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Movimento Nacionalista

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  • "Durante a Segunda Guerra Mundial, inúmeros homens perderam a vida para dar à Europa uma nova ordem, para construir, para além dos tristes mitos da democracia, um novo Estado de autoridade e justiça. Hoje, o sacrifício destes homens, caídos à vista do Nilo ou do Volga, assassinados nos lagos da Lombardia ou na vasta planície da Île-de-France, é ignorado, amaldiçoado e alvo de ódio partidário. Mas pressentimos que tanto sangue não foi derramado em vão, que é uma energia invisível que impede a árvore da civilização ocidental de apodrecer irremediavelmente. E pressentimos, e sabemos, que os mortos ainda vivem." Adriano Romualdi

  • "Os bons pensamentos são ótimos, mas são leves como bolhas de sabão se não forem seguidos pelo esforço de os transformar em ação." Gaspar Melchor de Jovellanos

  • "É preciso ser rebelde numa sociedade de idiotas, de democratas, de moluscos. Claro que retribuirão com ódio ou indiferença. Exile-se para o deserto do anonimato, para o deserto da insignificância. Não se apercebem de que lhe estão a fazer um favor. É bom estar longe de toda a ralé." Julius Evola

  • "Nunca deixei de me levantar contra aqueles que, diante dos nossos olhos, desejavam a morte da Europa, a nossa antiga civilização, sem a qual eu não seria nada." Dominique Venner

  • “Hoje, não se trata de ‘preservar’ o presente ou de regressar a um passado recente falhado, mas sim de resgatar as nossas raízes mais antigas: aquelas que mais nos conduzem a uma vida vitoriosa.” Guillaume Faye

  • “Qualquer sociedade, na medida em que toma a forma de um corpo social, é ‘fascista’. O Estado é ‘fascista’. A família é ‘fascista’. A história é ‘fascista’. A forma é ‘fascista’. Basta dar um único passo para admitir que o fenómeno humano é ‘fascista’, uma vez que sempre e em toda a parte impôs significado, forma e ordem, e esforça-se por mantê-los.” - Alain de Benoist

  • “Que Deus aceite o meu sofrimento, pelo bem-estar e prosperidade da nossa Nação. Dor sobre dor, sofrimento sobre sofrimento, agonia sobre agonia, ferida sobre ferida nos nossos corpos e nas nossas almas, queda após queda: desta forma conquistaremos.” - Corneliu Zelea Codreanu

  • “Não deixei de me revoltar contra aqueles que, diante dos nossos olhos, queriam a morte da Europa, a nossa civilização milenar, sem a qual eu nada seria.” - Dominique Venner

  • “A história é o conhecimento do passado, mas também fundamenta a memória dos povos. É a fonte de sua identidade. É criadora de sentido. Sob esse ponto de vista, os europeus sofrem de um terrível déficit. Repetidamente lhes dizem que não têm raízes, nenhuma substância própria. São persuadidos de que não são nada. No entanto, são herdeiros de uma civilização muito antiga cuja primeira expressão admirável está contida nos poemas homéricos. Uma parte significativa de nossos esforços é responder a esse déficit europeu de sentido. Eu realmente vejo isso como a causa principal dos outros males, mais visíveis, dos quais sofremos.” - Dominique Venner

  • As lições de Ceuta «Conquistar ou ser conquistado, o único dilema, a verdade suprema. Todo o resto é impostura, falsificação, lixo eleitoral…» (Louis-Ferdinand Céline, Bagatelles pour un massacre). A narrativa veiculada por uma parte do ativismo mediático, sobre a situação em Ceuta, é uma farsa. Tentam dar a entender que o problema está resolvido e que os números de imigrantes que permanecem são agora residuais; mas a realidade nua e crua é diferente: continuam por lá milhares, magrebinos e subsaarianos, que não regressarão a lado algum e que Marrocos não aceita, sendo que a maioria dos que caracterizam como “menores” tem a aparência de homens feitos - uma intrujice recorrente nestes fluxos, facilitada pela destruição deliberada de documentos de identificação. Ensaiam o habitual teatro de manipulação emocional, alimentado por comentadores e jornalistas engajados, para apelar à comoção e influenciar o público mais vulnerável aos ecrãs de televisão. O destino final de muitos daqueles imigrantes ilegais será, como habitualmente, a Europa continental, onde contribuirão para mais pobreza, mais criminalidade e insegurança, maior desgaste das infraestruturas públicas e de saúde e um acréscimo de custos assistencialistas. Esta invasão é potenciada pela costumeira teia venenosa de ONG implantadas nas sociedades europeias, que já estão no terreno a prestar “solidariedade” e a preparar os mecanismos legais e logísticos para importar estes milhares para o Continente europeu, por onde depois se dispersarão. É uma rede destrutiva de organizações, subsidiada coercivamente com os nossos impostos e pelos habituais filantropos globais, que lucra com o negócio do “humanismo”. A doutrina dos “direitos humanos” é uma fonte inesgotável de subversão política e de rendimento para uma imensidão de activistas, assistentes sociais, investigadores universitários, juristas e outros, que lucram com a importação incessante de estrangeiros. Para esses, Ceuta é mais uma oportunidade de negócio. Tudo isto conta ainda com a indispensável conivência do executivo socialista espanhol, fomentador do imigracionismo e da submersão demográfica do próprio povo. Como se não bastassem as leis permissivas e as regularizações massivas; o executivo de Sanchez deu ordens à polícia de Ceuta para não agir de forma coerciva, limitando-se a “convidar os imigrantes ilegais a sair”. Parece uma anedota. (1) Claro que, conhecendo bem a recorrente fraqueza europeia, os invasores e os seus promotores sabem que encontram sempre terreno livre para continuarem com estas acções sem temer consequências. E, portanto, mais virão. Os europeus estão à beira de um abismo e, se querem sobreviver, têm de rejeitar radicalmente a narrativa e a chantagem da caridade suicida e assumir uma indiferença em relação ao destino do “outro”, que tem de ser capaz de resolver os próprios problemas. Os dados são avassaladores: metade da população africana quer emigrar, tendo a Europa como principal destino. Falamos de um potencial de centenas de milhões de pessoas, sem contar com as da América Latina e Ásia, para um espaço continental que na última década e meia já absorveu cerca de 60 milhões de indivíduos destas geografias. (2) A escolha que se coloca é clara: ou se assume a capacidade de dizer não, de repatriar imigrantes, de iniciar processos de remigração massiva e de punir exemplarmente quem facilita estas entradas e quem delas beneficia, ou seremos inundados por centenas de milhões de indigentes do terceiro mundo que transformarão as sociedades europeias na mesmíssima realidade disfuncional de onde saíram. Conquistar ou ser conquistado… esta é a decisão que os europeus têm de tomar: escolher entre a afirmação de uma vontade de poder ou ceder à moral dos “direitos humanos” e acabar destruídos. Rodrigo Penedo

  • Napoleão compreendera-o. O grande segredo da selva, de todas as selvas, a única verdade sobre os homens, os animais e as coisas. “Ser vitorioso ou vencido”, o único dilema, a verdade última. Tudo o resto é impostura, falsificação, lixo eleitoral… Louis-Ferdinand Céline, Bagatelas para um Massacre.

  • "Quando falo da minha pátria, para mim, falo da Europa." Drieu la Rochelle

  • Portugal é liderado por ,,elites,, mas por impostores que ascenderam ao poder através da obediência, das relações interpessoais e da traição. Autoproclamam-se salvadores, mas destroem tudo aquilo em que tocam. Afundaram a economia, enfraqueceram o Estado, empobreceram a população e agora exigem que todos os portugueses paguem pelo desastre que criaram. Eles não são líderes. São inúteis os políticos que se dizem salvadores. Os erros na política são crimes, porque causam sofrimento a milhões de inocentes, prejudicam o desenvolvimento de toda uma nação e arruínam o seu futuro durante décadas. Aqueles que nos lideram não são elites, são párias sociais que se dizem salvadores. Cleopatra

  • 9 авг.864из almapt74

    "Tudo o que perdemos como nação, perdemo-lo por traição, não por derrota", disse Emil Cioran.

  • “O chamamento do Império nascerá da necessidade. Falar de Império é falar de uma ideia imperial. Temos a nossa nacionalidade e dela nos orgulhamos. Mas também podemos, segundo a tradição imperial, ser cidadãos de uma ideia.” “The call of Empire will be born of necessity. To speak of Empire is to speak of an imperial idea. We have our nationality and we are proud of it. But we can also, according to imperial tradition, be citizens of an idea.” - Alain de Benoist

  • “Escolhemos o terceiro caminho europeu, o caminho da liberdade. A Europa tem sido, desde Atenas e Esparta (o espírito e a espada), uma terra de liberdade. Não, é claro, a Europa oficial, vassalizada, humilhada pelos Estados Unidos. Mas a Europa dos povos, a Europa das pátrias carnais, a nossa Europa, a Grande Pátria-Mãe.” - Pierre Vial “We have chosen the third European path, the path of freedom. Europe has been, since Athens and Sparta (the spirit and the sword), a land of freedom. Not, of course, the official Europe, subjugated, humiliated by the United States. But the Europe of the peoples, the Europe of the earthly homelands, our Europe, the Great Motherland.” - Pierre Vial

  • "A solução para o problema judaico é simples: mantê-los fora do sistema bancário, da educação e do governo". - Ezra Pound

  • "𝘖𝘶𝘳 𝘸𝘰𝘳𝘭𝘥 𝘸𝘪𝘭𝘭 𝘯𝘰𝘵 𝘣𝘦 𝘴𝘢𝘷𝘦𝘥 𝘣𝘺 𝘣𝘭𝘪𝘯𝘥 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘭𝘭𝘦𝘤𝘵𝘶𝘢𝘭𝘴 𝘰𝘳 𝘫𝘢𝘥𝘦𝘥 𝘴𝘤𝘩𝘰𝘭𝘢𝘳𝘴. 𝘐𝘵 𝘸𝘪𝘭𝘭 𝘣𝘦 𝘴𝘢𝘷𝘦𝘥 𝘣𝘺 𝘱𝘰𝘦𝘵𝘴 𝘢𝘯𝘥 𝘸𝘢𝘳𝘳𝘪𝘰𝘳𝘴 — 𝘣𝘺 𝘵𝘩𝘰𝘴𝘦 𝘸𝘩𝘰 𝘸𝘪𝘭𝘭 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘧𝘰𝘳𝘨𝘦𝘥 𝘵𝘩𝘦 '𝘮𝘢𝘨𝘪𝘤 𝘴𝘸𝘰𝘳𝘥' 𝘰𝘧 𝘸𝘩𝘪𝘤𝘩 𝘌𝘳𝘯𝘴𝘵 𝘑𝘶̈𝘯𝘨𝘦𝘳 𝘴𝘱𝘰𝘬𝘦, 𝘵𝘩𝘦 𝘴𝘱𝘪𝘳𝘪𝘵𝘶𝘢𝘭 𝘴𝘸𝘰𝘳𝘥 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘮𝘢𝘬𝘦𝘴 𝘮𝘰𝘯𝘴𝘵𝘦𝘳𝘴 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘺𝘳𝘢𝘯𝘵𝘴 𝘱𝘢𝘭𝘦 𝘸𝘪𝘵𝘩 𝘧𝘦𝘢𝘳. 𝘖𝘶𝘳 𝘸𝘰𝘳𝘭𝘥 𝘸𝘪𝘭𝘭 𝘣𝘦 𝘴𝘢𝘷𝘦𝘥 𝘣𝘺 𝘵𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘵𝘤𝘩𝘮𝘦𝘯 𝘴𝘵𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯𝘦𝘥 𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦 𝘧𝘳𝘰𝘯𝘵𝘪𝘦𝘳𝘴 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘬𝘪𝘯𝘨𝘥𝘰𝘮 𝘢𝘯𝘥 𝘰𝘧 𝘵𝘪𝘮𝘦." — 𝗗𝗼𝗺𝗶𝗻𝗶𝗾𝘂𝗲 𝗩𝗲𝗻𝗻𝗲𝗿, 𝘏𝘪𝘴𝘵𝘰𝘪𝘳𝘦 𝘦𝘵 𝘵𝘳𝘢𝘥𝘪𝘵𝘪𝘰𝘯 𝘥𝘦𝘴 𝘌𝘶𝘳𝘰𝘱𝘦́𝘦𝘯𝘴: 30,000 𝘢𝘯𝘴 𝘥’𝘪𝘥𝘦𝘯𝘵𝘪𝘵𝘦́ (𝘔𝘰𝘯𝘢𝘤𝘰 𝘢𝘯𝘥 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴: 𝘌́𝘥𝘪𝘵𝘪𝘰𝘯𝘴 𝘥𝘶 𝘙𝘰𝘤𝘩𝘦𝘳, 𝘍𝘦𝘣𝘳𝘶𝘢𝘳𝘺 2002). 𝘌𝘯𝘨𝘭𝘪𝘴𝘩 𝘵𝘳𝘢𝘯𝘴𝘭𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯: '30,000 𝘠𝘦𝘢𝘳𝘴 𝘰𝘧 𝘐𝘥𝘦𝘯𝘵𝘪𝘵𝘺: 𝘌𝘶𝘳𝘰𝘱𝘦𝘢𝘯 𝘏𝘪𝘴𝘵𝘰𝘳𝘺 𝘢𝘯𝘥 𝘛𝘳𝘢𝘥𝘪𝘵𝘪𝘰𝘯' (𝘈𝘳𝘬𝘵𝘰𝘴, 𝘈𝘶𝘨𝘶𝘴𝘵 10, 2026).

  • “Este é o nosso propósito: dar o maior significado possível a esta vida que nos foi concedida… viver de tal forma que nos possamos orgulhar de nós próprios, agir de tal forma que uma parte de nós perdure após a nossa partida.” — Oswald Spengler

  • “A religião do bezerro de ouro é a doença grave que tudo abarca e prospera em todas as coisas, uma religião da qual sofre o nosso mundo civilizado atual e, na verdade, toda a humanidade. É como uma epidemia devastadora, um veneno devorador que aflige todos os povos da Terra.” Gottfried Feder, Manifesto para Romper as Correntes da Usura (1919)