Escrita Criativa
СтатистикаDicas de escrita e de publicação para você assumir para si o desejo de se tornar uma escritora/escritor.
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Nossas leituras são caminhos imaginários. Modos de sonhar. Uma dilatação da vida. Desprovido delas, afogamos na realidade, ofuscados pela macilência do pragmatismo e por uma crescente miopia. Chegou o momento da retrospectiva. Eis as melhores leituras de 2024: https://escritacriativa.net.br/melhores-leituras-de-2024/
😊 🛑💡 🔐 CLUBE DO ENSAIO: PENSAR O MUNDO PELA ESCRITA 😊 🛑💡 🔐 A formação terá duração de seis meses e será uma verdadeira imersão nos livros e nos modos de escrever livros de não ficção. Para participar, recomendo que participe do primeiro encontro do Clube do Ensaio, um seminário aberto na segunda-feira da semana que vem, dia 25/11, às 19h. Nesta noite, abriremos as inscrições. Apenas aqueles que estiverem presentes poderão participar em condições imperdíveis. Inscreva-se agora para não perder o encontro e saber mais sobre a formação! Clique aqui: https://escritacriativa.net.br/escreverparapensar/
Existe um gênero literário sub-explorado por autores brasileiros e que está revolucionando o mercado dos livros em todo o mundo. Vários editores com quem conversei estão à procura de bons originais deste gênero. Você já deve ter lido algum de seus livros: trata-se da não ficção. Nos últimos anos, ele tem ocupado pelo menos metade da minha lista de leituras. A não ficção entrou cedo no meu percurso. Eu o defendi no mestrado e no doutorado em Psicologia da USP. Fui finalista pelo Jabuti em 2013 com um livro de ensaios reunidos, organizados por mim e publicados pela Edições Sesc, o Tertúlia: o autor como leitor. Meu último livro, Baleias no Deserto: o corpo, o clima, a cura pela terra, é um ensaio. Há anos que me escrevem, pedindo que ofereça esta formação. Diante de uma demanda de participantes da comunidade Escrita Criativa que não querem esperar o ano novo para aprimorar a sua escrita, aproveitamos a efeméride comercial da Black Friday e anunciamos o lançamento de uma formação totalmente nova no canal.
https://open.spotify.com/episode/2PXzrHVFCk8ntN79VBWr4F?si=ac17d716e5304448
Me chamou a atenção, desde que estudei para escrever o meu livro mais recente, Baleias no Deserto: o corpo, o clima, a cura pela terra, a discrepância enorme entre a sofisticação do nosso conhecimento filosófico, científico e social sobre a era de extinção em massa em que vivemos e o modo como um grande público, o eleitor e o político tratam desse assunto. Isso diz respeito a tudo, e é um grande desafio no ensino e na literatura. Me parece que estamos falando de espaços afetivos e discursivos completamente diferentes e que se comunicam muito pouco. Se o mundo fosse uma escola, é como se estivessem tocando fogo nas carteiras enquanto estamos discutindo a ordem dos parágrafos de um panfleto sobre a cultura de paz. Não estamos à altura desse desafio. Não estamos à altura do nosso tempo. Não é à toa que estejamos pensando tanto a ideia de inteligência. Vieses cognitivos, inteligência das espécies e inteligência artificial. Você já reparou como estamos falando em inteligência na última década? Ao que parece, estamos buscando fora a inteligência que supostamente falta à nossa espécie. O que está acontecendo que, na era da comunicação, nunca estivemos tão embotados e tão divididos? Clique abaixo para escutar no Spotify 🎧 ⬇️💭✍🏼
Entre a ficção e a não-ficção, a prosa encontra na crônica um gênero privilegiado. Breve e ambulante, ela assume muitas formas, como a do ensaio ágil, o diálogo textual, a observação singular. 🎧▶️✍🏼📖 Clique abaixo para escutar o novo episódio de Prelo: https://open.spotify.com/show/0av5CYCnkcjeOTRsaCtIsu?si=1ddbc5c5b2384a45
Já há muito que se afirma que o perfeccionismo é uma conduta defensiva, a relação com uma ideia imaginária ao mesmo tempo cruel, ineficaz e excessiva. O perfeccionismo na criação literária é uma receita para a paralisia e o constrangimento, para um relacionamento obra-autor-meio literário submisso e humilhante. O perfeccionismo, no fim das contas, não sabe o que quer. É a hipnose exercida pela miragem. Um sintoma neurótico. Cumpre, contudo, desenhar uma diferença. Se o perfeccionismo é um obstáculo ao fazer criativo, há, sem dúvida, uma inquietação artística que precisa permanecer. A esta inquietação, podemos dar o nome de iteração. Do Houaiss, "processo de resolução de uma equação mediante operações em que sucessivamente o objeto de cada uma é o resultado da que a precede". A iteração é, em outras palavras, uma insistência benigna, uma investigação vertical. A iteração não se contenta com a primeira versão. Com o primeiro sentido, a primeira solução de qualquer problema. Ela insiste. Ela quer entender. Aborda o problema por todos os seus ângulos. Encontra outros depois de uma noite bem dormida. Deixa que o corpo todo se ocupe de uma matéria, impregna-se com sua complexidade. Faz perguntas e mais perguntas às primeiras. A iteração é diferente do perfeccionismo, porque não trata de miragens. O perfeccionista sonha com a escultura perfeita. A iteração tem o cinzel e o martelo nas mãos. O perfeccionismo devaneia com o dia em que tudo estará concluído. A iteração não perde tempo com isso e tem os olhos no presente. O perfeccionismo busca a iluminação; a iteração vai lavar os pratos. A insistência do trabalho abdicou há muito das miragens. Ela transforma a ansiedade numa curiosidade. É a postura de Miró descrita no ensaio de João Cabral, um "saber-não-chegar". Para isso, precisamos abdicar da perfeição. Precisamos de prazer, de uma inquietação calma. É por isso que a iteração combina tão bem com o conceito de wabi-sabi asiático, sua aspereza, sua simplicidade, sua modéstia e austeridade. Marcas de chuva, marcas do uso, a irregularidade das rochas, a madeira escurecida pela água – tudo isso carrega uma serenidade alheia às obsessões plásticas dos liftings, implantes e aberrações de uma arte de inteligência artificial, da obsessão pela juventude que é ela própria decadente. Não há pressa. Temos todo o tempo do mundo. Na gramática universal, o tempo é infinito. A única coisa para a qual sempre faltará tempo é na ilusão de viver nos medos e expectativas de um futuro inalcançável, de uma quimera cheia de patas.
Você enfim encontrou um tempinho na agenda para escrever. Faltam poucos minutos para as nove, e você se alegra diante da perspectiva de poder dedicar as próximas duas horas na elaboração de seu livro. Pouco antes de iniciar a sessão, enquanto termina de tomar o café, você resolve verificar a caixa de entrada do seu endereço eletrônico. E lá encontra a mensagem de um colega que te deixa preocupado. Ele precisa que você assine um documento, ou que você revise determinado formulário. Você fecha o seu navegador, mas percebe que a atenção e a disponibilidade mental não são mais a mesma de há pouco. A escrita disputa a atenção com os incêndios que precisa apagar. A corrente de pensamentos o conduz a uma conversa da véspera, e você passa a ruminar acerca de uma reação inamistosa que te deixou magoado. Passados cinquenta minutos, percebe que a escrita avançou pouco. Pior: você sente que não está se divertindo como imaginou que estivesse. Para se distrair, decide (será esse o verbo? a coisa está mais para uma reação impensada) apanhar o celular. Abre o Instagram e o primeiro post que surge é o de um bombardeio. Crianças feridas, mulheres aos prantos entre os escombros. Aquilo te leva para outro lugar. Você pensa nos rumos que o mundo está tomando. Na barbárie, no desatino humano. Neste momento, o seu romance vira um murmúrio, uma imagem distante. Você resolve tomar um banho para desanuviar. O banho, claro, demora mais do que o esperado (devanear debaixo da água quente é fácil, afinal), e você percebe que faltam apenas vinte e cinco minutos para o fim da sua janela de escrita. Ou seja: nada. Resignado, você abre de novo o seu navegador para resolver aquela pendência. A vida não espera. O que foi que aconteceu aí? Como compreender a oscilação entre disponibilidade e preocupação, e os estados mentais da escassez e da abundância? No episódio de hoje, de Prelo, trago algumas noções da psicologia da escassez para que possamos compreender melhor aquilo que estimula – e inibe – nossos projetos mais importantes. Clique aqui para escutar: https://open.spotify.com/episode/50sAhJokwnQyCLl4z5fpo0?si=bfec4ac8a20f42a9
Ou clique abaixo para assistir no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=GPOMq5ckOzY
Clique no link para escutar no Spotify: https://open.spotify.com/episode/6XiNO1kTWdvq1anAxEmJ5O?si=abd4a262b58b49f0
Em julho passado, durante o recesso de Prelo, viajei em lua-de-mel. Foi um livro que escolheu o destino da nossa viagem. O que vivemos, dentre muitas outras coisas, foram as entrelinhas deste livro. A viagem foi uma experiência literária. O livro remeteu a outro, e a outro. E este fio entre leituras, esta conversa entre os livros, foi conduzida pela batuta da leitura, movida por um pathos específico deste leitor. Podemos ler livros ditados por interesses acadêmicos/profissionais. Podemos deixar que a pauta do mercado, das promoções, da internet nos leve de um lado a outro. Ou podemos fazer da leitura uma pesquisa para a escrita. Podemos fazer do diálogo com os livros uma espécie de autoanálise. É o que eu chamo de biobibliosofia. Ou de bibliobiografia. Conceitos-jogos de uma filosofia da proximidade, um diálogo com o mundo mediado pelas páginas, um tensionamento da vida para uma curiosidade íntima. Neste novo episódio de Prelo, desenvolvo esta descrição, e trago um estudo de caso que liga leituras de estilos tão díspares como Fitzgerald, Annie Ernaux, Édouard Louis e Didier Eribon.
Na vida, como na literatura, o caminho que liga um ponto A a um ponto B não é nunca uma linha reta. Toda pessoa que um dia descobriu o seu propósito, em algum momento não soube o que fazer. Perder-se é condição para se achar. Da mesma maneira, se você quer encontrar a sua voz – seu estilo, seus temas, sua marca única e indelével –, talvez você precise começar pelo não-saber. Perder-se, nesse sentido, significa abrir mão dos roteiros pré-estabelecidos e dos lugares comuns, de todos os clichês e de todas as fórmulas. Significa banalizar o sagrado e sacralizar o banal. Significa habitar um tempo da infância e das estações. Por isso, hoje, meu convite é para a poesia. A poesia como o caroço da linguagem. A poesia como caminho. Como arte marcial. Como revolução interna. Hoje, terminam as inscrições para a nova turma da imersão online em poesia, Mínima Linha Infinita. Se este é o seu caminho, clique aqui embaixo: https://bit.ly/linhainfinita-tg
Clique aqui para escutar no Spotify 🎲 🔴 🔥 🎙️ ✍🏼 😃 Ou aqui para assistir à conversa no YouTube 🏜️ 🔴 🔥 🎙️ ✍🏼 😃 Bia Nunes de Sousa é editora, tradutora e produtora de conteúdo com mais de 20 anos de experiência. Atualmente trabalha na Editora Vestígio, do Grupo Autêntica, onde é responsável pela prospecção e produção dos livros de autoconhecimento e divulgação científica. É formada em Direito pela PUC-SP, com especializações em Língua Portuguesa e Literatura pela Unip e Gastronomia, História e Cultura pelo Senac-SP. E para adquirir o livro, CLIQUE AQUI. Um abraço! Tiago
Chegou o dia! A nova temporada de Prelo está no ar. 🎙️ ✍🏼 😃 Depois de três meses de um recesso fértil e necessário, de viagens, leituras, conversas e silêncio, retorno com a saudade e a alegria de reencontrar uma grande amiga, um grande amigo. A imagem não é casual nem gratuita. Se há algo que venho nutrindo com você e o restante da comunidade, é uma conversa sempre em andamento sobre fenômenos às vezes pouco evidentes, muito sutis sobre o processo de criação. É algo íntimo, sem dúvida, um método da proximidade em relação às coisas (um método "literário" de conhecer o mundo? talvez). Para além da transcendência dos conceitos e das ideias abstratas, de como o ofício da escrita vale como uma revolução imperativa e generosa, de apropriação do que nos é próprio. Na nova temporada, seguiremos conversando sobre processos criativos, o ofício da escrita e os meandros da publicação. Quero dividir com você alguns sistemas, insights e achados sobre segredos da ficção, da alquimia das palavras e de como criar um ambiente inventivo, saudável, rico em ideias e associações. Um ambiente no qual você vai poder fazer da escrita um instrumento de subjetivação, uma ferramenta de reflexão, de contemplação, de equilíbrio. A literatura é uma abertura para aquilo que há de mais elaborado no encontro entre a história íntima e social. E no Prelo, seguimos reunindo, como dois rios que se encontram, a escrita e a psicologia da criação. É o diálogo incontornável entre o processo e a obra, o que vemos e o que não podemos ver, mas que exerce efeito sobre nós. No episódio de hoje, converso com a Bia Nunes de Sousa, editora da Vestígio, que publica grandes obras como Nação Dopamina, Talvez Você Deva Conversar com Alguém e Foco Roubado, dentro tantas outras. Nesta conversa, falamos sobre uma publicação recente da casa, O lado bom das expectativas, do jornalista da BBC David Robson, um livro que conversa muito com o ofício da escrita, porque investiga o efeito que nossas expectativas exercem sobre o resultado de um trabalho. Vamos discorrer sobre: a. O que é efeito placebo e nocebo na alimentação, controle de stress e força de vontade, e como você pode fazer para operar segundo estes conhecimentos para escrever mais e melhor; b. Os efeitos fisiológicos – mensuráveis, portanto –, causados pela ideia que fazemos das coisas. De como doenças imaginárias podem ser tão mortíferas quanto as verdadeiras; c. Dicas e orientações para você que pretende enveredar pela não-ficção e escrever uma obra de divulgação científica. O que há em comum entre as obras bem sucedidas do gênero, e o que você pode aprender com elas.
Eu adoro histórias de autores e de como trabalham. E adoro ver como eles podem operar sob métodos tão singulares quanto as suas personalidades. Numa leitura recente, fiquei sabendo que Danielle Steel – todos já ouvimos falar dela – já escreveu 210 livros ao longo da vida. Fui levantar o número exato, mas os sites da internet apresentam resultados distintos. Isso porque como ela publica sete livros por ano, a quantidade depende do mês e do ano de publicação da matéria. Como ela faz isso? Sacrificando totalmente um suposto equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Numa entrevista famosa, ela dizia escrever 20 horas todos os dias. Em alguns dias do mês, conseguia chegar a vinte e quatro horas, como uma médica plantonista. A autora diz passar meses sem usar uma escova de cabelo. Sua comida é entregue no escritório, e é lá que ela faz as refeições. Atrás da sua mesa, ela pregou uma placa que diz: “Não existem milagres. Apenas disciplina.” Quando começa um livro, ela não faz outra coisa até terminar a primeira versão da obra. Sua rotina continua mais ou menos a mesma, mesmo aos 77 anos. “Viva ou morta, faça chuva ou faça sol, chego à minha mesa e faço meu trabalho. Às vezes termino um livro pela manhã e, no final do dia, já começo outro projeto.” Pesquisadores do sono ouvidos pelo jornal The Guardian disseram que ela devia estar superestimando a sua resiliência, que não era possível dormir apenas quatro horas por noite durante meses e anos seguidos e operar com plena capacidade criativa. Outro entrevistado levantava a hipótese de que ela poderia ser um caso raro de pessoa com ciclo circadiano alterado, derivado de um gene modificado. De um jeito ou de outro, ela parece contestar uma teoria – e é disso que se trata o livro O lado bom das expectativas, de David Robson, de onde retirei esta história –, de que a fadiga mental é um dado fixo. Todos já ouvimos falar que a atividade intelectual consome a glicose do sangue, e de outros achados como a fadiga decisória e o esgotamento da força de vontade ao longo do dia. Ao que parece, contudo, nossas crenças exercem tanto impacto em nosso desempenho quanto as horas de trabalho. E há algumas pesquisas incríveis que validam a hipótese. Veronika Job, da Universidade de Viena, na Áustria, é uma das pessoas que investigam como as nossas convicções sobre os recursos do cérebro podem mudar nossa experiência de esgotamento do ego e nossa capacidade de permanecer concentrados por longos períodos de tempo. Fazendo o que gosta, Danielle Steel diz achar absurda a ideia de se sentir cansada. É evidente que ninguém precisa escrever sete livros por ano. E que talvez o seu livro número 39 seja bastante parecido com o livro número 124. Danielle Steel escreve porque gosta de escrever. O impressionante é como, neste ritmo, ela continue inventando histórias sedutoras para os seus leitores. Em nosso tempo, somos vítimas do que Byung Chul-Han chamou de Sociedade do Cansaço. A precarização do trabalho é um fato. Há quem diga que os celulares são responsáveis por nos deixar realmente esgotados. Neste imbroglio, acredito que é sempre bom fazer uma distinção entre experiência do trabalho alienado e do ofício não-alienado (como a escrita). Que estamos tão condicionados à fadiga do labor sem sentido que às vezes julgamos encontrá-la no momento em que buscamos a nossa paixão. Pessoalmente, eu jamais tentaria algo parecido a vinte horas diárias de escrita. Mas a pesquisa de Job e o caso de Steel nos fazem cogitar que, se uma mulher de 77 anos consegue escrever sete livros em um ano, talvez todos sejamos capazes de concluir a primeira versão de um livro no mesmo período, sem perdermos nossos banhos diários e uma boa dose de vida social. IMPORTANTE: Semana que vem, quinta-feira, damos início à nova temporada de Prelo! 😊 🛑 🔉 E seguiremos nessa conversa: como mobilizar as nossas reservas mentais inexploradas e superar a tendência a nos subestimarmos. Aguarde! Um grande abraço! Tiago
Depois da intensidade dos últimos dias, esta semana foi de depuração. Recebemos os novos participantes do curso e abrimos os trabalhos. Arrumamos a casa depois desta bela celebração. Voltei a escrever todas as manhãs dentro do meu enquadre estabelecido: acordar às sete, escrever das oito ao meio-dia. Repetir isso todos os dias da semana. Para mim, retomar a rotina é como embarcar numa viagem de um longo tempo sem sair de casa. Para você que me acompanha, que prossegue em seu propósito de escrever, receba o meu abraço. Obrigado por participar da Semana do Romance e por integrar esta comunidade. Seguimos juntos!
Estamos aguardando do lado de fora... (+ BÔNUS SURPRESA DO ÚLTIMO DIA) Você consegue ver? Estamos na frente de sua porta, com um embrulho pardo nas mãos. É um presente para você. 🎁 O que há dentro do embrulho? Já te conto. É que estamos a menos de seis horas de encerrarmos as inscrições – às 23h59 de hoje, as portas de acesso à nova turma do curso A Preparação do Romance estarão encerradas. Começamos as atividades na próxima segunda-feira, dia 19 de agosto, quando toda a atenção e energia serão dedicadas aos autores participantes do curso. Porque sabemos como é estar em um grupo engajado e disposto, um grupo colaborativo onde a troca e o entusiasmo nos ajudam a seguir no percurso. Ali, todos queremos uma coisa: escrever um romance. Para muitos de nós, que trabalhamos entre as quatro paredes de um isolamento compenetrado, é mais que um alento – é algo que dê força aos nossos propósitos. Talvez a hesitação que você sinta neste momento seja uma dúvida em relação a si mesmo, e é por isso que estamos diante de sua porta, com um embrulho pardo e seu nome escrito. É o seu bônus surpresa do último dia: o Minicurso Bolsas de Criação. 🔥 🔥 👉🏽 👉🏽 👉🏽 Clique aqui para se inscrever: https://bit.ly/ocaminhodoromance-wpp Ele contém este minicurso: são três aulas imperdíveis e um PDF com o projeto Dionísio em Berlim, de Tiago Novaes, contemplado com a bolsa ProAC de incentivo à criação literária em prosa. Uma bolsa nos estimula a escrever. É uma chancela. E todos os meses, são dezenas de pequenas e grandes premiações e bolsas, residências, participações em antologias que você pode concorrer para estimular o seu movimento autoral. O Tiago é um obcecado por projetos: já recebeu diversas bolsas para elaborar os seus livros, e por isso pode dizer que existe um método de elaboração. E como ele revela a íntegra do seu projeto vencedor, você tem a chance de entender os passos e os pormenores de um bom projeto. Foram vários os participantes do curso que se valeram deste bônus para obter as suas bolsas. O Bolsas de Criação vai te ajudar a: ✅ Definir um roteiro e uma estrutura de projeto; ✅ Entender o que buscam os jurados de uma bolsa de criação; ✅ O que você deve evitar a qualquer custo, e o que não pode faltar num projeto. Este é mais um presente para você, que será oferecido no segundo mês do curso. O que acha? Agora é para valer. Estamos te entregando o presente. Em algumas horas, vamos seguir viagem. Ele terá muitas etapas. Cruzará uma variedade insondável de paisagens. Esta é a sua chance. 🔥 🔥 👉🏽 👉🏽 👉🏽 Clique aqui para fazer a inscrição: https://bit.ly/ocaminhodoromance-wpp Abraços!
A Preparação do Romance fecha em 3... 2... 1... 🔥🔥🔥 Chegou o dia. O dia de dar o passo adiante. De destrancar uma porta importante que aguarda, impaciente, para ser aberta. Hoje se encerram as inscrições da nova turma do curso A Preparação do Romance – Formação Integral. Não haverá prorrogação, até porque desejo dar a devida atenção aos escritores participantes. Encerramos HOJE as inscrições, quinta-feira, às 23h59. Como havia dito na apresentação: o que te trouxe até aqui não é o suficiente para te levar até lá. E uma verdade que vou desenvolver no curso: a confiança nasce da escrita, e não o contrário. Por isso, espero mesmo que você não perca essa chance. 🔥 🔥 👉🏽 👉🏽 👉🏽 Clique aqui para fazer a inscrição: https://bit.ly/ocaminhodoromance-wpp Nos vemos do outro lado? Grande abraço!
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Vanessa Molnar, Myriam Scotti, Eury Donavio, Itamar Vieira Jr., Tina Vieira, Deborah Dornellas. Sabe o que estas pessoas têm em comum? 🤔 São todos romancistas publicados e premiados. De origens diversas, em algum momento elas se sentaram para escrever. E levaram o projeto adiante. Deste gesto, multiplicaram-se outros. Vanessa Molnar ganhou o Prêmio Nacional CEPE de Literatura 2019, na categoria romance com seu “A importância dos telhados”. Myriam Scotti obteve o Prêmio Cidade de Manaus em 2020 como melhor romance com seu “Terra Úmida”. No ano anterior, quem venceu o mesmo prêmio foi o Eury Donavio. A Deborah Dornellas ganhou o Casa de las Americas e foi traduzida para outros idiomas. Tina Vieira foi publicada pela Quelônio, uma editora de curadoria fina daqui de São Paulo. O Itamar Vieira Jr. ganhou diversos prêmios e seu livro “Torto Arado” logo alcançou a lista dos mais vendidos em todo o país. Outra coisa que existe em comum entre eles: eles buscaram uma formação e foram participantes de cursos de escrita com Tiago Novaes. Em algum momento, eles se decidiram: "Quero muito isso. E não preciso estar sozinha ou sozinho. E posso me beneficiar de uma turma, de um diálogo." Escritores vicejam em comunidade. Penso no movimento das mulheres escritoras dos últimos anos, do grupo dos mineiros Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Otto Lara Resende, ou dos poetas Mario Santiago e Roberto Bolaño na Cidade do México. Elena Ferrante (pseudônimo de Anita Raja) forma uma comunidade com o seu marido, Domenico Starnone, ambos tremendos autores, assim como Lygia Fagundes Telles, que foi casada com Paulo Emílio Salles Gomes. Você já leu as cartas que Clarice trocava com Fernando Sabino quando escrevia o seu “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres”? Para escrever o seu romance, talvez você precise disso: da simplicidade do diálogo. De fazer parte. De outras pessoas que valorizam o que você valoriza. ✍🏻 O bônus de participação do grupo exclusivo do curso A Preparação do Romance tem um valor inestimável. Ali, além das aulas da plataforma virtual, você encontrará com o Tiago todas as semanas ao longo de um ano, em um espaço de oficina, diálogo e formação. A escrita se faz só, mas não precisa ser solitária. E pode contar com ajuda, mesmo que invariavelmente vá escrever um livro só seu e desenvolver o seu próprio estilo. Esta é a boa notícia: você não precisa deduzir tudo sozinha/sozinho, não precisa inventar a roda. Há uma tradição de práticas de todos os criadores que vieram antes de nós. E você PODE e DEVE valer-se dela. E se não estiver quebrando a cabeça para inventar a roda, poderá estar livre e desimpedido para inventar o seu romance. ➡️➡️➡️ Clique no link para participar agora. A turma já está se apresentando: https://bit.ly/ocaminhodoromance-wpp Um abraço e nos vemos lá dentro!