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СтатистикаPra você não perder nenhum curso da Brava 🔥🔥 Nessa lista de transmissão vamos compartilhar conteúdos que contribuam com a nossa comunidade, trazendo informações, dicas e todas as novidades sobre os cursos abertos por aqui 😻
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O curso “Psicologia Africana/Afrodiaspórica e o conceito de pessoa” parte de epistemologias africanas e afro-diaspóricas para refletir sobre outras concepções de pessoa, em que a existência não se limita ao indivíduo, mas se constitui nas relações com a comunidade, com a ancestralidade, com a terra e com as forças que sustentam a vida. A partir de conceitos como Ori, Muntu e ancestralidade, discutiremos perspectivas que compreendem a subjetividade para além dos limites do sujeito moderno ocidental, interrogando as bases filosóficas da própria psicologia. Informações: 15 AGOSTO | 10H - 13H é totalmente on-line, ao vivo e fica gravado contribuições conscientes, bolsas disponíveis INSCRIÇÕES
De ex-mulher as masculinidades embucetadas, como uma experiência se transforma em uma categoria? Durante muito tempo, palavras como butch, homem trans, transmasculino, masculinidade feminina ou masculinidade embucetada nos ajudaram a aparecer no mundo. Deram nome a experiências antes invisibilizadas, permitiram encontros, produziram comunidades e abriram caminhos para reivindicar direitos. Mas toda categoria também produz limites. Toda linguagem organiza a realidade e, ao mesmo tempo, deixa algo escapar. Este minicurso experimental de Taliboy nasce de mais de quinze anos de práticas visuais urbanas, pesquisa em Artes e participação nos ativismos transfeministas, antirracistas e LGBTQIAPN+ para compartilhar alguns dos principais des-entendimentos sobre as linguagens que usamos para nomear nossas experiências. Inscrições pelo link da bio! 10+11+12 AGOSTO | 19H - 21H on-line, ao vivo e fica gravado, bolsas disponíveis! INSCRIÇÕES
Como as normas de gênero e sexualidade atravessam a experiência escolar, produzindo despertencimentos, exclusões e desigualdades? Em um cenário marcado pelo avanço dos discursos antigênero e pelos ataques à educação democrática, é preciso compreender que as discussões sobre gênero e sexualidade são uma demanda urgente para a construção de escolas comprometidas com a proteção da vida, dos direitos humanos e a justiça social. Este curso aborda a a constituição histórica das categorias de gênero e sexualidade, os impactos das normas cisheteropatriarcais na educação e as formas como diferentes marcadores sociais como raça, classe, deficiência e território atravessam as experiências de estudantes e profissionais da educação. 06 + 13 + 20 AGO | 19H30 - 21H30 totalmente online, ao vivo e fica gravado INSCRIÇÕES
GRATUITO!! O que significa pensar a psicanálise no Brasil? Que particularidades emergem quando se trabalha a psicanálise a partir da experiência de um território colonizado? De que modo a psicanálise nos ajuda a escutar os efeitos da colonização? A partir do diálogo entre os quatro conceitos fundamentais da psicanálise (transferência, repetição, inconsciente e pulsão) e a obra de Frantz Fanon, este aulão de Kwame Yonatan - psicanalista, pós-doutor pela USP e doutor pela PUC-SP - investiga como colonialismo, racismo e branquitude atravessam a clínica e a constituição da subjetividade, refletindo sobre os desafios de uma escuta psicanalítica comprometida com a experiência histórica e social do Brasil. Inscrições GRATUITAS 05 DE AGOSTO | 19H - 21H totalmente online, ao vivo e fica gravado INSCRIÇÕES
Como produzir uma prática clínica capaz de acolher, sustentar e desejar a diferença? Este curso propõe uma investigação crítica dos imaginários coloniais e de seus desdobramentos na constituição da subjetividade e na prática clínica contemporânea. Partindo da crítica ao pensamento moderno-colonial, analisaremos como concepções de corpo, alma, razão, desejo e diferença foram produzidas historicamente e constroem formas de escuta e intervenção clínica. Nosso percurso contará com referencias teóricas como Frantz Fanon, Grada Kilomba, Audre Lorde, Gloria Anzaldúa, Shirley Anne Tate e Neusa Santos Souza Informações: 03 + 04 AGOSTO | 19H -21H totalmente online, ao vivo e fica gravado, contribuições conscientes, bolsas disponíveis INSCRIÇÕES
Como a sapatonices e lesbianidade tem sido experenciada e elaborada fora da categoria mulher? Chega mais pra essa conversa que tensiosa os limites das identidades e do que se entende por gênero e sexualidade 🔥 Nesse encontro, vamos juntes com Ju Motter buscar construir coletivamente reflexões sobre formas éticas de vivências e experiências das lesbianidades e sapatonices que acolham sujeites que se reconhecem fora da cisgeneridade, reafirmando o compromisso com a construção de alianças e redes de solidariedade para imaginar e criar novos futuros! Informações: 30 JUL | 19H - 22H Online, ao vivo, gravado, bolsas disponíveis sempre INSCRIÇÕES
Mulheres negras no mercado editorial, com Cidinha da Silva! No livro "Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras: nós e os livros", Cidinha da Silva investiga as tensões, armadilhas e insurgências que atravessam a experiência de escritoras negras no mercado editorial. Essa é uma obra que confronta o mercado editorial e a sociedade literária brasileira, recusando o lugar estreito que historicamente destinam às mulheres negras. Porque o futuro, afirma a autora, não é a promessa abstrata da inclusão, mas as asas abertas das mulheres negras que ousam escrever, criar e insurgir. Neste encontro, convidamos o público a pensar sobre os processos de escrita, circulação e recepção de obras no mercado literário, destacando a potência da experimentação estética e da construção de novos imaginários como formas de enfrentamento e subversão. 28 JULHO | 19H - 21H totalmente online, ao vivo e fica gravado INSCRIÇÕES GRATUITAS
O que aconteceria se a ideia de gênero binário fosse implodida? Diante das arquiteturas hegemônicas do gênero e do contexto de proliferação de políticas anti-trans, a não-binariedade tem sido atravessada por diversas dúvidas e polêmicas que colocam suas fronteiras em disputa. Comumente definida como um termo guarda-chuva de identidades que não são exclusivamente “homem” ou “mulher”, a não-binariedade também pode ser entendida como uma política de negatividade radical para a construção de novas realidades. Sem a pretensão de formular ou reproduzir verdades inquestionáveis, a proposta deste curso é a criação de um espaço de trocas sobre experiências e reflexões relacionadas às especificidades da não-binariedade como parte do exercício histórico e cotidiano de pirar em arquiteturas menos cartesianas do gênero, ou, ainda, de fazer ruir essa obra colonial. 27+29 JULHO | 19H - 21H30 online, ao vivo e fica gravado, contribuições conscientes, bolsas disponíveis! INSCRIÇÕES
Hoje acontece um encontro do GELEN – Grupo de Estudos Literários em Escrituras Negras, onde nos reuniremos para refletir sobre uma das intelectuais mais importantes do pensamento negro brasileiro: Beatriz Nascimento. Sua obra nos convida a revisitar a história a partir das experiências negras, reafirmando a importância da ancestralidade, da luta coletiva e trazendo um novo lugar para olhar a escrita da história. Nossa discussão será conduzida a partir do texto “Historiografia do Quilombo” e do documentário Orí, obras fundamentais para compreender o quilombo para além de um espaço de resistência do passado. Um convite para ler escrituras negras em coletivo e aprofundar debates. ✊🏾📚 26 JULHO | 14H - 16H é on-line, ao vivo e fica gravado, GRATUITO, contribuições voluntárias! INSCRIÇÕES
“A experiência de ser negro num mundo branco é algo intransferível” [Abdias Nascimento] O objetivo desse curso é analisar a banca de heteroidentificação no fio da navalha: entre a necessidade histórica de proteger as políticas de ação afirmativa e a violência simbólica de ter a negritude aferida sob a ótica da branquitude. O curso mira os corpos negros que tangenciam o olhar genérico, isto é, sobre aqueles que o racismo brasileiro tenta apagar por não se enquadrarem no negro imaginado pelo branco. É sobre tensionar esse olhar que anula a complexidade do tornar-se negro e ignora o processo violento de miscigenação que marca a Diáspora no Brasil. 26 JULHO | 10H - 13H totalmente online, ao vivo e fica gravado, contribuições conscientes, bolsas disponíveis! INSCRIÇÕES E + INFOS
"A disciplina é Império." Katherine McKittrick Em "Querida ciência e outras histórias", Katherine McKittrick apresenta um estudo criativo e rigoroso das metodologias negras e anticoloniais. Apoiada nos estudos negros, nos estudos raciais, na geografia cultural e no feminismo negro — assim como em uma mistura de métodos, práticas de citação e referenciais teóricos —, a autora posiciona tanto as narrativas, quanto as histórias negras como estratégias de invenção e colaboração. Hoje acontece um bate-papo sobre metodologias negras, pensamento anticolonial, produção de conhecimento, práticas de pesquisa e os diálogos que Querida ciência estabelece com debates contemporâneos no Brasil. Com Caio Silva do Carmo e Maria Luiza de Barros, tradutores da obra e mediação de viníciux da silva. 23 de julho, das 19h as 21h Online, ao vivo, gravado, GRATUITO! INSCRIÇÕES
De que modo as produções hegemônicas estão intrinsecamente ligadas à autoridade racial? Como o privilégio da fala é negado às pessoas negras e seus modos de produção de saberes são frequentemente invalidados? Este curso tem como objetivo apresentar e discutir a perspectiva de pensadoras negras como Denise Ferreira da Silva, Grada Kilomba, bell hooks e Patricia Hill Collins sobre conhecimento, poder e colonialidade. A partir dessas autoras, buscamos pistas teóricas para a descolonização dos saberes e a construção de narrativas que questionem os paradigmas hegemônicos do conhecimento. 20 + 21 JULHO | 19H - 21H totalmente online, ao vivo e fica gravado contribuições conscientes, bolsas disponíveis! INSCRIÇÕES
nesse sábado acontece o curso "as armadilhas da representatividade na literatura infantil: raça, gênero e mediação literária crítica" tatiana nascimento e gabriella sampaio conduzem um laboratório de leitura e análise de livros infantis com personagens racializadas, especialmente negras. serão apresentados tanto livros de autorias racializadas (negras, indígenas, asiáticas) quanto de autorias brancas. para pessoas educadoras; contadoras/es de história; mães, pais e outras pessoas cuidadoras de crianças; estudantes de pedagogia e de licenciaturas, o curso “armadilhas da representatividade na literatura infantil” também pode interessar ao público em geral por abordar temáticas sociais urgentes. chega junto!!! inscrições pelo link da bio! 18 JULHO | 10H - 14H totalmente on-line, ao vivo e fica gravado contribuições conscientes, bolsas disponíveis INSCRIÇÕES
Laboratório de Experiências Trans Não-binárias A conquista da alteração do registro civil costuma ser apresentada como ponto de chegada. Mas o que acontece depois disso? Este laboratório busca ampliar essa reflexão, propondo um espaço de encontro, escuta e construção coletiva de conhecimento a partir das experiências de quem ousa desafiar os critérios de acesso à (cis)dadania. Convidamos pessoas trans não-binárias e demais interessadas a transformar experiência em reflexão, memória em conhecimento e vivência em análise crítica. GRATUITO 14 + 16 JULHO | 19H - 21H totalmente online, ao vivo e fica gravado contribuições voluntárias INSCRIÇÕES
Pessoas trans, lésbicas, sapatonas, bichas. Pessoas mais velhas, negras, indígenas. Esses e outros grupos foram convencidos de que a universidade não era um lugar para estar — e, caso estivessem lá, seriam invisíveis. O modelo de produção e reprodução científica que utilizamos foi estruturado por e para homens brancos, cisgêneros e heteronormativos, e ainda hoje sabemos que se sustenta através de violências naturalizadas. Parte desse projeto é fazer com que pessoas que não estão dentro desse grupo acreditem que conseguem escrever por uma suposta falta de comprometimento individual. Nesse encontro Tolegí aborda o bloqueio de escrita a partir de uma perspectiva histórica, política e afetiva. A proposta é compreender como as estruturas sociais moldam nossa relação com a produção textual e criar um espaço de reconhecimento e autorização de voz no discurso acadêmico. 09 JUL | 19H - 21H totalmente on-line, ao vivo e fica gravado, contribuições conscientes, bolsas disponíveis! INSCRIÇÕES
Você sabe o que é homonacionalismo? e Pinkwhashing? Como a cooptação de pautas LGBTQIA+ podem ser instrumentalizadas para justificar um genocídio? Fazer essa investigação é a proposta do aulão “HOMONACIONALISMO: Pinkwashing, montagem terrorista e questões palestinas”, idealizado e facilitado por Ian Habib. Nesse curso vamos apresentar o tema do homonacionalismo, partindo de Montagens Terroristas, de Jasbir K. Puar, para então discutir o tema do pinkwashing (lavagem rosa) em Sam Bourcier e outras autorias, relacionando a luta por direitos sexuais ao contexto da Palestina/Israel. A metodologia será expositiva e o campo de estudos do curso são os Estudos Queer, as críticas Queer of Color e os Estudos Coloniais. 07 JULHO / 19H - 22H Online, ao vivo, gravado, bolsas disponíveis INSCRIÇÕES
Por que a civilização ocidental precisa fragmentar os corpos para se manter de pé? Gênero e raça não são apenas rótulos: são tecnologias de dominação que se atualizam todos os dias. Este curso propõe um mergulho crítico nas estruturas de poder que utilizam gênero e raça não apenas como simples “rótulos”, mas como tecnologias de dominação fundamentais para o projeto colonial, que assume sempre novas atualizações. partindo de autorias como Marimba Ani, Oyèrónké Oyěwùmí, Cheikh Anta Diop, Nego Bispo, Ailton Krenak e Apocalypse Cuier, vamos refletir sobre como o projeto colonial europeu instituiu uma ideia universal de humano fundada na exclusão, na cisheteronormatividade, na racialização e na separação entre humanidade e natureza. Informações: 06+08+13+15 JULHO | 19H30 - 21H30 totalmente on-line, ao vivo e fica gravado contribuições conscientes, bolsas disponíveis INSCRIÇÕES
Nesse final de semana começa o curso "Migração, raça e gênero: a produção colonial das diferenças", com idealização e facilitação de Rima Awada Zahra, Mariana Bassoi Duarte, Bruna Kadletz e Suzana Duarte Santos Mallard. Quais estruturas históricas, políticas e econômicas produzem os deslocamentos do nosso tempo? Quem produz as condições que obrigam milhões de pessoas a abandonar seus territórios? Quem lucra com fronteiras cada vez mais militarizadas? E por que determinados corpos encontram mais obstáculos para circular do que outros? Como tudo isso aparece na escuta clínica? Esse ciclo de aulas parte da compreensão de que os deslocamentos contemporâneos não podem ser separados da história do colonialismo, do racismo, da exploração econômica e das desigualdades globais. 04+05+11+12 JULHO | 10H - 12H totalmente online, ao vivo e fica gravado contribuições conscientes, bolsas disponíveis INSCRIÇÕES
estratégias coletivas para atravessar o fim do mundo com abigail Campos Leal todo dia morremos um pouco mais com as notícias, com os acontecimentos. no entanto, aqui e ali, também somos convocadas diariamente a sonhar uma fuga impossível, uma revolta transformadora, ou um descanso gostoso. mas o pesadelo apocalíptico segue nos assombrando. aonde está o meu povo? cadê a minha manada de alienígenas sonhadores? não importa, abigail Campos Leal faz um pacto consigo mesma e roga que nos juntemos a ela: ‘eu vou atravessar toda essa disgraça, e vou te levar comigo!’ a partir disso propõe uma conversa para falar sobre essa angústia e esses sonhos que envolvem sobreviver ao contexto brutal que vivemos. 01 JUL | 19H - 22H on-line, ao vivo, gravado INSCRIÇÕES
Como Jack Halberstam usou um asterisco para marcar uma abertura para a diversidade de experiências das transidentidades? Passear pela sua obra é se propor a um guia específico em sua linguagem e construção, sobre dissidências de gênero! Pode parecer um tento diferente esse asterisco junto com o “trans”, mas esse é um dos temas centrais que Jack Halberstam elabora em seu livro “Trans*: uma abordagem curta e curiosa sobre a variabilidade de gênero”. Para pensar a multiplicidade de experiências dissidentes das normas de gênero, Halberstam faz essa marcação com o recurso do asterisco. Esse aulão-leitura guiada, feito por Ju Motter - doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas na UFBA e integrante da Velcro Choque - é um passeio pelos conceitos e reflexões trazidos por Halberstam nesse livro publicado originalmente em 2017 para pensarmos como as ideias apresentadas podem movimentar os nossos debates hoje ❤️🔥 30 JUN | 19H - 22H Online, ao vivo, gravado, bolsas disponíveis INSCRIÇÕES