe covarde contra o movimento de restauração, fechando o Centro Monárquico que representava a causa de restauração e perseguindo quem ousasse levantar a voz contra o golpe militar. A princesa nunca mais regressou ao Brasil. Morreu em 1921, ainda acreditando que a coroa era menos um privilégio que um dever — um fardo que aceitara por amor à pátria. No castelo d’Eu, conservou até o fim o retrato do pai e a lembrança de um país que, por sua própria mão, libertou. 📜 Em breve: a biografia completa A nova edição que na próxima semana disponibilizaremos revela, em detalhes inéditos, as tramas e esperanças dessa tentativa esquecida de restauração — o último lampejo da monarquia brasileira. Acompanhe nossas redes e descubra como a princesa viveu seus últimos anos e o pesado fardo que carregou, com a morte de seus amigos e dos esteios que poderiam libertar o Brasil das mãos golpistas.3,75%
- 25 дек.Neste ano de 2025, nossa pequena casa editorial teve a graça de testemunhar o nascimento de diversas obras de singular relevância, entre as quais se destaca aquela à qual dedicamos especial zelo: o Graduale Romanum. Cada lançamento nos foi motivo de íntima alegria, pois todos serviram a um único e elevado fim — dar glória a Deus. Nesta noite santa de Natal, fazemos memória da Encarnação do Deus misericordioso, que nasce em Belém da Judeia rejeitado por seu próprio povo, acolhido apenas pela simplicidade de uma manjedoura, entre animais irracionais e humildes pastores. Estes, na ausência de príncipes e reis, tornaram-se os primeiros adoradores daquele diante de quem toda coroa deveria ser deposta. Que no correr de 2026 saibamos trilhar caminho diverso do dos ímpios: que o Menino Jesus reine em nossos corações, em nossas obras, em nossos labores e em nossas famílias. Que a lembrança do imenso amor de Deus por seus eleitos seja nossa luz constante e nosso guia cotidiano ao longo de todo o ano. O Grupo Editorial Triregnum deseja a todos os seus leitores um feliz e santo Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo.1,08%
- 6 нояб.O REFÚGIO DA PRINCESA IMPERIAL Petrópolis não foi para a Princesa Isabel apenas um pedaço de serra onde se fugia do calor: foi o laboratório urbanístico e simbólico do Brasil que ela imaginava. O plano original da cidade — fechado ainda em 1843 — já reservava o topo do morro para a igreja-matriz que se tornaria a Catedral de São Pedro de Alcântara; nas décadas seguintes, a própria princesa atuaria como fiadora moral e financiadora de etapas decisivas da obra que viria a consagrar o espaço como centro cívico e religioso da “cidade-modelo”. A Catedral era o centro político e religioso da cidade planejada pela filha de seu fundador. Essa escolha não foi neutra. O templo, no projeto neogótico finalizado gradualmente entre 1884 e 1925, era — e é — uma declaração: um monumento que articula fé, memórias imperiais e projeto de urbanização. Isabel não era somente a herdeira do trono; era uma administradora que atuou concretamente durante regências, assinou decretos decisivos e geriu iniciativas públicas com rigor — sempre movida por uma piedade pessoal que orientou decisões como a defesa da causa abolicionista e a proteção de instituições locais. Petrópolis era seu "experimento de Brasil". É aqui que o texto de Pedro Calmon (publicado originalmente em 1941) assume papel analítico central. Sua biografia A Princesa Isabel — A Redentora foi escrita com erudição, acesso a arquivos e sensibilidade narrativa: Calmon reconstrói decisões, explica o contexto arquitetônico de Petrópolis e restitui a dimensão íntima da piedade e da administração isabelina. A obra, notável por sua pesquisa e equilíbrio, esteve largamente ausente das prateleiras acadêmicas — e é por isso que a reimpressão que oferecemos não é apenas uma reedição: é uma reabertura de arquivo para historiadores, arquitetos, gestores públicos e leitores que querem entender o Brasil que passou — e o Brasil que ainda poderia ter sido. O que você receberá nesta reimpressão histórica 📖 Edição fiel ao texto de 1941, com apêndice crítico (notas sobre fontes e cronologia). 📙 Impressão requintada, digna da importância cultural da obra. 📥 Acesso a um escrito único, esgotado nas prateleiras das livrarias brasileiras. Por que comprar agora 👉 Porque, depois de 84 anos desde sua primeira edição, esta obra retorna, em tiragem limitadíssima, para ocupar seu lugar nas bibliotecas e nos debates sobre a memória de nossa família imperial e a monarquia. 👑 Porque a história da Princesa Isabel — sua administração prática, sua piedade e o projeto simbólico de Petrópolis — lança luz sobre questões contemporâneas: legado institucional, patrimônio político e um projeto de Brasil tenramente destruído pelas sociedades secretas. Se você é apreciador de história, arquitetura, patrimônio ou é leitor exigente de biografias bem fundamentadas, esta reimpressão é um item obrigatório. A tiragem é limitada e cada exemplar traz subsídios críticos que transformam a leitura histórica em ferramenta de pesquisa. Quer garantir sua edição de colecionador da reimpressão de Pedro Calmon — Princesa Isabel: A Redentora? 🔴 Clique no link e garanta seu exemplar numerado: https://bit.ly/4oGoNaZ0,88%
- 17 дек.PRIMEIRA TIRAGEM ESGOTADA! Em menos de 24 horas nossa primeira tiragem do Graduale Romanum já esgotou. O envio das obras já está em andamento e, da mesma forma, uma nova tiragem já foi autorizada, com data inicial para envio no dia 15/01/2026. Por isso, não perca a oportunidade de garantir seu exemplar com os descontos que estamos mantendo nesta campanha e o frete grátis garantido. Em virtude das especificidades do projeto, a tiragem será pequena. ACESSE O LINK e inicie o ano de 2026 estudando o canto da Santa Igreja, o Gregoriano: https://www.triregnum.com.br/graduale0,54%
- 21 окт. 2025 г.No domingo ensolarado de 18 de julho de 1841, um jovem de apenas 15 anos foi coroado Imperador do Brasil. Na carruagem que o conduzia pelas ruas do Rio de Janeiro, D. Pedro II — ainda um adolescente — já pressentia o peso de um destino marcado por dever e renúncia. Desde a morte precoce da mãe e o exílio do pai em Portugal, sua vida fora uma sucessão de responsabilidades. Nenhuma crítica, por mais severa, conseguiu jamais negar sua dedicação absoluta ao país. Anos depois, sua filha, a Princesa Isabel, herdaria não apenas o trono, mas também a vocação para o sacrifício. Educada com rigor, habituada à disciplina e à fé, Isabel viveu para servir: a caridade, a família e, acima de tudo, a religião. Sua assinatura na Lei Áurea não foi um gesto político — foi uma entrega pessoal e o cumprimento pessoal de um dever de justiça. Mas a história nem sempre foi justa. Entre os louvores e as flores de Petrópolis, dos quais ela guardará recordações até sua morte na França, surgiram também acusações e injúrias, lançadas por adversários republicanos e pela imprensa da época. Poucos conhecem a dimensão dessas ofensas, e apenas uma biografia escrita por um historiador contemporâneo dos fatos conseguiu registrá-las em detalhe — revelando as grandes injustiças sofridas pela princesa e por sua família. Veja algumas das acusações mais cruéis da época: ⚔️ Conde d’Eu, marido da princesa, foi acusado de vaidade e ambição militar durante a Guerra do Paraguai — quando, na verdade, se expôs ao perigo real no campo de batalha; 💰 Foi ainda falsamente retratado como usurário e explorador de cortiços, caricaturado como um “eco falido da corte francesa”; ✝️ A princesa foi chamada de fanática religiosa, acusada de viver sob “influência clerical”, apenas por sua devoção católica; 🤝 Sua acolhida de escravizados fugidos em Petrópolis gerou escândalo duplo: demagogia para uns, afronta à propriedade para outros; 👑 D. Pedro II era, ao mesmo tempo, tachado de autoritário e de fraco — caricaturado em revistas como um velho decadente, manipulador ou sonhador com grandezas europeias; 💬 E a própria autoridade de Isabel foi questionada pelo simples fato de ser mulher — piedosa demais, diziam, para governar; Entre o brilho e o exílio, entre a fé e o poder, a família imperial atravessou décadas de glória e humilhação com dignidade rara. Em breve, você conhecerá esses episódios com a profundidade e o cuidado histórico que merecem. Acompanhe nossas redes sociais: nas próximas edições, revelaremos o título e a capa da nova biografia que traz à luz a verdadeira história da Princesa Isabel e de sua família. ACESSE E CADASTRE-SE PARA RECEBER A OFERTA EM PRIMEIRA MÃO: https://www.triregnum.com.br/prior0,24%
- 25 окт.Princesa Isabel do Brasil: Quando a moral falou mais alto que o poder No dia da abolição da escravatura — um domingo, 13 de maio de 1888 — o Imperador D. Pedro II encontrava-se enfermo, em tratamento na Europa. Durante dias, telegramas cruzaram o Atlântico trazendo notícias de sua saúde e de um Império em expectativa. A própria princesa registrou em seu diário: “Seria o dia de hoje um dos mais belos de minha vida, se não fosse saber meu Pai enfermo. Deus permitirá que ele nos volte para tornar-se, como sempre, útil à nossa Pátria.” Como visto acima, mesmo no íntimo de seu diário o dever de servir à Terra de Santa Cruz ditava a vida doméstica da princesa. A este respeito, a ação que culminou na Lei Áurea certamente contava com a anuência moral do Imperador, defensor discreto, mas constante, da emancipação. Ainda assim, foi a coragem de sua filha que deu o passo final. Com energia e fé, Isabel enfrentou a elite escravocrata, os ministros vacilantes e a crítica dos ímpios. Sabia que seu gesto poderia custar-lhe o trono — e mesmo assim não hesitou. O cronista Affonso Celso descreveu o instante em que a pena tocou o papel: “No momento em que empunhou a pena para a assinatura, fez-se religioso silêncio.” E foi mesmo um ato de fé católica. Dias depois, um telegrama do pai coroaria o ato com palavras que entrariam para a eternidade e consolariam a sua filha: “Abraço a Redentora. Seu pai, Pedro.” Naquele silêncio, o Brasil se reconciliou por um instante com a própria consciência. A princesa não buscava poder — buscava justiça. E, ao fazê-lo, perdeu tudo o que o mundo podia oferecer para conquistar o que nenhum poder garante: a paz da alma católica que cumpre seu dever. Uma grande condecoração não tardia em chegar-lhe: o Papa Leão XIII lhe concederá uma honraria que apenas outorgava a personalidades que haviam prestado relevante serviço à Santa Igreja: a Rosa de Ouro. E com este adorno de galhardia a Princesa Isabel pôde ver consumada a distinção moral do ato que deu a liberdade a aproximadamente 700.000 escravos e lhe fez perder sua coroa de imperatriz. Não foi simplesmente um trono que caiu, mas de uma ordem de coisas que inevitavelmente resultariam no país em que hoje vivemos. Em breve você poderá ler em detalhes sobre o trágico fim do nosso império, com dezenas de páginas de relatos oculares sobre os últimos anos da Família Imperial no Brasil. É chegado o momento de resgatarmos a história de nossa Imperatriz. Aguarde mais informações!0,08%
- 16 янв.https://www.instagram.com/reel/DTkPSMugOAp/?igsh=MWFnMmRtamRyZjhxcQ==0,00%
- 22 дек.📢 SEGUNDA TIRAGEM ESGOTADA Diante da alta demanda pela obra Graduale Romanum, recentemente lançada por nossa casa editorial, iniciamos a partir de agora a reserva para a terceira tiragem, com entregas previstas para 30 de janeiro de 2026. Este fato é altamente significativo, pois demonstra o crescente interesse dos piedosos leitores pelo canto gregoriano, que vem ressurgindo no Brasil por meio de diversas iniciativas voltadas à sua valorização. Em razão da complexidade do processo gráfico e da dimensão considerável da obra, é necessário um prazo maior para a consolidação de todas as etapas de impressão. Assim, para os que já adquiriram o livro até o presente momento, o prazo de entrega permanece 15 de janeiro. Para aqueles que realizarem a compra a partir de agora, o prazo sofrerá este acréscimo. A importância do Graduale Romanum é tamanha que já estamos recebendo encomendas provenientes de países da América do Sul e da Europa. Não por acaso: é amplamente reconhecida a necessidade deste precioso livro para o embelezamento e a dignidade da liturgia sacra. 👉 GARANTA SEU EXEMPLAR DA TERCEIRA TIRAGEM CLICANDO NO LINK ABAIXO: https://www.triregnum.com.br/graduale0,00%
- 20 дек.O gregoriano expressa um dos motivos religiosos que adornam nossas igrejas em favor do culto a Nosso Senhor. É, por assim dizer, o adorno musical que depositamos aos pés dos altares como o fazia, outrora, o salmista que suspirava pela vinda do Salvador. Dom João da Cruz, O.S.B., religioso beneditino extremamente empenhado na difusão do Gregoriano no Brasil, trouxe em vídeo um levantamento sobre onde encontramos partituras de gregoriano para o estudarmos e entoarmos. Uma das obras citadas foi o Graduale Romanum, livro com todas as partituras gregorianas da Santa Missa em todo o calendário litúrgico, da qual disponibilizamos uma edição inédita no Brasil. Confira o vídeo abaixo e depois acesse nosso link para conhecer mais sobre esta obra seminal. 👉🏻 ASSISTA AQUI: https://m.youtube.com/watch?si=ep3VNvOYIyf5EiiZ&v=Zq5vlCkndjs&feature=youtu.be ♥️ PARA ADQUIRIR SEU GRADUALE: https://www.triregnum.com.br/graduale0,00%
- 17 дек.[LANÇAMENTO] A Editora Triregnum encerra o ano de 2025 com mais um grande lançamento editorial. Em parceria com o Ateliê Santa Cruz, apresentamos ao público brasileiro o lançamento inédito do Graduale Romanum. Baseada na edição típica de 1961 — com a reforma de São Pio X e a contribuição da Abadia de Solesmes —, esta obra singular oferece aos fiéis acesso completo ao tesouro do canto gregoriano que acompanha a liturgia da Santa Missa ao longo de todo o ano litúrgico. A relevância deste lançamento é evidenciada pela extrema escassez dessa obra, inclusive entre casas religiosas ligadas à Tradição, que há décadas enfrentam dificuldades para obter exemplares desse monumento de zelo litúrgico e dignidade sacra. Devido à produção artesanal, este primeiro lote contará com pouquíssimas unidades. A reposição está prevista apenas para janeiro de 2026. Conheça mais sobre esta obra e garanta seu exemplar no link abaixo. 🔴 Clique no link e garanta seu exemplar: https://www.triregnum.com.br/graduale0,00%
- 6 нояб.без подписи0,00%
- 3 нояб.A BIOGRAFIA MAIS ORIGINAL SOBRE A PRINCESA ISABEL... E Mais! Ignorar a figura histórica da Princesa Isabel é fechar os olhos para as possibilidades que moldaram – e ainda podem moldar – o destino do Brasil. Compreender sua trajetória é compreender melhor tanto o presente político quanto os caminhos que ainda se abrem ao nosso país. O que se perdeu com o apagamento de sua memória? Muito mais do que a ruptura com a tradição luso-portuguesa representada pela Casa de Bragança: perdemos o exemplo de retidão, de competência e, sobretudo, a possibilidade de um renascimento católico conduzido pela Princesa Isabel e pela família imperial. No alvorecer do século XX, em plena fase de industrialização impulsionada pela prosperidade do café, teríamos testemunhado a união entre a nobreza e a integração econômica dos ex-escravizados – inspirada pelos princípios da encíclica Rerum Novarum (1891), do Papa Leão XIII. Uma síntese histórica capaz de abrir horizontes mais sólidos para o país. E quais foram as consequências desse desvio de rota? O golpe republicano inaugurou um período marcado pela submissão do poder a interesses obscuros. Rui Barbosa, mesmo dele participando, não deixou de denunciar seus desmandos: políticas econômicas temerárias, dependência crescente das altas finanças internacionais, instabilidade política, alternância brusca de poder, sucessivos golpes, corrupção desenfreada e a dilapidação do patrimônio histórico e cultural — reflexo do desapreço das novas elites pelo passado brasileiro. Sim. Perdemos muito mais do que imaginamos. Por isso, este é o momento de resgatar uma das figuras mais decisivas da nossa história. Não deixe de adquirir o relançamento de Princesa Isabel: a redentora, de Pedro Calmon — a maior e mais completa biografia da princesa já publicada no Brasil. Encante-se com a escrita envolvente de um dos maiores historiadores nacionais e garanta às futuras gerações o acesso a um conhecimento essencial para a formação intelectual e para o verdadeiro patriotismo — aquele que nasce do compromisso com a verdade histórica. 🟠 ADQUIRA AGORA SUA OBRA COM 35% DE DESCONTO. ESTOQUE LIMITADO: https://bit.ly/4oGoNaZ0,00%