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Senso Incomum ⚓️ by Flavio Morgenstern

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  • Em um momento em que Lula lamenta que os EUA tratem o PCC e o CV como organizações terroristas, afiançando que “ficou triste que disseram que nossos criminosos são terroristas” (sic), em que a palavra soberania passa a ser usada para impedir ações internacionais contra essas organizações criminosas e em que os EUA revogam o visto da embaixadora brasileira em Washington, uma reportagem de Diógenes Feitosa nessa Gazeta do Povo mostra que a situação só não está mais tensa por falta de conhecimento. A Operação Omertá, que faz referência ao código de silêncio da máfia (quem colaborar com a polícia, morre), descobriu que o Comando Vermelho está cobrando “pedágio” de R$ 60 mil de políticos com mandato e de R$ 30 mil de candidatos sem mandato para poderem fazer campanha em alguns bairros de Sobral, no Ceará. Além disso, o MPCE e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) descobriram que os criminosos do Comando Vermelho ameaçavam candidatos e tentavam influenciar a escolha dos eleitores. Bem… se estamos falando de um país tão “soberano”, como diz Lula e alguns nacionalistas perdidos unicamente quando têm problemas com a polícia, quem é de fato o soberano? Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/se-o-cv-cobra-imposto-sobre-campanhas-quem-e-soberano-no-brasil/

  • 4 авг.2 2193019

    O imunologista Anthony Fauci, responsável pelas medidas tirânicas que criaram o primeiro ensaio de uma ditadura global no planeta em 2020, testemunhou diante do Congresso americano nessa semana. O homem que sempre dizia que falava “representando a ciência”, e que qualquer crítica às suas ilações pessoais era “anticientífica” e “desinformação” (dois termos que ficaram na moda naqueles anos de imbecilidade coletiva global), preconizando um totalitarismo de escala planetária com imposições arbitrárias como uso de máscaras, distanciamento social, vacinação experimental forçada e lockdowns, respondeu a mais de cem perguntas repetindo as palavras: “Por orientação de meus advogados, recuso-me respeitosamente a responder, com base nos direitos que me são assegurados pela Quinta Emenda à Constituição.” (...) Fauci mentiu sobre as origens do vírus, que o mundo inteiro já presumia que só podia ter sido criado em laboratório (por quem? Com qual objetivo? Quem vai ser punido?), dizendo que tais desconfianças eram “teorias da conspiração” (um termo inventado pela própria CIA para acobertar suas falcatruas, diz-se). (...) Quantos foram punidos por isso no Brasil? Basta se lembrar de um dos capítulos mais autoritários da história brasileira, aquele da CPI da Covid. Começou com a quebra de sigilo mais tirânica da história brasileira, proposta por Alessandro Vieira (que, repentinamente, parece ter se tornado herói da direita para alguns) contra Filipe Martins. Exigiram-se todas as suas conversas privadas e particulares em todas as suas redes sociais, todos os seus e-mails (com ordem para não trocar a ordem das pastas), todas as suas fotos privadas, cópia integral do iCloud, cópia de todos os apps e documentos em todos os meios eletrônicos, histórico de buscas no Google, histórico de geolocalizações, históricos médicos, bancários… enfim, sua vida inteira. Alessandro Vieira argumentou que precisava de tudo isso para saber o que Filipe havia conversado em uma reunião com a Pfizer. Mas nem se deu ao trabalho de convidá-lo, ou mesmo convocá-lo, para explicar. Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo. https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/depois-da-farsa-de-fauci-esta-na-hora-de-colocar-a-cpi-da-covid-no-banco-dos-reus/

  • 31 июл.1 46918

    Povo, infelizmente não teremos a SensoLive hoje. 🙏

  • 29 июл.1 509121

    E a maior parte da fortuna crítica pro Clube de Leitura está no Kindle ali em cima… Vamos falar de Homero lá na Formação Senso Incomum? É só se inscrever e nos encontrar às 19h30! cursology.com.br

  • 28 июл.1 36411

    Você já percebeu que quase todos os nossos problemas já aparecem na Odisséia? Homens que se recusam a crescer. Pessoas que preferem esquecer a realidade a enfrentar o mundo. A eterna tensão entre civilização e barbárie. A sedução de viver apenas para o prazer imediato. A dificuldade de voltar para casa — não apenas geograficamente, mas espiritualmente. Homero escreveu isso há quase 3 mil anos. Talvez nós apenas tenhamos trocado as folhas de lótus pelas redes sociais. No episódio de hoje do Guten Morgen, Flavio Morgenstern percorre alguns dos trechos mais atuais da Odisséia e descobre por que um poema antigo explica melhor o século XXI do que boa parte dos livros escritos ontem. 📖 Assista ao episódio completo. https://www.youtube.com/watch?v=MRFAsfxriDU

  • 28 июл.1 10712

    Anote na agenda.

  • 27 июл.1 14217

    Para meus alunos no meu Clube de Leitura, sempre alerto que literatura não é nem fantasia inconsequente nem historicismo realista. É algo muito superior: é a grande imaginação humana lidando com os limites da existência, a grandiosidade da vida que nem sempre percebemos em nosso cotidiano, nas conversas comezinhas e na banalidade de nossas preocupações apressadas. É exatamente por isso que A Odisseia é tão importante – e, com seus ciclopes, bruxas e sereias, é capaz de nos falar muito mais sobre nossas vidas em 2026 do que as notícias de hoje. Podemos fazer um breve exercício. Um dos problemas fundamentais do mundo atual circunda os jovens – principalmente os do sexo masculino. São eles que parecem perdidos, sem rumo, torrando seu tempo em passatempos sem futuro. Mesmo quando são talentosos, sentimos neles apenas um infinito desperdício de suas faculdades. Observando a mesma ferida aberta pelo prisma da revolução sexual, os jovens do sexo masculino demoram cada vez mais a assumir seus papéis sociais de homens – provedores, protetores, capazes de compreender a alma e o corpo femininos. É exatamente essa adolescência tardia, sem um código de conduta como o da cavalaria medieval, que é o combustível de ideologias ruins, como o feminismo. Continue lendo o artigo completo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/a-odisseia-acontece-neste-momento-em-nossas-vidas/

  • 24 июл.1 4079

    Então, o filme da Odisséia do Nolan... Flavio Morgenstern comenta agora na SensoLive! Mande seus comentários pelo LivePix! https://youtube.com/live/FSzbCd8Sm2Y?feature=share

  • 23 июл.1 341152

    Quando o professor Olavo de Carvalho começou a ter um grande público direto, principalmente graças às redes sociais, muitas pessoas passaram a repetir um dos seus ensinamentos: que a batalha é cultural. Que o nosso dever, além de religioso e moral, era um resgate da alta cultura e um trabalho com os símbolos e a psicologia social transmitidos pela cultura de massa. Que era preciso purificar a linguagem, buscar referências em grandes pensadores (inclusive os de esquerda e demais discordantes) para entender o que outras pessoas refletiram sobre determinado assunto antes de nós. Afinal, a política partidária, a “politização” das massas, era um reflexo imperfeito do que alguns pensadores definiram, muitas vezes a portas fechadas, e nem sempre com muita inteligência e virtude envolvidas. Observando o que ocorreu com aquele movimento “de direita” surgido por volta de 2015 (época da Lava Jato, das tentativas de desmontar o petrolão, das denúncias de corrupção contra o PT, de fazer o povo perceber que estatais inchadas e o pagamento de propina para o centrão, em contratos forjados de consultoria com dinheiro de fundos de pensão, eram um projeto ditatorial etc. etc.), parece que o ensinamento do professor foi tomado pelo avesso. Hoje, aquilo que é chamado de “direita” é discussão de partido, deputado, comissão, militância e agitação eleitoral 25 horas por dia. Ou melhor, isso quando o assunto é elevado. No mais das vezes, a “discussão” é apenas fofoca, tramoia, quem curtiu o quê, de que pessoa tal deputado não gosta, quem deve ficar com vaga no Senado em qual estado, quem uma vez votou em um candidato diferente, quem está em grupo de WhatsApp com conversa vazada, quem mandou mensagem privada para quem. Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo. https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/o-que-aconteceu-com-a-direita-que-lutaria-pela-cultura/

  • 20 июл.1 27692

    Criar um Clube de Leitura era um antigo desejo meu: reunir pessoas interessadas em conhecer e conversar sobre grandes obras, apenas pelo conhecimento. Coisa que nem a faculdade permite. Acredito que todos deveriam fazer parte de um clube de leitura. Mas criar…

  • 20 июл.1 011151

    Criar um Clube de Leitura era um antigo desejo meu: reunir pessoas interessadas em conhecer e conversar sobre grandes obras, apenas pelo conhecimento. Coisa que nem a faculdade permite. Acredito que todos deveriam fazer parte de um clube de leitura. Mas criar o Clube de Leitura da Formação Senso Incomum foi muito melhor do que o maior dos meus otimismos (que são bem escassos fora do âmbito cultural). Se tenho alguma ESPERANÇA coletiva, ela vem de ver médicos, advogados, programadores, produtores rurais e pessoas de áreas que poderiam ter uma carreira inteira longe dos livros dedicando suas noites de quarta a se reunir e ler livros complexos, extraindo sentidos, discutindo, tirando dúvidas e preservando nosso passado como a herança cultural que é. Obrigado a todos vocês, amigos! Fiquei muito feliz e emocionado com o presente! E olhem só: saímos de um Arquipélago na Sibéria para outro, com destino em Ítaca... Obrigado pela companhia literária por estes anos! Vocês são simplesmente incríveis!!! 📚🫶❤️🏛️⚓

  • 19 июл.1 16810

    O Silvio Grimaldo descobriu que nosso Clube de Leitura é baixo orçamento. https://x.com/silviogrimaldo/status/2078935980028104734

  • 19 июл.1 326203

    O Galvão Bueno narrando final de Copa do Mundo, faz uma pausa e diz que, segundo Homero, Odisseu passou 10 anos na Guerra de Tróia e, por ter ofendido os deuses (Poseidon, no caso), demorou mais 10 anos para voltar para casa. E você aí discutindo fofoca. Fala mais, Galvão!

  • 15 июл.1 76471

    Um convite para "A Odisseia": Um ticket para nosso Clube de Leitura em Ítaca Inscreva-se na newsletter e aproveite o melhor do clássico dos clássicos da literatura em nosso Clube de Leitura Vamos observar rapidamente a situação que testemunhamos n'A Odisséia. Um homem que foi para a Guerra e, duas décadas depois, ainda não retornou. Seu filho, que era um bebê quando ele partiu, agora tem 20 anos, e precisa cuidar de seu lar - agora, dominado por pretendentes de sua mãe. Penélope, a mãe desolada, tem um misto de esperança no retorno de seu marido guerreiro, e de desolação assumindo que está perdendo o controle sobre seu palácio. Odisseu, preso por uma feiticeira, tem de enfrentar ciclopes, piratas, sereias, naufrágios e a fúria do deus dos mares, que faz de tudo para atrapalhar seu destino. Parece com algo da nossa vida, perdidos entre boletos e relatórios? Veja um pouco mais de perto. Nossa sociedade, hoje, tem como marca fundamental o pai ausente. As grandes guerras, além de toda a carnificina, deixaram este triste legado familiar: lares desfeitos por pais que nunca retornaram. Enquanto isso, jovens que foram criados sem uma figura masculina de segurança e aprendizado vêem-se forçados a assumirem a posição de pater familias sem nenhum conhecimento herdado para tal. A adolescência tardia, conseqüência infranqueável desta situação, fica patente tanto em um jovem de 20 anos que ainda não assumiu seu papel social de homem, quanto em "pretendentes" que invadem sua casa e gastam seus bens, querendo consumir também sua própria mãe. Lembra em algo uma Europa dominada por gangues de refugiados em social care, 3 mil anos depois? Para aproveitar melhor A Odisséia, inscreva-se em nossa newsletter pelo link abaixo. Basta inscrever-se e aproveitar o primeiro encontro do Clube de Leitura da Formação Senso Incomum pelo link disponível aos inscritos. Aproveite, que não é um presente de grego, pelo link abaixo: https://sensoincomum.ghost.io/um-convite-para-a-odisseia-um-ticket-para-nosso-clube-de-leitura-em-itaca/

  • 15 июл.1 35410

    Você já fez parte de um Clube de Leitura? Resolvemos dar um presente para você. Clube de Leitura não é resumo de livro nem corrida de páginas. Também não é aulinha chata de colegial. É um espaço para falar de grandes idéias. Clube de Leitura não é exatamente uma aula. Nem exige ter formação na área. Reunimos pessoas interessadas em fugir do ruído uma vez por semana para pensar nas maiores idéias da humanidade. E para quem quer conhecer um Clube de Leitura, temos um convite: inscreva-se no novo site do Senso Incomum, e você terá acesso ao primeiro encontro do Clube de Leitura. Venha descobrir como é ler A Odisséia com Flavio Morgenstern. Basta se inscrever em nossa newsletter e preparar papel, caneta e, principalmente, seu espírito. Inscreva-se: https://sensoincomum.ghost.io/ E nos encontramos quarta-feira, às 20h.

  • 13 июл.2 181136

    A reportagem “The end of reading is here”, de Rose Horowitch, na revista The Atlantic, varreu o mundo das letras nesta semana. A autora revela que a quantidade de pessoas que leem por prazer na América diminuiu em 43% entre 2004 e 2023. Americanos podem até devorar sentenças, mas não conseguem mais pensar profundamente sobre um texto que seja mais longo do que um post de Instagram. Cerca de 30% dos adultos americanos são incapazes de fazer uma paráfrase ou extrair inferências de um texto com mais de uma página. Em 2017, esse número permanecia abaixo dos 20%. Os dados são ainda mais alarmantes entre os jovens. No equivalente ao nosso colegial, os jovens que leem foram minguando nas últimas décadas. Entre 1984 e 2025, a quantidade de jovens de 13 anos que alegaram raramente ou nunca ler por diversão passou de 8% para 29%. Quanto menor a idade do jovem, mais ele tende a encarar a leitura como algo ultrapassado e supérfluo – muitas vezes sem nem entender como a prática da leitura pode ser associada a alguma forma de lazer. Se os americanos precisam enfrentar o vício em celular, os brasileiros precisam enfrentar o vício em celular, o paulofreirismo e um sistema educacional inspirado no fascismo italiano que valoriza qualquer forma de pensamento, exceto o abstrato, lento e profundo. É preciso olhar com cobrança para o Vale do Silício (provavelmente pesquisando pelo… celular) no caso de um país razoavelmente livre como os Estados Unidos, mas também é preciso notar outros fenômenos mais descarados no caso de um país autoritário como o Brasil. Continue lendo o artigo de Flavio Morgenstern na Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-morgenstern/ditadores-amam-pessoas-em-redes-sociais-o-dia-inteiro/

  • 12 июл.1 249174

    Por que o Oriente Médio não fica no Oriente? A história da região revela como o mundo hoje foi criado – por poucos poderosos Abu Bark al-Baghdadi, o então líder do Estado Islâmico e um dos terroristas mais procurados do mundo, declarou, em um discurso de julho de 2014, na Grande Mesquita de al-Nuri, em Mosul, que o avanço do Estado Islâmico “não iria encerrar até colocarmos o último prego no caixão da conspiração Sykes-Picot”, como o principal objetivo do grupo, que pretendia reiniciar um califado islâmico na região. Do que raios este desgraçado estava falando? A declaração não era nada enigmática para boa parte do Oriente Médio: al-Baghdadi, que ornava uma recompensa de US$ 25 milhões pela sua cabeça, queria reconfigurar, ou destruir, as divisões artificiais do Oriente Médio, impostas pelo Reino Unido e pela França num acordo secreto celebrado no meio da Primeira Guerra Mundial: o tratado Sykes-Picot, celebrado entre os diplomatas Mark Sykes, da Grã-Bretanha, e François Georges-Picot, da França. O Estado Islâmico reforçou a mensagem contra o acordo com o vídeo “The End of Sykes-Picot” em 2014, que mostrava tratores nivelando trechos da fronteira entre o Iraque e a Síria. Mas o que foi a “conspiração” Sykes-Picot? Para a BBC, é o “acordo secreto que está na raiz de conflitos do Oriente Médio”. Para a DW, o acordo está “na origem do caos”. A New Yorker descreveu “como a maldição de Sykes-Picot ainda assombra o Oriente Médio”. A Al Jazeera explica “por que os árabes se ressentem de Sykes-Picot”. O Independent declara que “a Grã-Bretanha e a França estabeleceram as bases para o reino de terror do Estado Islâmico”. Já o Express o chama apenas de “linhas de sangue na areia”. Talvez seja importante conhecermos o que dois diplomatas na Primeira Guerra Mundial fizeram com uma das regiões mais instáveis do planeta – e onde sempre se pode esperar o risco de uma Terceira Guerra. Continue lendo o artigo na nova newsletter do Senso Incomum👇 https://sensoincomum.ghost.io/por-que-o-oriente-medio-nao-fica-no-oriente/

  • 10 июл.1 253201

    O novo site do Senso Incomum está no ar! Inscreva-se e divulgue - para ficar mais inteligente e perder amigos. https://sensoincomum.ghost.io/

  • Channel photo updated

  • 10 июл.1 55911

    Começando a LivePix com Rafael Nogueira! https://www.youtube.com/live/wkLSWBvA4Js?feature=share