Major Mecca
СтатистикаServi à população de São Paulo mais de 30 anos Não a governos e menos ainda a interesses
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STF já deixa claro o modus operandi da censura: um órgão estatal vai decidir o que é ou não desinformação. Deixando qualquer regime ditatorial morrendo de inveja.
21 de abril. Dia de Tiradentes e, também, das Polícias Militares. A imagem de Joaquim José da Silva Xavier, Tiradentes, após a independência, passou a ser usada como símbolo de luta pela liberdade no Brasil. Ele é o patrono das Polícias Militares brasileiras. Que os sonhos de um país livre, forte e independente de amarras sejam uma conquista contínua de todos nós, brasileiros . #tiradentes
Quem ri da dor alheia revela mais sobre o próprio caráter do que sobre o alvo da piada.
Pois é. Se seguir a mesma régua da Suprema Corte, que deu 14 anos por depredar um patrimônio público com batom — sim, batom, aquele que sai com água e sabão —, então para criminosos armados atacando quartel da Polícia Militar, explodindo agência bancária, metralhando delegacias e casas de policiais, era para ser no mínimo uns 30 anos, né? Ou será que depende do “contexto” segundo a interpretação criativa da Corte? Porque, vamos combinar, se o critério for coerente, quem mete bala em batalhão e explode banco não está só sujando, está tentando implodir o Estado. Mas, claro, a gente sabe como funciona…
O atual ministro do TCU, que lá atrás foi relator das pedaladas fiscais da Dilma, alertou: vamos colapsar com a Previdência. Dilma, aquela que foi absolvida das acusações, hoje está livre, leve e solta — e ainda preside o banco Brics. Enquanto isso, somos nós, brasileiros, que vamos pagar a conta. Mas não se preocupe, dizem que o maior problema do Brasil não é a miséria, não é o rombo nas contas públicas… é o “golpe do Bolsonaro.
Fracasso? A falta de caráter não tem limites….
O bandido alega que pensou que era um policial e atirou. Ora, se achava que era polícia, que se rendesse! Só essa alegação já deveria agravar a pena. Mas no Brasil, não: a justiça que já aliviou criminosos com esse mesmo argumento acaba ensinando a narrativa que hoje a bandidagem repete como defesa. É um sistema que abraça o crime.
Ao lado de quem carrega nas costas a segurança da nossa capital. Ontem, celebramos os 52 anos do CPC, honrando cada policial que arrisca a vida por São Paulo.
Se ainda há justiça neste país, Bolsonaro deve ter o direito de disputar 2026. Sem ele na urna, não há eleição de verdade. Sem ele, não haverá mudança.
Nem mesmo com tragédias dentro da própria elite política as coisas mudariam. Nem assim. Porque, como já afirmei diversas vezes, o Congresso é ignorado — e boa parte dos que ocupam posições de poder parece ter perdido qualquer conexão com a realidade do povo. Agem como se não tivessem alma. Não demonstram empatia, não se importam com o sofrimento dos inocentes, nem com o cumprimento das leis. As leis existem, mas são ignoradas ou distorcidas. Como disse o presidente Bukele, “só não se combate a criminalidade quando a criminalidade está dentro do governo”. Essa é a raiz do problema. A mudança real só virá quando homens de bem, com compromisso com a verdade, com a justiça e com a ordem, assumirem o comando deste país. Quando tivermos pessoas íntegras nos tribunais, nas instituições e no comando político — aí sim as coisas vão mudar.
O Congresso é ignorado. As leis aprovadas não valem nada diante da vontade de quem ocupa as cadeiras do STF. O crime que revolta a JUSTIÇA não é o estupro. É o protesto. Não é a violência real. É o batom na estátua. Esse Judiciário se transformou num dos maiores problemas do Brasil
O STF, alinhado com a legislação do PT, mais uma vez interfere no trabalho policial. A ADPF das Favelas não reduz a criminalidade, só enfraquece a polícia e fortalece o crime. A Suprema Corte deveria julgar, não ditar como a polícia trabalha. Mas, enquanto bandidos andam armados até os dentes, as forças de segurança ficam amarradas por restrições absurdas. O resultado? Mais violência, mais domínio do tráfico e menos segurança para a população. O governo que solta corruptos também facilita a vida dos bandidos. Coincidência? Acho que não.
O ministro diz que o crime não está nos morros, mas no asfalto. Mas então por que a polícia, quando sobe o morro, é recebida a tiros de fuzil? Por que comunidades inteiras vivem sob o domínio de facções criminosas, que impõem suas próprias leis e aterrorizam moradores? A verdade é que o crime não escolhe endereço. Ele está nos morros, no asfalto e, pior, em certas estruturas do poder, onde leis brandas, decisões lenientes e discursos ideológicos impedem o enfrentamento real à criminalidade. O crime se fortalece quando se cria narrativas para desviar o foco do problema real: a impunidade e a falta de respaldo para as forças de segurança fazerem seu trabalho.
Domingo agora, todos na Avenida Paulista!
Lei existe pra proteger a sociedade, não pra facilitar a vida de vagabundo!
Retorno a esta casa para contribuir de forma concreta, destinando emenda parlamentar para a aquisição de um gerador de energia. Atualmente, quedas de energia durante chuvas comprometem as atividades da escola, prejudicando a formação dos nossos policiais. Com esse investimento, garantimos que o treinamento continue sem interrupções, otimizando o tempo e os recursos da corporação. Agradeço ao Coronel PM Theodoro pelas palavras e pela confiança demonstrada. O trabalho não para!
Quando o crime manda, bandido vira vítima e cidadão vira culpado. A inversão de valores não é acidente, é projeto!
Após recebermos reclamações de que a nomenclatura "Policial Penal" não constava nos holerites dos aposentados, o que poderia prejudicá-los, oficiamos a SPPREV solicitando providências. Agora, recebemos a resposta oficial: a SPPREV fará a devida correção, complementando os demonstrativos de pagamento dos aposentados com a nomenclatura correta. Essa medida garante o reconhecimento da categoria e evita possíveis prejuízos aos Policiais Penais aposentados.
Atenção Cabos e Soldados da PMESP!